Quem quer desbravar o Novo Mundo... da Publicidade?



Marcas não contam histórias. O narrador é quem faz isso. O problema é que narrador não sabe vender marcas. Escritores, romancistas, dramaturgos, cineastas e contadores de histórias narram bem seus próprios contos. Nem adianta pedir para enredar mensagens corporativas. Tanto que são raras as marcas sendo contadas nas histórias autorais.


Estou falando dos casos em que uma marca protagonize parte de uma história. Que sem ela a história seria outra, pior. Quantos exemplos você consegue pensar além da bola Wilson, do Fusca que só falta falar e da moça que namora a vitrine da Tiffany? Pode contar nos dedos que não enche uma mão.

Na maioria das vezes as marcas e produtos ‘participam’ como meros cenários, desnecessários para histórias. Passam despercebidos, disfarçados no ambiente. Quantas marcas você consegue lembrar do último filme que viu no cinema? Pois saiba que a maioria dos filmes de Hollywood têm mais de 25 marcas identificáveis. O Iron Man 2 foi o campeão do ano passado com 64. O recorde é do Alta Velocidade (2001) com 102 marcas!  

Mas pior do que ser ignorado é quando interrompem a história para empurrar um intervalo comercial escancarado. Você sabe do que estou falando... e sabe por experiência própria que isso não é bom nem pra empresa, nem pra história.

Da mesma forma que há técnicas para uma história cair no gosto do público, existe um procedimento específico para fazer a inserção de uma mensagem corporativa. É uma técnica que fica no epicentro do triângulo: ‘merchã de novela’, conteúdo próprio e marca-cenário. Falei disso nos cursos que ministrei na ESPM, GV e USP e agora começo a publicar por aqui. 

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