Quando a história começa no game



Quando transmídia storytelling começou a surgir nas conversas entre produtores de entretenimento ou no mercado de comunicação, era comum pensar em uma história que começa em um filme e pode ter até um "gamezinho" para dar "suporte" a narrativa. 

Na frase acima estão dois erros básicos de quem costuma subestimar uma narrativa interativa: chamar de gamezinho uma indústria que superou Holywood e considerar este meio (ou qualquer outro) como suporte de um planejamento transmídia.  Essa representação de Robert Pratten mostra como as narrativas devem funcionar.


Mas como diz sabiamente Fernando Palácios a transmídia deve surgir da necessidade de expansão criada pela própria narrativa, ou seja a narrativa deve crescer ao ponto de transbordar para outros meios.

É o que tem acontecido por exemplo com os games MMORPGs. World of Warcraft tem tanto conteúdo e tanta coisa para se explorar que não cabe mais dentro da tela do PC e acabou virando romances literários, HQs e webséries. 



A experiência de quem joga (como eu) é intensa quando entra em contato com um conteúdo narrativo mais denso, tendo em vista de que um jogo pode se pautar mais no gameplay com conquistas e desafios do que nas interações com a história. 

Acompanhem a nova websérie "Lords of War" aqui no youtube - https://www.youtube.com/playlist?list=PLY0KbDiiFYeP8hkPrVS3y0Ua45EJlWRBw

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