Mostrando postagens com marcador ESPM. Mostrar todas as postagens



Ontem rolou na ESPM o Café+Conversation, que quem conhece a Martha Terenzzo ou já fez um 
curso de Storytelling já tanto ouviu falar. Entre café, quitutes, storytelling, cases do mercado e discussões, chamou atenção a apresentação de grande parte dos presentes.

“Depois que eu fiz o curso, pedi demissão…”
“Eu acabei saindo do meu trabalho depois de conhecer o storytelling…”
“Eu estava cansada de fazer sempre a mesma coisa e o curso me encorajou a me demitir…”
Não é que preguemos a demissão, muito pelo contrário. Mas que as estatísticas, pelo menos da amostragem presente ontem no evento, mostraram que sim, o storytelling encoraja as pessoas a irem atrás daquilo que gostam. Ainda que pouco tenha a ver, diretamente, com essa história de contar histórias.
Por que?
Dentre os vários motivos, entre eles a maioria pessoais, eu gosto de lembrar de um conceito do curso: o High-Concept. High-Concept é um termo que no português significa algo como “Grã-Conceito”, o cerne de uma história.
Entendido isso, qual é o High-Concept da sua vida?
Quais são os verbos, os substantivos que comporiam as duas linhas do mote da história da sua vida? Mais do que isso, eles fazem parte do vocabulário do seu dia-a-dia, do seu ambiente de trabalho, atualmente?
Eis que as boas histórias, aquelas que são as melhores desde os “Grã-Conceitos” e que valem a pena ser lidas (que “dariam um livro”), são aquelas que envolvem as mais verdadeiras emoções. O que você tem feito em progresso do que você, em particular, ama saber ou sabe amar a mais que os outros? O que você tem feito para o bem do High-Concept da sua vida?

Se isso ainda é uma grande incógnita para você, seja bem-vindo, o curso pode ser um bom lugar para começar o seu “Era uma vez”.

Há 85 anos atrás, “Popeye” aparecia pela primeira vez em uma tirinha. Não muito tempo depois, a tirinha – que originalmente tinha como protagonista Olívia Palito – passou a ser encabeçada pelo marinheiro Popeye. A história era simples, junto de Castor Palito, irmão de Olívia, Popeye saía em busca de algo que lhe daria uma força inigualável: as penas de uma galinha.
Se você está me perguntando “Cadê a espinafre que minha mãe me convencia a comer contando a história do Popeye?”, saiba que ela só foi aparecer como o grande artefato do herói-marinheiro mais de 3 anos depois, após acordo com uma fábrica de espinafre estado-unidense.
Usando uma narrativa para vender um produto, a espinafre, mal sabia ele, mas além de marinheiro, Popeye era também um storyteller. Isso tudo nos anos 1930. Se você está me perguntando, agora “Mas por que, então, se fala tanto de storytelling ligado a inovação nos dias de hoje?”, saiba que storytelling não é algo totalmente novo. Mas algumas de suas aplicações, estudos e técnicas, são.


Por fim, se storytelling não é, de fato, algo novo, e até o Popeye que já é vovô fazia em 1932, esse curso pode ser uma boa se você ainda não sabe muito bem do que se trata: http://espm.br/storytelling.



Muito se fala por este blog a fora sobre storytelling. Entre discursos mais ou menos corretos, em geral ouvimos que storytelling não é algo novo, mas que vem ganhando destaque na comunicação por, basicamente, comover e conquistar a atenção de consumidores cada vez mais “nem aí” para as marcas.
Mas se o storytelling não é algo novo, onde ele começa? O que é ou não storytelling? Como ele conquista consumidores? Em suma, que história é essa de contar histórias?
Foi atrás de respostas para perguntas como essas que, há pouco mais de um ano, comecei a estudar o storytelling e escrever meu TCC sobre construção de marcas a partir de histórias ficcionais. Sim! Adicionem às perguntas acima, outras duas: o storytelling pode sair de mídias (comunicação) e ir para a construção de marcas (identidade)? Como se dá a relação entre a realidade e a ficção no storytelling para marcas?
O resultado de uma longa jornada de pesquisas e estudos foi recompensador. Mas as conclusões, vou deixar para que vocês mesmos possam tirar, lendo meu estudo na íntegra com seus próprios olhos:

Contar histórias é inerente ao ser humano. Uma de nossas lembranças mais antigas da infância é, quase sempre, uma história que ouvimos de nossos pais, avós ou tios. Isso, ainda porque, muito provavelmente, essa história tenha sido contada a nossos parentes em uma mesma situação como a nossa, e assim passada de geração em geração. Indo ainda mais fundo por entre a história da humanidade, constatamos que as histórias existem e são contadas desde a época do homem primata, através de figuras desenhadas nas paredes de suas cavernas – as chamadas artes rupestres.
Seja através de histórias de caçadas, mitos, contos de fada ou fábulas, em geral temos que o “ato de contar histórias” está presente desde o princípio da humanidade graças ao seu poder em ensinar lições a seus ouvintes. Ainda que na língua portuguesa este “ato” não tenha para si um termo único que o designe, é na língua inglesa que “contar histórias” ganha conotação especial.
“Storytelling” é um termo que rompeu as barreiras do inglês e transcendeu, no século XXI, à realidade da comunicação publicitária como uma “buzzword”. Buzzword, segundo a Wikipédia, é uma palavra “usada para impressionar, ou que está na moda”. Desta forma, storytelling se difundiu pela publicidade com o objetivo inicial de importar o conhecimento desenvolvido durante anos pela humanidade em contar histórias, para aplica-lo à comunicação de marcas.
Todavia, por se tratar de uma buzzword, muito burburinho é gerado em torno de sua definição e, por vezes, por não se acatar a um mínimo rigor científico, o termo acaba por ter sua relevância denegrida em certa forma. Assim, o valor conceitual de um estudo acerca do storytelling acresce à sua importância como um todo para que se evite o senso comum e os achismos em um tema que historicamente comprova a sua importância.
Esse é apenas um trecho da introdução da minha monografia, que estou finalizando por esses dias como trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social pela ESPM. Nela, abordarei como as histórias ficcionais evoluíram na comunicação, a ponto de influenciarem na construção da identidade de marcas. Aguardem!




- Se vocês encontrassem o gênio da lampada e tivessem direito a apenas um pedido, qual seria? Quantos de vocês pediriam para contar bem uma boa história?

Poucos levantaram as mãos, um jornalista, uma jovem blogueira e eu, um professor de inglês com crise de identidade. Os outros alunos provavelmente pediriam dinheiro, felicidade, ou coisas que fazem mais sentido do que a habilidade de ser um bom contador de histórias. Mas saibam do seguinte, contar bem uma história é o meu sonho de vida desde que nasci, um daqueles sonhos que se perdem quando temos que arrumar empregos e pensar em uma carreira. 

O homem, responsável pela primeira pergunta, continua sua aula, explicando que saber contar bem uma boa história pode ser o caminho ideal para conseguir realizar todos os outros desejos. Mas não estamos convencidos, nem mesmo nós que respondemos desejar tal habilidade acima de tudo somos capazes de entender tal afirmação. 

- Para quem ainda não se convenceu do poder das histórias eu vou usar um clássico literário como argumento. Quem aqui já leu 1001 noites? - e novamente apenas algumas pessoas levantaram suas mãos, mas eu não fui uma delas dessa vez. O professor continua e nos conta a história de 1001 noites e de como Sherazard salva não apenas a sua vida mas a de muitas outras jovens de seu reinado contando uma história ao rei. 

Eu ainda não estava 100% convencido, mas me peguei mais interessado no assunto do que eu mesmo imaginava possível. O curso não nos prometia o storytelling como um super-poder, nem mesmo nos prometia grandes mudanças de vida, mas no meu caso deveriam. A semana passou e cada dia mais eu me interessava por tudo aquilo, cada dia mais eu queria aprender sobre o assunto, mas ainda assim, todo o meu interesse girava em torno daquele sonho adolescente, sem grandes conexões com a realidade. 

Eu me reapaixonei pela arte, me apaixonei pela publicidade e me vi caminhando cada vez mais confiante na direção de marcas e produtos que precisavam de palavras, histórias e paixão. Aquele professor que me perguntou quem de nós pediria ao gênio da lampada para contar bem uma boa história, não sabia, assim como eu, que aqueles poucos dias iriam mudar minha vida. Dali em diante ele virou meu mentor, meu chefe e ouso dizer meu amigo. Hoje eu trabalho na storytellers, criando histórias para marcas, realizando projetos de comunicação repletos de significados e toda vez que penso em dar um exemplo de como uma história pode engajar as pessoas eu penso em como aquela primeira história, sobre a jovem Sherazade, me fez engajar tudo o que tinha em uma nova carreira. 

Para mais informações sobre o curso de storytelling entre no link: http://storieswelike.blogspot.com/2013/01/curso-de-ferias.html

"

O CONSAGRADO CURSO DA ESPM AGORA EM VERSÃO INTENSIVA
De 16 a 20 de Janeiro, das 19h30 às 22h30

PROPÓSITO DO CURSO
O maior desafio da atualidade no mercado de comunicação no Brasil e no mundo está fazendo com que os profissionais redescubram a utilização do Storytelling. O objetivo com isso é conseguir aquilo que os contadores de histórias já fazem há tempos: capturar a atenção do público. O mundo corporativo traz uma nova questão para os contadores de histórias, de como obter resultados a partir dessa inovação. 

Em um mundo pautado pelo excesso de canais e informações, o Storytelling entra como um elemento que pode ajudar a espalhar uma ideia, construir uma marca ou alavancar vendas com mais eficiência, conquistando o público pela emoção.

OBJETIVO
Este curso visa jogar uma luz mais apurada sobre o assunto ao aprofundar o Storytelling sob diversos pontos de vista:
-> branding
-> cultura organizacional
-> branded content
-> product placement
-> plataformas transmídia
 Acima de tudo, esse é um curso sobre como Storytelling pode facilitar o entendimento e troca de conhecimento entre pessoas... estejam elas dentro ou fora das empresas.

METODOLOGIA
Todas as aulas são trabalhadas a partir da tríade 
-> Embasamento teórico 
-> Case ilustrativo 
-> Exercício Prático

Além disso você terá:
-> Streaming com experts internacionais
-> Aulas com três professores com experiências complementares de mercado
-> Bibliografia seleta e comentada para aprofundar em cada módulo do programa
-> E segredos do storytelling, como por exemplo: “nenhuma história é só uma história. Qualquer história é composta de centenas de histórias lineares que se cruzam e se entrelaçam.”

A QUEM SE DESTINA
-> Empreendedores e empresários procurando um novo ponto de vista para seus negócios.
-> Publicitários e comunicadores em busca de ferramental prático e teórico para a construção de campanhas mais engajadoras.
-> Profissionais que necessitem diferenciar suas marcas.
-> Executivos interessados em criar apresentações de negócios mais envolventes.
-> Acadêmicos interessados em uma formação mais aprofundada sobre o assunto.
-> Escritores e roteiristas que queiram inovar em seu Mercado.

E também para você que:
-> Está uma nova direção para sua vida profissional
-> Procura um caminho bacana para seu desenvolvimento pessoal
-> Busca novas formas de ampliar sua criatividade
-> Quer ampliar segurança e inspiração em suas apresentações,
-> Busca aprender como as histórias bem construidas podem auxiliar ONGs
-> Quer saber qual a diferença entre contar histórias e contar a melhor história

PROGRAMA
SEGUNDA -> COMO O STORYTELLING PODE MUDAR SUA VIDA
-> Você sabe o que prende a atenção das pessoas?
-> O 'SEXTO PÊ' do Marketing
->  PlotToolkit®, as 10 maneiras de empregar uma história (com cases)

TERÇA -> COMO O STORYTELLING PODE DAR VIDA À SUA MARCA
-> Qual o arquétipo da sua marca?
-> Elementos fundamentais para se tornar um verdadeiro Storythinker
-> Encontre as melhores histórias do seu histórico com a Topografia de Interesse®

QUARTA -> COMO O STORYTELLING PODE DEIXAR MAIS INTRIGANTE SEU CONTEÚDO
-> Você já parou para pensar que qualquer anúncio não deixa de ser um branded content?
-> O conceito de tramar
-> Crie novas histórias com a técnica Storycraft®

QUINTA -> COMO PROGREDIR DO STORY AO TELLING
-> Você sabe a diferença entre história e narrativa?
-> As palavras mágicas que compõem uma estrutura narrativa e que permitem contar histórias como quem lança feitiços.
-> Entrelace mensagens comerciais dentro de uma história maior usando o StoryPlacement®

SEXTA -> TRANSMÍDIA: MÚLTIPLAS FORMAS DE NARRAR E TRANSFORMAR A HISTÓRIA EM PATRIMÔNIO ATIVO DA EMPRESA
-> Era uma vez uma história, que graças a um storythinker virou um importante ativo de uma marca. 
-> Num belo dia, esse universo foi recortado em intrigantes narrativas. Essas narrativas foram dispostas de forma transmídia. 
-> E dessa forma os consumidores viveram felizes para sempre.

COORDENAÇÃO
ANTONIO AUGUSTO GRIECO (GUTO GRIECO)

PROFESSORES
BRUNO SCARTOZZONI @brunoscarto
Planner, escritor e especialista em storytelling. Foi um dos fundadores da Storytellers Brand n Fiction, primeiro escritório brasileiro focado em criar histórias para empresas, usando internet, cinema e teatro como plataformas. Já desenvolveu projetos para clientes como AmBev, Nestlé, Nokia, Oi e Sony, e participou das campanhas políticas online de Aloysio Nunes Ferreira e José Serra. Atualmente colabora para o Update or Die, edita o blog caldinas.com.br, desenvolve conteúdos transmídia e está envolvido na criação de duas startups: Zaanga e Ativa Esporte.

FERNANDO PALACIOS @storytell
É um dos fundadores do primeiro escritório de Storytelling no Brasil, a Storytellers Brand ’n’ Fiction que tem como principais cases: a peça de Teatro “Filhas do Dodô” para J.Macêdo e “O Mistério das Cidades Perdidas” para Mini-Schin que superou 2 milhões de leitores na internet. Criou o primeiro curso universitário de Transmídia Storytelling ministrado na ESPM. Responsável pelo storieswelike.blogspot.com, primeiro blog sobre o assunto. Como planner participou de projetos como Nokia Trends, Camarote da Brahma, Skol Beats e o lançamento do portfólio de cervejas premium da AMBEV. É formado na USP. Em seu próximo projeto irá narrar sua busca pelas Maravilhas da Humanidade enquanto escreve uma obra de ficção a partir de um aparelho celular.

MARTHA TERENZZO @marthaterenzzo9
Profissional multifacetada com experiência de mais de 25 anos na área de Marketing e Inovação. Faz projetos de inovação, dá aulas em MBA e Pós, palestras, é mentoring, colabora com diversos blogs e revistas e é Diretora da Inova 360o empresa de Inovação e Negócios.
Coordenou projetos de grande porte em empresas como : Cargill, Sadia, Parmalat, Bombril, União, Reckitt & Benckiser, Melhoramentos de Papéis, Seara e Ajinomoto. Estabeleceu processos e metodologias específicas de Marketing com visão na Gestão de Negócios e Inovação . Implementou áreas de Inovação, Marketing de alta performance nas empresas, arquitetura de marcas, gerenciamento de portfólio, lançando mais de 400 itens de consumo e novos serviços com sucesso.

INSCRIÇÕES


CONHEÇA A AGENDA DE CURSOS DE STORYTELLING NO LINK:

"


Storytelling ainda é um aprendizado recente no  mundo corporativo. E já que alguns cursos questionáveis têm aparecido por aí, vale o alerta em favor da qualidade do conhecimento:

Pessoas que trabalham marca precisam aprender como usá-la para enriquecer uma boa história e não o contrário. O mundo não precisa de um 'merchan de novela' que dure a história toda. Aliás, a audiência castiga. A atenção vaga. O canal muda. A página fecha.  


Não é porque um anúncio tem mais que 30 segundos que ele vira uma história. Mas vai custar mais caro por isso. Para que o feitiço não volte contra o feiticeiro o melhor é evocar um mago experiente. O Mestre dos Magos, se possível. Quando investir em storytelling, investigue o storyteller. 


==================================================================
Desconfie do 'consultor', 'palestrante' ou 'professor' que se diz 'especialista em storytelling'. Desconfie e investigue especialmente quem classificar storytelling como 'ferramenta'. Universidades de grife, anos de experiência no mercado e o uso termos corporativos como 'branding' e 'stakeholder' de nada valem para storytelling se o 'especialista' nunca tiver escrito uma história de verdade... de verdade humana e sinceridade emocional. 
==================================================


O inverso também é verdadeiro. Não adianta uma marca investir numa história que não esteja em real sintonia com a estratégia de branding. E, sim, são poucos os profissionais capazes de juntar os dois expertises.


Até por isso os bons cursos são raros. Mas eles aparecem. A primeira lição sobre storytelling é que a narração de histórias é um ato de perseverança. Investigue e continue investigando. Não faça um curso só porque é o único disponível. Mesmo que o pato seja servido ao molho de laranjas, quem paga é você.

------

Agora, se você realmente quer se aprofundar na arte de contar histórias, aproveite para se inscrever no curso que aborda uma visão holística acerca do Storytelling:

INOVAÇÃO EM STORYTELLING – DO BRANDED CONTENT À TRANSMÍDIA

"

"


Storytelling nas corporações é uma forma de inovação. E como toda inovação, ainda está se descobrindo.

No meio de tanta gente tateando modos de usar essa inovação, já vi até gente usando o termo 'history telling' ao narrar pequenas metáforas.

O que importa no início é a vontade de fazer diferente.

O que importa no meio do caminho é a vontade de fazer bem feito.

O que importa, no final, é seguir uma lógica de inovação.


É a vanguarda que confronta o status quo. 


A inovação apresenta as ferramentas para isso.

Vencer aquilo que 'sempre foi feito desse jeito'.


E finalmente o diferente triunfar sobre o tradicional. 


E hoje a ESPM apresenta uma oportunidade imperdível:
UM POCKET DE INOVAÇÃO
Time
Wednesday, July 13 · 7:30pm - 10:30pm

Location
ESPM
Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 - Auditório Philip Kotler
São Paulo, Brazil

Created By

More Info
Inscrições - http://bit.ly/j2MEQh
Mais informações: centralinfo@espm.br | 11 5085-4600
O evento é Gratuito, mas as vagas são limitadas!

"


Há quem defenda que o ato de contar histórias foi responsável pela formação da civilização. Talvez. Mas é certo que é base de religiões e culturas. Um exemplo notável são as Mil e Uma Noites, em que Xerazade se valeu de contos para escapar da sentença de morte e, de quebra, ser coroada rainha. Nada mal, não é?

Ainda melhor é pensar que a história de Aladdin, entre as mais famosas das Mil e Uma Noites, não passa da narrativa de um mercador para vender uma lâmpada. Eis o poder das histórias: não apenas o mercador teria comercializado o item, como a Disney vendeu milhões de réplicas em todo o mundo.

É verdade que já se tentou de tudo, alguns casos com êxito: A Tiffany brilhou mundialmente com o filme Bonequinha de Luxo; no Brasil o Vigilante Rodoviário salvou a Simca da bancarrota; recentemente, a Ikea foi praticamente um personagem no (500) Dias Com Ela...

Mas por que esses casos são tão pontuais? Por que não transpor apresentações de PPT em peças de teatro? Por que não contamos nossos murais corporativos com histórias em quadrinhos? Por que não criar uma grande novela para contextualizar nos mínimos detalhes os features de toda uma família de produtos? Enfim, por que não aquecer o frio discursivo ao narrar o encadeamento de idéias da forma como os ancestrais expunham seus pensamentos para a tribo?



O fato é que storytelling é quem melhor trabalha com um dos recursos mais raros e preciosos da atualidade: a atenção. E quando uma pessoa dá sua atenção e gosta do que recebe de volta, ela fica disposta a dar muitas outras coisas: de dinheiro à fidelidade de marca. Ou você acha que o Facebook dobrou o número de usuários logo após a exibição do filme A Rede Social por acaso?  

------

Se você está interessado no assunto de Transmídia Storytelling aproveite para se inscrever no curso:
INOVAÇÃO EM STORYTELLING – DO BRANDED CONTENT À TRANSMÍDIA
"