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 Dentro das suas metodologias de desenvolvimento pessoal você tem algo de Storytelling?


Pergunto isso já que entre as tão faladas soft skills, storytelling sempre tem um lugar de destaque, ainda assim não é tão fácil de encontrar quem saiba fazer e ensinar sobre o tema.


Na última década ministrei algumas centenas de treinamentos in-company. 


Os 5 temas mais requisitados foram:


💼B2B Story: como estruturar a narrativa para uma venda técnica ou de um projeto interno. Só na Yamaha foram mais vinte turmas.


💊B2C Story: quais histórias contar e qual ordem usar para a venda de um serviço ou produto. Indústria farmacêutica foi a que mais contratou e a Nike foi quem demandou a versão mais completa. 


🍷Date With Data: quem diria que um relatório numérico seria capaz de encantar? É só seguir os mesmos passos de convidar alguém pra um jantar romântico. Empresas de TI se esbaldam, mas o Itaú foi quem mais repetiu.


📝Mestres das Escritas: nem todo texto é igual. Do literário ao acadêmico, cada um tem seus macetes. Juntando todos eles, podemos criar a melhor campanha de marketing que a empresa já viu em questão de horas. As empresas de mídia e eventos são gamadas nessa oficina.


🧭Storyship: basta escolher as histórias corretas que um líder se torna capaz de inspirar seus colaboradores em palestras, transmitir a cultura da empresa no dia a dia e a influenciar as mídias e as redes com sua visão.


O mais legal é que são metodologias autorais e exclusivas, criadas no Brasil e que já foram inclusive exportadas para mais de uma dezena de países.


O mais importante é que essas metodologias são práticas, facilitadas com mão na massa e “learn by burn”. Os participantes encerram todos eles com uma entrega pronta: seja um roteiro de uma apresentação ou um script de vendas.


Poderia passar horas escrevendo, mas acho que já me alonguei na mensagem de introdução. Se quiser continuar a conversar sobre os cursos, só falar qual deles mais interessa, que dou os detalhes. 


Abraços do Palacios



As empresas assim como as marcas que não sabem contar uma história estão condenadas ao fracasso
Parece bastante radical falar que toda empresa que não saiba contar histórias ficará fora do mercado, mas infelizmente essa é a realidade. Há uns anos, as empresas só precisavam vender seus produtos ou serviços, era uma transção bem simples, uma vez que bastava com mostrar o produto, deixar bem claro o preço e pronto, o consumidor o levava. Por isso todos os esforços eram voltados para tornar o produto mais atraente.
Atualmente, o cenário é bem diferente, uma vez que os clientes querem se sentir conectados com a empresa, não é só um produto ou prestar um serviço, é se fazer entender com uma história. É preciso pensar a marca como se fosse uma pessoa, caso contrário qualquer história perderá fluidez instantaneamente.

Tudo depende do momento

Como assim que não é só contar uma história? Sinto dizer que não. É importante introduzi-la no momento indicado, ou seja, precisa de um contexto. Além desse contexto, existem situações que facilitam o desenvolvimento da história, tudo é questão de saber aproveitar a oportunidade, especialmente quando o assunto é marketing.
Por exemplo, o Itaú, sendo mesmo de um segmento tão rígido como o financeiro, o banco já pegou carona  com eventos como Rock in Rio, o lançamento da última temporada de Game of Thrones. Isto com o objetivo de colocar a marca mais próxima dos seus clientes e possíveis novos usuários em plataformas digitais por meio de posts mais descontraídos e interativos.

Sem autenticidade não há engajamento

As mil e uma noites são um claro exemplo de que sem autenticidade, nenhuma história sobrevive, ou no caso a Scherezade ela nem teria sobrevivido nem a primeira noite. No entanto, o que podemos entender por autenticidade? No caso do storytelling, entenda-se o termo como a personalidade da empresa, e claro a forma como apresenta sua proposta de valor para o espectador.
Hoje a forma de interagir com seu público-alvo é o que marcará a diferença, por isso é essencial que a empresa crie seu universo corporativo, ou pelo menos esse é um dos segredos de grandes da indústria como Disney. Quem diz que sua marca não pode aparecer em um filme de uma forma tão natural que conversa com o contexto? É só questão de autenticidade e fluidez.

O profissional 4.0 dever ser storyteller?

Toda história por curta que for tem por atrás uma equipe trabalhando nela, e claro essa equipe conta com profissionais que estão preparados para tornar essa história cativante e engajadora. Contudo, nem todos os professionais estão preparados para lidar com essa nova demanda do mercado, uma vez que além dos requerimentos básicos, MBA e tudo mais, o profissional precisa ser um ótimo storyteller, especialmente em uma era que os consumidores são bombardeados por informação constantemente.
A pergunta é será que o sistema educacional já está preparado para suprir essa demanda do mercado corporativo? Contaremos com bons storyteller no futuro? Será que é uma habilidade que pode ser trabalhado em sala de aula? Não existe uma única resposta, mas como qualquer habilidade, é possível aprender a ser um storyteller.
Quer saber mais sobre Storytelling? Leia o artigo completo



Entre os dias 18 e 23 de agosto, o Centro de Inovação e Criatividade da ESPM (CIC ESPM) realizará a 13ª edição do curso “Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia”, ministrado pelos professores Bruno Scartozzoni, Fernando Palacios e Martha Terenzzo, que contribuem com experiências complementares de mercado.

Diferente das doze edições anteriores do curso, essa terá um período só para colocar em prática os conhecimentos aprendidos. Os alunos pediram e os professores acataram. Agora a 13ª edição, intensiva, com duração de uma semana inteira, conta com seis aulas, sendo cinco teóricas durante a semana e a última, no sábado, totalmente prática.

Entenda como são feitas as histórias, para os mais diversos meios, desde a cultura organizacional das empresas, passando pela conceituação de produtos, até os sucessos de bilheteria produzidos em Hollywood, bem como os clássicos que já emocionaram diversas gerações na Broadway. O curso deseja aprimorar o olhar, e a escrita, de seus participantes, a fim de apresentar o “caminho das pedras” para se capturar a atenção do público.

Empreendedores, empresários, publicitários, comunicadores, diretores de marketing, escritores e roteiristas, entre outros, são esperados no campus do CIC ESPM, localizado na Rua Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana, São Paulo, a partir da próxima segunda, dia 18 de agosto. As aulas ocorrerão de segunda a sexta, das 19h30 às 22h30, e no sábado, das 9h às 13h.


Quem quiser saber qual a diferença entre contar histórias e contar a melhor história, deve se inscrever a partir do site do CIC ESPM – http://www2.espm.br/cursos/cic/inovacao-em-storytelling-do-branded-content-transmidia-intensivo – até domingo, dia 17 de agosto. O valor do investimento é de R$ 1.230,00 e pode ser parcelado em até três vezes iguais de R$ 410,00. Mais informações pelo telefone (11) 5085-4600.