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Sabe quando você sai do cinema e tempos depois se pega pensando na história?

Talvez você esteja almoçando ou talvez no meio de uma conversa e é como se o filme estivesse sendo reprisado na sua mente. Isso é stickness.

É esse poder que as histórias têm de ficarem coladas nas memórias da gente.

Mas como o que há de melhor no storytelling são as narrativas, ao invés de ficar falando sobre o assunto, vou contar uma história.

Só que antes de iniciar a narrativa, deixo o alerta: no futuro, quando menos esperar, você pode estar pensando nela.

NÓS DA TRAMA, o conto

Era uma vez uma executiva que dedicou vinte cinco anos de sua vida a inovar o marketing de grandes empresas, até que uma noite, enquanto se revirava na cama como se ao invés de pegar no sono estivesse tomando Sol, decidiu que no dia seguinte iria largar tudo. E largou. Cortou os laços corporativos e se lançou numa jornada de reinvenção. Para começar nada mais justo do que um ano sabático viajando. Sei que pode parecer um conto de fadas corporativo, mas acredite, essa é uma história real.


Enquanto isso, n'outro canto do planeta, três publicitários fundavam o primeiro escritório especializado em projetos de storytelling. E quando eu digo 'o primeiro', é porque ninguém tinha se dedicado exclusivamente a isso antes. O ano é 2007 e eles se focaram no story e no telling das empresas. Eles usavam organizações como inspiração para criar as tramas de games interativos, peças teatrais, curtas de cinema, livros de literatura e até experiências mistas como a Cinegastronomia.


Se os Storytellers estavam vivendo de contar histórias, a ex-executiva simplesmente as vivia. Passava os dias fotografando cartões postais, fazendo pilates no meio da tarde e, claro, refletindo sobre o sentido da vida e tomando cafés, muitos cafés, com muitas pessoas. Pouco antes de chegar ao fim do ano sabático percebeu que toda a experiência adquirida nos episódios de sua história pessoal poderiam ter muito valor para outros. Reatou alguns laços corporativos e começou a compartilhar suas vivências com a audiência virtual de uma ferramenta que acabara de surgir, o Twitter.

Depois de muitas experiências entrelaçando histórias, marcas e marketing, cada um dos Storytellers seguiu por um caminho. Uma voltou para o mundo das agências, outro decidiu se tornar o cientista-mor do assunto no Brasil e o terceiro resolveu virar autor-artista.

Numa bela manhã de quarta, o cientista-mor do storytelling vidrava os olhos no monitor enquanto a mão conduzia o mouse através de sua navegação cibernética de rotina – feeds aqui, posts ali – quando se deparou com tuiteiros discutindo a ‘inovação...’. Como de costume, deixou seu pitaco ‘... é balela’. Acontece que o comentário não passou impune e a discussão pegou fogo. O caso poderia ter parado nas mãos de advogados, poderia até ter parado na polícia, mas acabou mesmo num café.

Os guardanapos rabiscados sobre a mesa do Starbucks deram início ao que hoje é o consagrado curso do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM – Inovação em Storytelling – que já direcionou mais de uma centena de pessoas em suas próprias histórias. Teve gente que usou o projeto final do curso para conseguir o emprego na agência descolava na qual sempre sonhara. Teve gente que agradeceu pelas novas ferramentas para trabalhar e que por conta disso conseguiu aumento. Teve quem repensou a vida e partiu para o próprio sabático. E teve até gente que estruturou negócios orbitando storytelling.

Eis o twist: não apenas os alunos tiveram uma experiência transformadora. O Storyteller que resolveu virar autor-artista estava no Starbucks sozinho, trabalhando no projeto de um livro escrito pelo celular, que por sinal é esse aqui. Resolve tomar o café da manhã. Meio desatento, escrevendo no celular, o autor-artista tromba contra seu ex-sócio, mas ainda amigo, o cientista-mor. Se eu escrever isso num roteiro de um filme, ninguém acredita e ainda diz que não gosta dessas coisas que 'jamais aconteceriam na vida real'.

O cientista-mor ficou pálido. Como um legítimo gentleman, ele estava a caminho de buscar o quarto espresso da ex-executiva, que apesar de cortar muitos vícios corporativos, a cafeína não foi um deles. O cientista-mor se deteve paralisado, como se tivesse diante de uma aparição fantasmagórica. O último assunto de sua reunião havia sido exatamente seu ex-sócio, que resolveu virar autor-artista. Acabou que essa trombada rendeu um convite para uma participação especial em uma das aulas do curso. O autor-artista topou, mas nunca imaginou as ramificações dessa decisão.

Assim que se reuniram para trabalhar a ex-executiva, o cientista-mor e o autor-artista, as coisas saíram do controle. Não chegavam a um acordo por nada nessa vida. Ela dizia que storytelling era ferramenta, o outro que era um jeito de pensar e o terceiro levava as mãos à cara para dizer que era um estilo de vida.

Mesmo com tudo diferente, essa simples participação acabou numa inusitada associação. Rendeu palestras e artigos, gerou matérias e estudos, e se empolgaram em organizar o maior grupo de discussão. Só que nessas férias, isso tudo acabou compilado num intensivão. Preciosa oportunidade para quem quiser ver, esses três professores tão diferentes, tão complementares, lado a lado em ação. Aos interessados vale avisar: as vagas são limitadas e logo mais vão se esgotar. Aos que querem mais informação para optar pelo sim ou pelo não, os pormenores do curso aqui estão: bit.ly/CursoStorytelling

Eduardo e Mônica / é impressão minha ou em algum momento foi o que você pensou? É que a versão da Vivo é um dos cases dissecados por nós e por vocês. Storytelling deve ser? Há quem defenda que sim, mas há quem diga que não...

E a nossa heroína, que deixou de ser executiva, inovou na própria vida e encontrou mais que uma função. Só que por essa história vocês vão ter que aguardar, porque essa narrativa eu não conto agora, não.
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O CONSAGRADO CURSO DA ESPM AGORA EM VERSÃO INTENSIVA
De 16 a 20 de Janeiro, das 19h30 às 22h30

PROPÓSITO DO CURSO
O maior desafio da atualidade no mercado de comunicação no Brasil e no mundo está fazendo com que os profissionais redescubram a utilização do Storytelling. O objetivo com isso é conseguir aquilo que os contadores de histórias já fazem há tempos: capturar a atenção do público. O mundo corporativo traz uma nova questão para os contadores de histórias, de como obter resultados a partir dessa inovação. 

Em um mundo pautado pelo excesso de canais e informações, o Storytelling entra como um elemento que pode ajudar a espalhar uma ideia, construir uma marca ou alavancar vendas com mais eficiência, conquistando o público pela emoção.

OBJETIVO
Este curso visa jogar uma luz mais apurada sobre o assunto ao aprofundar o Storytelling sob diversos pontos de vista:
-> branding
-> cultura organizacional
-> branded content
-> product placement
-> plataformas transmídia
 Acima de tudo, esse é um curso sobre como Storytelling pode facilitar o entendimento e troca de conhecimento entre pessoas... estejam elas dentro ou fora das empresas.

METODOLOGIA
Todas as aulas são trabalhadas a partir da tríade 
-> Embasamento teórico 
-> Case ilustrativo 
-> Exercício Prático

Além disso você terá:
-> Streaming com experts internacionais
-> Aulas com três professores com experiências complementares de mercado
-> Bibliografia seleta e comentada para aprofundar em cada módulo do programa
-> E segredos do storytelling, como por exemplo: “nenhuma história é só uma história. Qualquer história é composta de centenas de histórias lineares que se cruzam e se entrelaçam.”

A QUEM SE DESTINA
-> Empreendedores e empresários procurando um novo ponto de vista para seus negócios.
-> Publicitários e comunicadores em busca de ferramental prático e teórico para a construção de campanhas mais engajadoras.
-> Profissionais que necessitem diferenciar suas marcas.
-> Executivos interessados em criar apresentações de negócios mais envolventes.
-> Acadêmicos interessados em uma formação mais aprofundada sobre o assunto.
-> Escritores e roteiristas que queiram inovar em seu Mercado.

E também para você que:
-> Está uma nova direção para sua vida profissional
-> Procura um caminho bacana para seu desenvolvimento pessoal
-> Busca novas formas de ampliar sua criatividade
-> Quer ampliar segurança e inspiração em suas apresentações,
-> Busca aprender como as histórias bem construidas podem auxiliar ONGs
-> Quer saber qual a diferença entre contar histórias e contar a melhor história

PROGRAMA
SEGUNDA -> COMO O STORYTELLING PODE MUDAR SUA VIDA
-> Você sabe o que prende a atenção das pessoas?
-> O 'SEXTO PÊ' do Marketing
->  PlotToolkit®, as 10 maneiras de empregar uma história (com cases)

TERÇA -> COMO O STORYTELLING PODE DAR VIDA À SUA MARCA
-> Qual o arquétipo da sua marca?
-> Elementos fundamentais para se tornar um verdadeiro Storythinker
-> Encontre as melhores histórias do seu histórico com a Topografia de Interesse®

QUARTA -> COMO O STORYTELLING PODE DEIXAR MAIS INTRIGANTE SEU CONTEÚDO
-> Você já parou para pensar que qualquer anúncio não deixa de ser um branded content?
-> O conceito de tramar
-> Crie novas histórias com a técnica Storycraft®

QUINTA -> COMO PROGREDIR DO STORY AO TELLING
-> Você sabe a diferença entre história e narrativa?
-> As palavras mágicas que compõem uma estrutura narrativa e que permitem contar histórias como quem lança feitiços.
-> Entrelace mensagens comerciais dentro de uma história maior usando o StoryPlacement®

SEXTA -> TRANSMÍDIA: MÚLTIPLAS FORMAS DE NARRAR E TRANSFORMAR A HISTÓRIA EM PATRIMÔNIO ATIVO DA EMPRESA
-> Era uma vez uma história, que graças a um storythinker virou um importante ativo de uma marca. 
-> Num belo dia, esse universo foi recortado em intrigantes narrativas. Essas narrativas foram dispostas de forma transmídia. 
-> E dessa forma os consumidores viveram felizes para sempre.

COORDENAÇÃO
ANTONIO AUGUSTO GRIECO (GUTO GRIECO)

PROFESSORES
BRUNO SCARTOZZONI @brunoscarto
Planner, escritor e especialista em storytelling. Foi um dos fundadores da Storytellers Brand n Fiction, primeiro escritório brasileiro focado em criar histórias para empresas, usando internet, cinema e teatro como plataformas. Já desenvolveu projetos para clientes como AmBev, Nestlé, Nokia, Oi e Sony, e participou das campanhas políticas online de Aloysio Nunes Ferreira e José Serra. Atualmente colabora para o Update or Die, edita o blog caldinas.com.br, desenvolve conteúdos transmídia e está envolvido na criação de duas startups: Zaanga e Ativa Esporte.

FERNANDO PALACIOS @storytell
É um dos fundadores do primeiro escritório de Storytelling no Brasil, a Storytellers Brand ’n’ Fiction que tem como principais cases: a peça de Teatro “Filhas do Dodô” para J.Macêdo e “O Mistério das Cidades Perdidas” para Mini-Schin que superou 2 milhões de leitores na internet. Criou o primeiro curso universitário de Transmídia Storytelling ministrado na ESPM. Responsável pelo storieswelike.blogspot.com, primeiro blog sobre o assunto. Como planner participou de projetos como Nokia Trends, Camarote da Brahma, Skol Beats e o lançamento do portfólio de cervejas premium da AMBEV. É formado na USP. Em seu próximo projeto irá narrar sua busca pelas Maravilhas da Humanidade enquanto escreve uma obra de ficção a partir de um aparelho celular.

MARTHA TERENZZO @marthaterenzzo9
Profissional multifacetada com experiência de mais de 25 anos na área de Marketing e Inovação. Faz projetos de inovação, dá aulas em MBA e Pós, palestras, é mentoring, colabora com diversos blogs e revistas e é Diretora da Inova 360o empresa de Inovação e Negócios.
Coordenou projetos de grande porte em empresas como : Cargill, Sadia, Parmalat, Bombril, União, Reckitt & Benckiser, Melhoramentos de Papéis, Seara e Ajinomoto. Estabeleceu processos e metodologias específicas de Marketing com visão na Gestão de Negócios e Inovação . Implementou áreas de Inovação, Marketing de alta performance nas empresas, arquitetura de marcas, gerenciamento de portfólio, lançando mais de 400 itens de consumo e novos serviços com sucesso.

INSCRIÇÕES


CONHEÇA A AGENDA DE CURSOS DE STORYTELLING NO LINK:


Já ouviu falar em high-concept?

Os roteiristas de Hollywood sabem muito bem. Nem adianta levar um roteiro para avaliação dos estúdios se não tiver high-concept.

Na medida em que o storytelling entra na vida das agências e corporações, o high-concept entra junto como se fosse um passageiro VIP.

Melhor ainda, como se fosse o indispensável co-piloto de uma aeronave.

Mas aqui está o que ninguém te conta:

Enquanto Hollywood usa high-concept para criar blockbusters de bilhões, 99% das empresas ainda apresentam suas ideias como se fossem bulas de remédio.

Hoje isso muda.


O que é High-Concept

O tal do high-concept é a ideia capaz de gerar uma narrativa interessante.

É a ideia para uma boa história.

Mas vamos além da definição básica:

High-concept é a arte de comprimir uma ideia complexa em uma proposição tão clara e intrigante que é impossível ignorar.

A Fórmula de Ouro do High-Concept

Quando você, autor, for perseguir high-concepts, não vai aceitar nada menos do que a mais alta qualidade, estou certo?

Ah, orgulho!

Pois bem, os high-concepts mais poderosos são aqueles dotados de:

  1. Uma ideia original
  2. Simplicidade brutal
  3. Compreensão instantânea
  4. Potencial narrativo infinito

Tudo isso em uma só frase.


3 Exemplos clássicos

1. Toy Story

High-concept: "É a história de uma criança e seus brinquedos... pelo ponto de vista dos brinquedos."

Por que funciona:

  • Subverte uma experiência universal (brincar)
  • Cria identificação imediata
  • Abre possibilidades narrativas infinitas

Resultado: US$ 5 bilhões em franquia.


2. Dexter

High-concept: "A história do serial killer que só caça serial killers."

Por que funciona:

  • Paradoxo moral intrigante
  • Herói e vilão na mesma pessoa
  • Tensão narrativa embutida

Resultado: 8 temporadas, fenômeno cultural global.

3. Matrix

High-concept: "A história de que, na verdade, essa nossa realidade se passa dentro dos computadores."

Por que funciona:

  • Questiona a própria realidade
  • Relevância tecnológica crescente
  • Metáfora filosófica profunda

Resultado: Revolucionou o cinema e a cultura pop.


High-Concept no Mundo Corporativo

Aqui está o insight que vale ouro:

O que funciona em Hollywood funciona na sala de reuniões.

Caso 1: Airbnb

High-concept corporativo: "E se você pudesse se hospedar na casa de um local em qualquer lugar do mundo?"

Uma frase. Uma revolução de US$ 75 bilhões.


Caso 2: Uber

High-concept: "E se seu motorista particular estivesse a um toque de distância?"

Simples. Claro. Transformador.


Caso 3: Netflix

High-concept original: "E se você pudesse alugar DVDs sem sair de casa?"

High-concept evolutivo: "E se a TV se adaptasse ao seu gosto?"


A Anatomia de um High-Concept Matador

Depois de analisar centenas de casos, identifiquei os 5 elementos que separam high-concepts medíocres dos extraordinários:

1. O Gancho Instantâneo

Deve capturar atenção em menos de 3 segundos.

Teste: Se você não consegue explicar para uma criança de 10 anos, não é high-concept.


2. O Paradoxo Intrigante

Os melhores high-concepts contêm uma contradição fascinante.

Exemplo: "O aplicativo de relacionamento para quem odeia aplicativos de relacionamento" (Hinge).


3. A Promessa de Transformação

Todo high-concept promete mudar algo fundamental.

Framework: "E se [situação comum] fosse [transformação radical]?"


4. A Universalidade Específica

Parece contraditório? É exatamente o ponto.

Deve ser específico o suficiente para ser único, universal o suficiente para todos entenderem.


5. O Potencial de Desdobramento

Um bom high-concept é como uma semente.

Contém uma árvore inteira de possibilidades.


Como Criar Seu Próprio High-Concept: O Método H.I.G.H.

Desenvolvi este framework após anos transformando apresentações corporativas em narrativas memoráveis:

H - Hook (Gancho)

Comece com "E se..." ou "Imagine..."

I - Insight (Sacada)

Identifique o paradoxo ou a transformação central

G - Grandeza

Pense grande, mas expresse simples

H - Humanidade

Conecte com uma experiência ou desejo humano universal


High-Concept na Prática: Transformando Ideias Mornas em Propostas Irresistíveis

Antes (Sem High-Concept):

"Somos uma plataforma de gestão de projetos baseada em nuvem com funcionalidades de colaboração em tempo real e integração com múltiplas ferramentas."

Depois (Com High-Concept):

"E se gerenciar projetos fosse tão simples quanto mandar um WhatsApp?"

Viu a diferença?

Antes:

"Oferecemos consultoria em transformação digital para empresas tradicionais."

Depois:

"Transformamos dinossauros corporativos em unicórnios digitais."


Os 7 Erros Fatais ao Criar High-Concepts

1. Complexidade Disfarçada

"É como Uber, mas para entregas, só que com drones, usando blockchain..."

Erro: Múltiplas ideias = nenhuma ideia clara.


2. Referências Obscuras

"É o Citizen Kane dos aplicativos de produtividade."

Erro: Se precisa explicar a referência, falhou.


3. Jargão Corporativo

"Solução end-to-end para otimização de processos..."

Erro: High-concept fala humano, não corporativês.


4. Falta de Conflito

"Um app onde todo mundo é feliz."

Erro: Sem tensão, sem história.


5. Genérico Demais

"Melhoramos a comunicação empresarial."

Erro: Poderia ser qualquer coisa.


6. Específico Demais

"App para advogados canhotos que trabalham às quartas."

Erro: Nicho pequeno demais para gerar interesse.


7. Sem Ganho Emocional

"Software de contabilidade 30% mais rápido."

Erro: Funcional, mas não inspirador.


High-Concept no Seu Dia a Dia: Aplicações Práticas

Para Apresentações

Em vez de: "Hoje vou falar sobre nosso novo produto."

Use: "E se você nunca mais perdesse uma venda por falta de follow-up?"


Para Emails

Em vez de: "Proposta de parceria anexa."

Use: "A parceria que pode dobrar seu faturamento (spoiler: não é o que você pensa)."


Para Pitches

Em vez de: "Temos uma solução inovadora."

Use: "Uber para advogados: justiça a um clique de distância."


Para Reuniões

Em vez de: "Precisamos discutir o projeto."

Use: "30 minutos para salvar 3 meses do projeto."


Abaixo um dos anúncios do Canal+, que costumam ser geniais em high-concepts.



A frase que vale bilhões (e a maioria erra)

O que Hollywood sabia que o mercado demorou uma década para entender

Em 2011, escrevi que high-concept era o "copiloto indispensável" do storytelling corporativo.

Que ingenuidade a minha.

High-concept não é copiloto.

High-concept é o próprio avião.

E descobrimos isso da pior forma possível.


A profecia que virou epidemia

2011: "Agências e corporações precisam de high-concept"

2024: "Todo mundo acha que tem um high-concept"

O resultado?

LinkedIn virou um cemitério de "É o Uber do..." fracassados.

Pitch decks com "É o Netflix de..." que nunca saem do PowerPoint.

Startups morrendo com "É o Airbnb para..." no epitáfio.

Quando todo mundo acha que tem high-concept, quase ninguém tem.


O que realmente mudou em 14 anos

1. A inflação do high-concept

2011: "Toy Story: a vida secreta dos brinquedos" = revolucionário

2025: Precisa de 3 camadas de originalidade para chamar atenção

Exemplo moderno que funciona: "Everything Everywhere All at Once: Uma lavanderia chinesa é o centro do multiverso"

Não é só "multiverso". É "lavanderia" + "chinesa" + "multiverso".

A barra subiu. E continua subindo.


2. High-concept corporativo virou commodity

Toda startup tem sua frasezinha.

Todo CMO quer seu "elevator pitch matador".

Todo CEO pratica seu "one-liner" no espelho.

O problema?

Estão confundindo slogan com high-concept.


Os 3 tipos de high-concept que dominam

1. O Paradoxo Produtivo

Junta dois opostos que não deveriam funcionar.

Exemplos vencedores:

  • "Quiet luxury" (luxo silencioso) - moda
  • "Longe de casa, perto de tudo" - Airbnb
  • "Bank that's not a bank" - Revolut


2. O Problema-Tabu

Fala do elefante na sala que todos fingem não ver.

Cases de sucesso:

  • "Tinder: todo mundo quer transar" (implícito)
  • "Robinhood: investir é para ricos" (e vamos mudar isso)
  • "Calm: você está ansioso demais" (e não é culpa sua)


3. O Futuro Óbvio

Apresenta o inevitável como se fosse revolucionário.

Quem acertou:

  • "Tesla: carros vão ser elétricos" (óbvio agora)
  • "Zoom: reuniões vão ser virtuais" (pandemia acelerou)
  • "Beyond Meat: nem toda carne vai vir de animais" (pra muita gente)

Por que 99% dos high-concepts corporativos falham

Erro 1: Confundir analogia com identidade

Errado: "Somos o Uber dos pets" Certo: "Pets em casa em 30 minutos"

Uber não é sua identidade. É só referência. E nesse caso imprecisa.


Erro 2: Complexidade disfarçada de simplicidade

Errado: "Democratizamos o acesso a soluções integradas de bem-estar" Certo: "Terapia que cabe no seu bolso"

Se precisa explicar, não é high-concept.


A matemática brutal do high-concept moderno

Princípios do sucesso:

Clareza > Terminologia

"WhatsApp para empresas" > "Solução omnichannel de comunicação corporativa"


Especificidade > Abrangência

"Inglês para devs" > "Educação global transformadora"


Problema > Solução

"Quando seu chefe é um idiota" > "Plataforma de feedback 360°"


Como criar high-concept no corre do dia-a-dia

Passo 1: Guarde a criatividade

Primeiro, busque clareza. Criatividade vem depois.

Passo 2: O teste do motorista de Uber

Você tem o trajeto para explicar. Se ele não entender, refaça.

Passo 3: A regra 7-3-1

  • 7 palavras: Versão completa
  • 3 palavras: Versão média
  • 1 palavra: Essência

Exemplo Netflix:

  • 7: "Filmes e séries ilimitados por assinatura mensal"
  • 3: "Cinema em casa"
  • 1: "Streaming"

Passo 4: Teste de sobrevivência

Funciona em:

  • Tweet? ✓
  • Manchete? ✓
  • Conversa de bar? ✓

Se sim em todos, você tem um high-concept.


O lado sombrio que ninguém fala

High-concept virou prisão criativa

Toy Story não pode deixar de ser sobre brinquedos. 

Dexter não pode parar de matar. 

Matrix não pode sair da simulação.

O sucesso do high-concept pode ser sua maldição.


A armadilha da primeira impressão

High-concept vicia em aprovação instantânea.

Mas as melhores ideias às vezes precisam maturar.

Amazon: anos para entenderem que não era "só uma livraria online"


A verdade que levei anos para aceitar

High-concept não é sobre ser esperto.

É sobre ser útil.

A melhor frase não é a mais criativa.

É a que faz alguém dizer: "Preciso disso."

Toy Story não venceu por ser "brinquedos vivos". Venceu por toda criança ter imaginado isso.

Dexter não foi sucesso por "serial killer do bem". Foi por todos fantasiarmos justiça própria.

Matrix não explodiu por "realidade simulada". Mas por todos sentirmos que algo está errado com o mundo.

High-concept de verdade não inventa. Revela.


O teste final

Seu high-concept está pronto quando:

  1. Uma criança de 10 anos entende
  2. Um CEO de 60 anos se interessa
  3. Sua mãe consegue explicar para as amigas

Se passou nos três, você não tem só uma frase.

Você tem um império em potencial.



Quer descobrir o high-concept escondido no seu negócio?

Às vezes, a frase milionária já existe. Só precisa ser descoberta.

Conte com a metodologia proprietária da Storytellers.

Porque sua próxima frase pode valer mais que seu último produto.


Fernando Palacios continua procurando high-concepts desde 2007. Encontrou vários. Descartou a maioria. Os que sobraram, mudaram tudo.

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Um projeto autoral passa por várias etapas experimentais. A primeira é de conceituar a coisa toda. Um processo que leva de meses a anos. Eu passei um bom tempo até chegar nesse formato de 'um autor que escreve pelo celular, enquanto viaja atrás das Maravilhas do Mundo, que são eleitas pelas redes sociais. Aliás, para votar é só entrar aqui :) https://www.facebook.com/questions/305977239429621/?qa_ref=bb

Depois vem a busca pela melhor forma de transformar isso num projeto comercializável. É disso que trata esse post.

Comecei meu projeto com apresentações de PowerPoint. Depois de 4 versões cheguei na final:



Em seguida fiz um vídeo no estilo 'narrativa oral'... Mas que perdeu muito impacto pela ausência do contato humano do olho no olho. Ainda mais no ambiente da internet. Então tratei de produzir um vídeo novo, em que troquei a história por técnicas narrativas. Ou seja, ao invés de contar a história, eu narro o projeto.


Para conhecer os detalhes do projeto é só entrar no site:
http://catarse.me/pt/projects/436-em-busca-da-nova-maravilha
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Inegável e inquestionável: todos contamos histórias. Temos feito isso mesmo antes que elas pudessem ser registradas. Mas quando eu falo em se tornar Storyteller, assim, em inglês e com S em caixa alta, quero  me referir ao contador de histórias profissional. Estou falando de quem tira sua renda de seus enredos. Pessoas que 'vivem para' e 'sobrevivem de' contar histórias.

É aí que entra técnica, talento e sensibilidade. Não basta fazer rimas para ser um poeta. Não basta ser alfabetizado para ser escritor. Aliás, saber escrever bem um texto técnico, científico ou publicitário não ajuda (e às vezes atrapalha) a escrever um narrativo. Da mesma forma, não basta contar histórias para ser um Storyteller. Tem muita gente que começa a contar uma história e logo causa o efeito oposto do esperado: ao invés de entreter, entedia.

Entreter é um dos fatores primordiais da narrativa. Se não for para entreter, melhor ser direto ao ponto como faz o jornalismo contemporâneo. Mas não fica por aí. A atenção é, sim, o oxigênio das histórias. Mas as histórias respiram por um motivo. E esse motivo, que reside na raiz tanto da literatura como da dramaturgia, foi o que manteve viva a tradição de contar histórias por tanto tempo: contar verdades que de outra forma seriam amargas demais para engolir.
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Storytelling ainda é um aprendizado recente no  mundo corporativo. E já que alguns cursos questionáveis têm aparecido por aí, vale o alerta em favor da qualidade do conhecimento:

Pessoas que trabalham marca precisam aprender como usá-la para enriquecer uma boa história e não o contrário. O mundo não precisa de um 'merchan de novela' que dure a história toda. Aliás, a audiência castiga. A atenção vaga. O canal muda. A página fecha.  


Não é porque um anúncio tem mais que 30 segundos que ele vira uma história. Mas vai custar mais caro por isso. Para que o feitiço não volte contra o feiticeiro o melhor é evocar um mago experiente. O Mestre dos Magos, se possível. Quando investir em storytelling, investigue o storyteller. 


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Desconfie do 'consultor', 'palestrante' ou 'professor' que se diz 'especialista em storytelling'. Desconfie e investigue especialmente quem classificar storytelling como 'ferramenta'. Universidades de grife, anos de experiência no mercado e o uso termos corporativos como 'branding' e 'stakeholder' de nada valem para storytelling se o 'especialista' nunca tiver escrito uma história de verdade... de verdade humana e sinceridade emocional. 
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O inverso também é verdadeiro. Não adianta uma marca investir numa história que não esteja em real sintonia com a estratégia de branding. E, sim, são poucos os profissionais capazes de juntar os dois expertises.


Até por isso os bons cursos são raros. Mas eles aparecem. A primeira lição sobre storytelling é que a narração de histórias é um ato de perseverança. Investigue e continue investigando. Não faça um curso só porque é o único disponível. Mesmo que o pato seja servido ao molho de laranjas, quem paga é você.

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Agora, se você realmente quer se aprofundar na arte de contar histórias, aproveite para se inscrever no curso que aborda uma visão holística acerca do Storytelling:

INOVAÇÃO EM STORYTELLING – DO BRANDED CONTENT À TRANSMÍDIA

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Não posso dizer que tenho todo o conhecimento de storytelling. Na verdade, nenhum autor pode. Aliás, os grandes autores dizem que 'você jamais pode dominar a arte de contar histórias, no melhor cenário você pode aprender a contar aquela história em que está trabalhando.' 


O ato de narrar histórias é o centro de todas as formas artísticas e um processo de aprendizado que dura a vida toda. E mesmo sendo uma das atividades mais antigas da Humanidade ainda é um assunto em constante evolução. Volte um século no tempo e nem cinema existia. E hoje existe essa coisa com o estranho nome de transmídia. Se há tanta informação e transformação, por onde começar? 


O primeiro passo é garimpar o próprio histórico de vida atrás das grandes descobertas e experiências transformadoras.  É preciso extrair do histórico as boas histórias.  


Para se tornar um storyteller profissional é preciso transformar essas histórias em projetos. Ou seja, obter renda dos enredos. Não é fácil. Mas também não é impossível. Tá aqui o exemplo.


Tudo parte do sonho. De querer algo distante. Como uma fruta num galho mais alto que o braço alcança. Mas de querer tanto aquela fruta que se disponha a trepar na árvore, sabendo que o galho pode quebrar e cair. Ou de vencer a preguiça e ir buscar uma escada. Ou ainda de construir uma escada. É como dizem em outras terras ‘where there’s a will, there’s a way’.


Sonhos temos todos. São como sentimentos. Alguns deixam mais trancados, mas não é por isso que deixam de existir. Nada que uma busca interna não encontre. #google-se


Com esse sonho em mente o próximo passo é ao papel passá-lo. Mas isso fica para o próximo post. Até lá, tenha bons sonhos!


‎"A gente tem que sonhar, se não as coisas não acontecem" ~Oscar Niemeyer

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Se você quiser se aprofundar na arte de contar histórias, aproveite para se inscrever no curso de storytelling:

INOVAÇÃO EM STORYTELLING – DO BRANDED CONTENT À TRANSMÍDIA
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Isso já tem se tornado um certo padrão. Muitas pessoas me procuram dizendo que estão com um problema danado na hora começar a escrever um texto: elas simplesmente não conseguem começar. É uma síndrome que parece afetar cada vez mais pessoas. Ou vai ver que sempre afetou todo o mundo e eu, como cada vez sou mais visto como escritor, estou sendo mais assediado pela questão. Seja como for, a resposta fácil seria: 'não pense nisso, busque inspiração, vá dar uma volta pelo parque, leia um livro e lave a louça.' Às vezes isso até resolve. Às vezes.

A coisa mais importante para vencer esse momento é imaginar que você está numa praia prestes a embarcar num bote e sair navegando por mares até então somente sonhados. Você está no momento de passar a rebentação, de vencer resistências naturais e inevitáveis do início do percurso.

Eu só conheço um jeito de transpor as ondas da resistência, e é justamente escrevendo. Escrevendo apesar de tudo.

Fazer outra coisa só vai te distanciar aquilo que você deveria estar fazendo, escrevendo. Escrevendo já sabendo que todas aquelas palavras que estão sendo digitadas em breve serão deletadas. Escrevendo mesmo achando que a sua história não valha nada. Escrevendo até mesmo seus pensamentos negativos sobre a sua escrita. Escrevendo até que do meio de tudo aquilo que você considera esterco vire adubo. Uma hora algo floresce.

A verdade é que quase todas as palavras escritas ficarão no escuro da lixeira, sem jamais ver a luz do dia. Mesmo os romancistas mais consagrados, com 30 anos de profissão e prêmios mundiais de literatura, trabalham em média dez horas para produzir uma página publicável. E é óbvio que eles não escrevem devagar. O ponto é que de tudo o que escrevem apenas uma página se salva. É um ofício de garimpo, esse do autor. O autor passa as horas minerando a própria mente até que encontre uma frase ou ideia preciosa.

Existe um conto do Richard MacKenna em que ele diz que precisou escrever 100 páginas de texto para só então começar a escrever a primeira página do seu primeiro livro. Escrever é isso mesmo. É explorar seu mundo imaginário com palavras. É uma expedição sem a menor garantia de sucesso. Até por isso o grande talento de um autor não é a habilidade de criar ou de contar uma boa história, mas essa espécie de perseverança inexplicável.
A disposição para acordar todos os dias pronto para travar mais um duelo contra a página em branco. Talvez por isso Gertrude Stein tenha escrito 'to write is to write is to write is to write.'

Então faça como ela e escreva. Escreva tendo em mente os escritores que datilografavam suas histórias em máquinas Olivetti e que enchiam os cestos de lixo com bolas de papel. Escreva pensando que você ainda não deve pensar na qualidade. Escreva sabendo que uma hora você vai ter que voltar, reler e editar tudo. Escreva, mas escreva sem o editor do seu lado. Dê férias para ele, ou ele te trava. Escreva com a criatividade infantil e descompromissada. Agora é hora de brincar com a criança interior e deixar para mais tarde o editor. Escreva como Hemingway 'write drunk, edit sober.'

Lembre-se: toda vez que você se deparar com um bloqueio criativo, eis mais um motivo para você encarar o papel ou o computador e escrever. Escrever nem que seja por escrever. Escrever até cansar de se irritar por estar escrevendo tanta bobagem. Escrever até a câimbra afligir os dedos e chamar isso de aquecimento. Escrever até o editor em você concluir que a única explicação para você ignorar seus berros seja que seus ouvidos já não funcionam. Escrever sabendo que sua única arma é escrever.

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É novidade, mas já tem gerente de marketing usando para alavancar venda de produtos. Tem gestor de marca usando para conquistar fãs nas redes sociais. Algumas empresas estão usando para atrair talentos. Há casos de Diretores usando para motivar suas equipes. Até mesmo CEOs têm usado para valorizar as ações na bolsa. Estamos falando do Storytelling. As corporações estão reinventando uma das atividades mais antigas da Humanidade: a arte de contar histórias.
Só aumenta o número de interessados em dominar as funcionalidades do storytelling: storytelling para apresentar um PPT, storytelling para maximizar campanhas de publicidade, storytelling para construir reputação corporativa, storytelling como estratégia de marketing, storytelling para gestão de pessoas, storytelling para alavancar organizações, storytelling para potencializar negócios, storytelling para perpetuar a memória empresarial, storytelling como forma de dar um upgrade no plano de comunicação, storytelling como ferramenta de gestão, storytelling para incentivar público interno, storytelling como ferramenta comercial, storytelling para orquestrar o lançamento de um produto, storytelling como modelo de negócios e até mesmo como se tornar um storyteller corporativo. 

Tudo isso envolvendo uma série de modalidades como: transmídia storytelling, product placement (merchandising), advertainment, branding storytelling, digital storytelling, branded content, branding fiction, advertelling, business storytelling, storytelling na política, storyupgrading, storyframing, storyplacement. O problema é a escassez das informações, seja em cursos ou livros.


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Bons cases é o que as pessoas mais pedem nos cursos e palestras. Quando abro para perguntas já espero alguém perguntar 'tem algum exemplo de storytelling na prática?'. E o que as pessoas buscam são cases mais próximos da realidade, que não exija milhões para ser produzido. Essa é uma das genialidades do W'nderer Writer e a Volta ao Mundo.

É um case que tem tudo: tanto histórias reais como ficcionais. Um tema fascinante. Uma plataforma transmídia de publicação. Interatividade capaz de mudar os rumos da narrativa. Conteúdos capazes de agregar muito valor a uma marca... e tudo isso feito com uma verba que qualquer pequena empresa poderia investir.

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O storytelling já começa a mostrar sua força na apresentação. O Power Point é usado para contar uma história. E a história e contada para apresentar o projeto. Daqui para frente não passo um curso, palestra ou entrevista sem falar dele.