O BENEFÍCIO-CHAVE DO STORYTELLING

Quando falamos das razões para fazer storytelling na comunicação contemporânea, inevitavelmente falamos em conquista de atenção. Aliás, o primeiro a falar sobre isso foi Herbert Simon, quando disse:
“O excesso de informação gera a escassez da atenção.”
Essa frase é a base do que chamamos por “Economia da Atenção”, ou, resumindo em poucas palavras, “está cada vez mais difícil fazer o seu consumidor prestar atenção no que você tem a dizer”. Recentemente, dois grandes pensadores da comunicação também colaboraram com o mesmo diagnóstico. Umberto Eco foi o primeiro deles:
“O excesso de informação provoca amnésia.”

E em sequência, foi a vez do filósofo polonês Zygmunt Bauman, ao afirmar que nos dias de hoje o excesso de informação é mais perigoso do que a falta dela. Levando essas três cabeças em conta, como comunicar a sua marca para um público cada vez mais distraído aos intervalos comerciais?
Pois é em meio a isso que o storytelling surge, ou ressurge, e fica tão em voga à tudo que diz respeito a comunicação publicitária. Se contar histórias na publicidade é um artifício de longa data, é também pela falta de atenção do consumidor que atualmente se fala em storytelling para inovar.
Também por isso é que quando falamos em storytelling, os exemplos não são só da publicidade ou do marketing. Afinal, se os publicitários penam para conseguir manter 30 segundos de atenção, enquanto o Quentin Tarantino continua fazendo filmes de sucesso com quase 3 horas de duração, nos queremos entender o porquê e como podemos fazer semelhante para uma empresa.


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