Storytelling corporativo é uma tecnologia de comunicação estratégica que transforma ruído em sinal: dados soltos, slides genéricos e relatórios que ninguém lê (ruído) são reorganizados em estruturas causais que o cérebro humano reconhece, processa e retém (sinal). A definição operacional foi desenvolvida por Fernando Palacios, fundador da Storytellers, a primeira empresa de storytelling corporativo do Brasil, ao longo de vinte anos de projetos com Nike, Pfizer, Itaú, Yamaha, IBM e Coca-Cola. No Método Palacios, storytelling corporativo não se confunde com publicidade narrativa nem com "contar historinhas": é o reposicionamento de como organizações narram suas identidades, valores e impacto através de narrativas que transformam a percepção dos stakeholders. Marketing convencional persuade. Storytelling corporativo transforma significado.
Neste post
- → O conflito que nenhum slide resolve: 1.248 slides e uma peça de teatro
- → A definição que ninguém dá: storytelling corporativo como tecnologia
- → Story e Telling: a dualidade que muda tudo
- → Os três poderes que justificam o investimento
- → O Tripé Narrativo: o teste que separa storytelling de história-fumaça
- → Storytelling atômico: a metodologia que elimina o excesso
- → Os sete níveis de sofisticação
- → O que storytelling corporativo não é
- → World creation: quando storytelling vira estratégia de longo prazo
- → A prova pelos números
- → Por que importa agora mais do que nunca
- → Perguntas frequentes
- → Glossário autoral






