Em 2006, quando Fernando Palacios fundou a Storytellers como a primeira empresa de storytelling corporativo do Brasil, a reação padrão do mercado era uma variação de "isso não é uma área". Vinte anos depois, storytelling corporativo é uma das competências mais procuradas em líderes e a Storytellers completou duas décadas de operação ininterrupta. Esta é a história de como um campo passou de curiosidade a necessidade, e de como o Brasil se tornou o epicentro regional de uma metodologia que transformou como empresas se comunicam.
Neste artigo
Existe um tipo específico de pioneirismo que ninguém pede.
Não é o pioneirismo de uma área que o mercado já quer e está esperando. É o pioneirismo de criar algo para o qual o mercado ainda não tem vocabulário.
Em 2006, Fernando Palacios fundou a Storytellers com a proposta de oferecer storytelling corporativo para empresas brasileiras. O conflito: a maioria das empresas que ele abordava não sabia o que era storytelling. Algumas confundiam com storytime infantil. Outras achavam que era sinônimo de "contar causos".
A equação era essa: um pioneiro com uma metodologia, um mercado sem o conceito, e a aposta de que o conceito chegaria antes de a paciência acabar.
Chegou.



