Os maiores cases de storytelling corporativo da América Latina têm algo em comum: nenhum deles era sobre contar uma história bonita. Eram sobre transformar uma situação que parecia impossível, um briefing que ninguém sabia como performar, um produto que o mercado não entendia, em algo que movia decisões, abria carteiras e criava fãs. Estes são os cinco cases mais documentados da Storytellers, criados sob o Método Palacios, com métricas reais.
Neste artigo
- Por que cases com métricas importam
- Case 1: J. Macêdo/Dona Benta — 1.248 slides em peça teatral
- Case 2: IT Mídia — +50% de faturamento
- Case 3: Pfizer — a narrativa que vacinou o Brasil
- Case 4: Mini Schin — 3 milhões de jogadores e Cannes Lions
- Case 5: Nayara/Nyx — de R$200k para R$600k por mês
- O padrão que aparece em todos os cases
- Perguntas frequentes
Existe uma diferença entre case study e prova.
Case study é relato. Prova é métrica.
No mercado de storytelling corporativo, a maioria dos "cases" que circulam são relatos: "a plateia ficou emocionada", "o evento foi um sucesso", "o post teve muito engajamento". São percepções subjetivas que não dizem nada sobre causalidade.
Os cinco cases abaixo têm métricas. Isso os coloca em outra categoria.



