Cada projeto tem um showrunner. Este é o Fernando Palacios.
Da concepção narrativa ao grand finale: projetos que mudam como marcas se comunicam.
Um projeto corporativo de storytelling é diferente de uma palestra ou treinamento: é uma intervenção de maior escopo, em que Fernando Palacios atua como showrunner, do diagnóstico narrativo até o grand finale. Campanhas, eventos anuais, comunicação de resultados, transformação cultural, estreia de produto: cada projeto tem um arco narrativo construído sob medida para o mecenas.
Segundo Fernando Palacios, um projeto corporativo de storytelling começa sempre pela mesma pergunta: qual é o conflito que esta empresa precisa resolver com narrativa? A resposta define tudo que vem depois.
Os 7 pilares de um projeto que dura
Ao longo de 20 anos e mais de 100 projetos corporativos, os trabalhos de maior impacto têm estes sete elementos em comum. São diagnóstico, não receita: a checklist do que transforma um briefing em patrimônio narrativo.
A mensagem viaja dentro de uma experiência que a plateia escolhe viver. Quem entretém primeiro tem o direito de convencer depois.
Um mundo com leis próprias, história e conflitos consistentes. Não um tema de campanha: um universo habitável que a empresa continua expandindo sozinha.
Personagens com falhas mapeadas, motivações reais e arcos de crescimento. São a estrutura emocional que conecta o público ao conteúdo estratégico por baixo.
O formato não é suporte: é parte da mensagem. Mudar de slides para teatro, de relatório para game, de manual para série, já é uma decisão de comunicação antes de qualquer palavra.
A ficção permite falar do que é difícil de nomear diretamente: vulnerabilidade, medo, resistência à mudança. O personagem carrega o conflito real; o público o reconhece sem se sentir exposto.
O cliente não recebe o projeto pronto: constrói junto. "Dias de personagem", workshops de worldbuilding, sessões de imersão narrativa. O resultado pertence à empresa, não a um fornecedor.
O projeto termina com patrimônio documentado: universo narrativo, biblioteca de personagens, guia de tom, arquitetura de expansão transmídia. Não um evento, um ativo.
O que já foi feito
Mini Schin
3 milhões+ de jogadores | Finalista Cannes LionsO conflito: a Mini Schin precisava de mais do que exposição de marca. Precisava de engajamento real com uma plateia jovem que consumia experiência, não publicidade. Uma campanha comum não resolveria.
Fernando entrou como showrunner criativo. A decisão central foi radical: transformar a campanha em game. Cada elemento do projeto, mecânica, tema, narrativa do universo, tinha função estratégica definida. O entretenimento era o meio; o vínculo com a marca era o fim.
O grand finale: 3 milhões+ de jogadores e uma indicação ao Cannes Lions. Uma campanha que entrou para o histórico do mercado publicitário brasileiro.
IT Mídia
+50% de faturamento no eventoO conflito: um evento de tecnologia bem produzido que não conseguia crescer faturamento. O programa técnico era sólido, os palestrantes eram referências, mas a percepção de valor da plateia não acompanhava a qualidade do conteúdo.
Fernando redesenhou o contexto narrativo do evento: não o conteúdo, mas a forma como a experiência era entregue e comunicada. A plateia não recebeu mais informação: recebeu mais significado. O contexto transformou o valor percebido.
O resultado: crescimento de 50% no faturamento do evento. O que mudou não foi o tema, foi a narrativa ao redor dele.
Dona Benta
1.248 slides convertidos em peça teatralO conflito: 1.248 slides de uma apresentação corporativa que, por mais rica que fosse em conteúdo, não conseguia manter a atenção da plateia nem provocar decisões. O volume de informação era o conflito, não a resolução.
A virada foi radical: a apresentação virou peça teatral. Não como metáfora, como decisão criativa concreta. Forma é conteúdo: quando a forma de entregar a mensagem muda, a mensagem em si se transforma. A plateia que dormia na apresentação passou a viver a experiência.
O legado: um case de referência sobre o que acontece quando se para de perguntar "o que comunicar" e começa a perguntar "como a plateia precisa receber isso".
Planeta Violeta (BusinessLand)
Nota metodológica 9.3 | Educação financeira para jovens de 13 a 17 anosO conflito: como ensinar educação financeira para adolescentes sem que o tema dispare vergonha, desinteresse ou rejeição? A linguagem adulta sobre dinheiro não funciona para quem ainda não tem autonomia financeira real.
A decisão central: transformar o conteúdo em colônia espacial habitável com painéis de LED. Debater "créditos intergalácticos" elimina a vergonha do endividamento real. Sete personagens com autobiografias psicológicas densas, cada um espelhando uma insegurança financeira específica do público jovem. Distanciamento via ficção como método de aproximação ao conteúdo sensível.
O resultado: transformação comportamental sem humilhação. O projeto de nota mais alta já avaliado na metodologia interna da Storytellers.
Wedoo: A Enzima I
Nota 8.5 | 549 páginas | 24 personagens | 3.500 anos de linha do tempoO conflito: uma empresa de saúde e bem-estar precisava de um programa de treinamento que gerasse adesão interna antes mesmo de começar, e que os representantes levassem com eles como identidade, não como obrigação.
Fernando construiu um universo narrativo corporativo completo: uma civilização futurista com 3.500 anos de história, 24 personagens com autobiografias psicológicas únicas e "dias de personagem" em que mais de 15 executivos seniores habitaram seus personagens em imersões antes do lançamento. 549 páginas de material narrativo documentado.
O processo cocriativo foi o projeto: a adesão interna foi construída durante a criação, não depois. No dia do lançamento, a equipe já era parte do universo.
Plenance (Libbs Farmacêutica)
Nota 8.5 | 16 versões de livro ilustrado | FarmacêuticoO conflito: treinar representantes farmacêuticos para comunicar um produto complexo de forma que médicos lembrassem, sem usar a linguagem técnica genérica que soa igual a tudo na área.
A solução foi mitológica: criação de "Cólera Verde", uma mitologia proprietária com mosquito ficcional (Aedes Veridis) como veículo narrativo para a mensagem clínica. 16 versões do livro ilustrado distribuídas para diferentes perfis de plateia médica, cada uma com ênfase narrativa distinta.
O legado: um universo narrativo que os representantes usavam como ferramenta de diferenciação em consultório. A concorrência tinha bula; a Libbs tinha mitologia.
Para que tipo de projeto?
Os projetos corporativos da Storytellers se aplicam a qualquer contexto em que uma organização precisa de impacto narrativo em escala: eventos anuais que precisam de mais do que produção, campanhas de comunicação interna que precisam de mais do que informação, estreias de produto que precisam de mais do que divulgação, comunicação de resultados que precisam de mais do que dados, e processos de transformação cultural que precisam de mais do que declaração de valores.
O que todos têm em comum: não são projetos de execução. São projetos em que a arquitetura narrativa é a decisão mais importante antes de qualquer outra.
O que a empresa leva no final
Um projeto corporativo da Storytellers não termina no dia do grand finale. Termina com ativos documentados que a empresa pode usar, expandir e reutilizar sem depender de uma nova contratação.
O Wedoo entrou com um briefing de treinamento e saiu com 549 páginas de universo narrativo, 24 personagens e uma trilha de imersões que gerou adesão interna antes de qualquer treinamento formal. A Plenance (Libbs) construiu uma mitologia farmacêutica própria com 16 versões de livro ilustrado distribuídas entre representantes. A Animados Zoo (M. Dias Branco) criou 106 páginas transmídia com personagens baseados em Psicologia Positiva VIA para o time de vendas da Richester. São ativos: continuam gerando valor muito depois do projeto encerrado.
Perguntas frequentes
Qual é o tamanho mínimo de projeto para contratar a Storytellers?
Não existe mínimo definido em tamanho ou orçamento. O critério é aderência narrativa: o projeto precisa de decisões de narrativa no nível estratégico, não apenas de execução criativa. A primeira conversa de diagnóstico define se faz sentido para os dois lados.
A Storytellers assume a execução completa do projeto ou apenas a curadoria narrativa?
Depende do projeto. Fernando Palacios pode atuar como consultor estratégico de narrativa (trabalhando com a equipe interna e a agência da empresa) ou como showrunner end-to-end, assumindo toda a direção criativa até o grand finale. O modelo é definido no diagnóstico.
Quantos projetos corporativos a Storytellers conduz simultaneamente?
O envolvimento direto de Fernando limita o número de projetos simultâneos. A Storytellers não escala a volume: escala ao nível de excelência que cada projeto merece. Consulte disponibilidade antes de definir cronograma.
O que diferencia um projeto da Storytellers de uma agência criativa convencional?
Agências criam comunicação. A Storytellers constrói universos narrativos que as empresas habitam. A diferença é de profundidade e durabilidade: a agência entrega a campanha, a Storytellers entrega o patrimônio narrativo que fundamenta todas as campanhas futuras. E Fernando Palacios atua como showrunner, não como consultor: assume a responsabilidade criativa, não apenas a orientação.
A Storytellers já fez projetos na área farmacêutica?
Sim. O caso Plenance (Libbs Farmacêutica) é uma das referências mais completas: criação de uma mitologia proprietária com personagem e universo ficcional para treinamento de representantes médicos, com 16 versões de material distribuídas por perfil de audiência. Para o setor farmacêutico, o storytelling resolve o conflito específico de comunicar ciência complexa de forma memorável, em um ambiente em que todas as mensagens concorrem em linguagem técnica similar.
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