Cases: Campanhas

Campanhas que a plateia não esquece porque participou delas.

Campanhas de comunicação têm um problema de longevidade: o mercado consome e esquece. A Storytellers resolve esse problema transformando campanhas em experiências que a plateia quer repetir. Quando a plateia participa da história, ela não esquece, ela compartilha.

Schincariol — Mini Schin

A campanha que virou game: 3 milhões de jogadores e finalista em Cannes

A Schincariol precisava de presença digital para a Mini Schin, sua marca de refrigerante infantil. O briefing dizia: "site". O conflito era que site institucional não engaja o público infantil, não gera retorno recorrente e não cria lembrança de marca.

A Storytellers entregou um game. Não qualquer game: 84 combinações narrativas onde cada criança construía sua própria aventura com os personagens da marca. A participação ativa substituiu a exposição passiva. A criança não via a marca, ela vivia dentro dela.

Finalista Cannes Lions International Festival of Creativity, 2008 — O maior festival de criatividade e comunicação do mundo reconheceu o case como inovação em entretenimento estratégico de marca.

Resultado: 3 milhões+ de jogadores. Finalista Cannes Lions 2008. Plataforma ficou no ar por quase uma década. Um dos primeiros cases de gamificação de marca no Brasil, antes do conceito ter esse nome.
Nyx Beauty — Nayara Scalzaretto

De 16 mil para 236 mil seguidores: narrativa pessoal que triplicou a receita

Nayara tinha uma marca de beleza com 16 mil seguidores e uma receita de R$200 mil por mês. Tinha produto bom, tinha plateia, mas a comunicação era genérica. A narrativa da marca não se diferenciava das centenas de outras marcas de beleza nas redes.

A Storytellers trabalhou a Inteligência Narrativa da marca: identificou o conflito que a audiência de Nayara carregava, construiu o arco narrativo da fundadora como protagonista com missão clara, e aplicou o Método Palacios na produção de conteúdo recorrente. A audiência não seguia mais uma marca de beleza: seguia uma história.

Resultado: 16 mil para 236 mil seguidores. Receita de R$200 mil para R$600 mil por mês em dois anos. Crescimento de audiência sustentado, não baseado em virais isolados. A narrativa pessoal se tornou o principal ativo de marketing da marca.
Troiano Branding — Dona Benta

Os 1.248 slides que viraram peça teatral: R$1M investido

A Troiano Branding havia concluído pesquisa extensa sobre a marca Dona Benta: 1.248 slides de dados. O conflito duplo: ninguém conseguia absorver 1.248 slides, e o presidente da empresa tinha o hábito de interromper apresentações no oitavo slide. A estratégia proposta eliminava 40 das 44 marcas da empresa, marcas que o próprio presidente havia criado.

Fernando transformou os 1.248 slides em "As Filhas do Dodô": uma peça teatral sobre uma família onde os conflitos da preparação do jantar de Dia dos Pais revelavam estrategicamente os dados da pesquisa. Os quatro perfis de consumidoras viraram personagens. O CEO virou pai que precisava tomar uma decisão difícil.

Resultado: 200 colaboradores e o CEO hipnotizados. Estratégia aprovada. Projeto expandiu para transmídia: 2 peças + 1 filme + 2 talkshows. R$1 milhão investido. O case demonstrou que forma é conteúdo: a mesma informação entregue em formatos diferentes produz resultados radicalmente diferentes.

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