Cases: Comunicação Interna
Quando as histórias certas chegam às pessoas certas, a cultura muda.
Comunicação interna enfrenta o conflito mais difícil: a plateia não escolheu estar lá. Treinamentos obrigatórios, comunicados corporativos, programas de integração: o conteúdo pode ser excelente e ainda assim passar por cima da cabeça de quem mais precisa dele. A Storytellers resolve esse conflito tornando a comunicação interna uma experiência que a equipe quer ter, não apenas uma obrigação que precisa cumprir.
24 turmas em 8 anos: o treinamento pontual que virou cultura organizacional
A Yamaha contratou a Storytellers para um treinamento de comunicação corporativa. O conflito que surgiu no processo: treinamentos pontuais mudam comportamento na semana seguinte. Um mês depois, os velhos padrões voltam. A Yamaha queria mais do que um dia de formação, queria transformação permanente.
O Método Palacios foi aplicado progressivamente, em turmas que se aprofundavam a cada edição. A equipe interna passou a ser referência de comunicação narrativa dentro da empresa. O modelo foi replicado e reconhecido internacionalmente.
O maior programa de storytelling in company do Brasil: um terço da equipe capacitada
O Sebrae-MG queria desenvolver a capacidade narrativa da equipe de consultores que atende pequenos empresários. O desafio: consultores treinados para transmitir informação, não para construir narrativas que mudam a percepção dos empreendedores que atendem.
A Storytellers desenvolveu um programa in company em escala: 10 turmas de formação que chegaram a um terço da equipe nacional. Cada consultor saiu não apenas com técnicas de comunicação, mas com um framework narrativo aplicável em cada atendimento, em cada oficina, em cada projeto de mentoria com empreendedores.
Briefing técnico de vacinas que mobilizou profissionais de saúde a agir
A Pfizer precisava comunicar dados de eficácia de vacinas para equipes de saúde de forma que mobilizasse, não apenas informasse. O conflito dos profissionais de saúde: excesso de informação técnica, escassez de urgência narrativa. O dado correto chegava, mas sem o arco que tornava necessária a ação imediata.
O Talk de Midas foi aplicado para transformar o briefing técnico em arco narrativo: dados de eficácia e protocolos clínicos foram recontextualizados como capítulos de uma história onde a plateia era protagonista das decisões clínicas. A ciência não foi simplificada. Foi humanizada.
Forjando uma alma para o banco: arquétipos que escolheram o ar
O Itaú precisava de personalidade para a IA do banco. O conflito: como humanizar uma máquina quando a instituição centenária carregava arquétipo de "Terra" (segurança, tradição, estabilidade)? Quatro equipes multidisciplinares, cada uma com um arquétipo elementar diferente.
A instituição histórica, tipicamente "Terra", escolheu "Ar". Executivos choraram durante as apresentações do conceito. Depois veio a criação de voz unificada para os scriptwriters, personagem interno que "ganhou vida própria" em 6 meses. O gerente sênior depois disse: "Pensávamos que estávamos criando um personagem. Estávamos forjando uma alma para o banco."
A frustração que nasceu o método: doença invisível vira mitologia corporativa
Em 2013, Fernando Palacios recebeu um briefing da Libbs sobre o Plenance, medicamento para condição invisível. A proposta foi rejeitada. A pasta foi jogada sobre a mesa. Era o conflito mais honesto que Fernando já tinha enfrentado: como comunicar algo que a ciência entende mas o ser humano não consegue ver ou sentir?
Da frustração nasceu uma solução radical: criar uma mitologia. O "Cólera Verde" — uma entidade narrativa que dava forma, cor e urgência para algo que não tinha representação sensorial. A abstração clínica ganhou personagem. O personagem gerou adesão que o dado técnico nunca conseguiria.
Tem uma mensagem que precisa mudar como a equipe pensa e age?
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