Storytelling Para Não-Criativos
Você não precisa ser escritor para contar histórias que movem decisões.
Segundo Fernando Palacios, Storytelling Para Não-Criativos é o programa mais procurado da Storytellers para equipes técnicas. Destina-se a profissionais que dominam o que fazem, sejam médicos, engenheiros, financeiros, advogados ou analistas de dados, mas que travam na hora de comunicar isso para quem precisa tomar decisão baseada no seu trabalho. O programa parte de uma premissa provocadora: criatividade não é pré-requisito para comunicar com impacto. É estrutura.
O conflito que esse programa resolve
Existe uma injustiça estrutural no mercado de trabalho: os profissionais que produzem os resultados mais valiosos são frequentemente os menos capazes de comunicar esses resultados para quem toma decisão. O engenheiro que resolveu o problema mais difícil do trimestre perdeu o orçamento para o colega que apresentou melhor. O médico que tem o diagnóstico correto não consegue adesão do paciente. O analista que encontrou o insight no dado não conseguiu que ninguém no board mudasse de decisão.
O conflito não é competência técnica. É narrativa. E narrativa pode ser aprendida com método.
Quem precisa deste programa
Médicos e profissionais de saúde
Que precisam comunicar protocolos, diagnósticos ou resultados clínicos para pacientes, familiares ou comitês de aprovação.
Engenheiros e técnicos
Que precisam defender projetos, justificar investimentos ou explicar soluções complexas para lideranças não-técnicas.
Financeiros e analistas
Que precisam transformar dados, projeções e análises em narrativa de negócio que move um board a decidir.
Jurídicos e consultores
Que precisam construir argumentos que convencem, não apenas que informam. Autoridade narrativa para sócios e especialistas.
Cientistas de dados
Que precisam que alguém entenda o que eles descobriram. A história do dado é diferente do dado: aqui, aprendem a diferença.
Equipes de P&D
Que precisam comunicar o valor de um projeto de longo prazo para quem precisa de resultado no trimestre.
O que muda
O participante do programa não sai sabendo "contar histórias". Sai com um framework específico para o seu contexto técnico: como estruturar a apresentação do próximo projeto, como construir o argumento para a próxima aprovação, como comunicar o próximo dado para quem não é da área.
A Storytellers já aplicou o programa em oncologistas (Pfizer Beyond Oncology Forum), engenheiros de software, analistas financeiros, advogados de banca, gestores de P&D e equipes de suporte técnico. Em todos os casos, o conflito era o mesmo: domínio do tema, insuficiência na comunicação do tema.
Prova: Não-criativos engajam quando há enredo
Perguntas frequentes
O programa funciona para qualquer área técnica?
Sim. O Método Palacios é adaptado para o contexto específico da equipe: o tipo de plateia que ela precisa mover, o formato de comunicação mais comum no setor e os conflitos típicos de quem comunica naquela área. Médicos, engenheiros, financeiros e jurídicos têm casos e conflitos diferentes, mas o framework narrativo se aplica a todos.
Qual é o formato do programa?
O formato padrão é um dia de imersão, customizado para a equipe. Para equipes maiores ou com necessidade de aprofundamento, o programa pode ser expandido para dois dias. A versão palestra (meio dia) está disponível como introdução ao tema, mas a transformação real ocorre na versão workshop, onde os participantes aplicam o método em situações reais do trabalho.
É possível combinar com outros programas INCOMPANY?
Sim. Frequentemente, equipes começam com Storytelling Para Não-Criativos e depois avançam para o Talk de Midas (para performances específicas) ou para o Date With Data (para equipes que trabalham com dados). O ponto de partida é a conversa de diagnóstico, onde definimos qual sequência faz mais sentido para o conflito específico da organização.
Criatividade não é pré-requisito para comunicar com impacto.
É estrutura. E estrutura pode ser ensinada.
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