POR QUE OS VALENTÕES FAZEM TANTO SUCESSO? (PARTE 2)



Vamos continuar explicando a luz da psicologia por que os valentões fazem tanto sucesso. Na primeira parte que você pode ler aqui, explicamos por que um dos ingredientes de um bom valentão é uma pitada de perversão. Agora entenda o que a obsessão tem a ver com isso:
PARTE 2:
Além da fixação do objeto de desejo, como vimos no artigo anterior, a perversão está conectada a ausência de culpa mesmo diante dos atos mais macabros, o que tira o seu carisma. Então em geral os anti-heróis como eu e você são neuróticos. Mais especificamente neuróticos obsessivos onde há uma idéia de fixação do objeto de desejo, assim como na perversão.
Porém, eles têm em sua personalidade conceitos de moral e ética, ao contrário dos perversos e a transgressão destes conceitos pesa em sua consciência, o que torna o personagem mais cativante.
Um neurótico obsessivo irá ter objetivos claros e transgredir regras para alcança-los, o que o torna forte. Mas haverá momentos de vacilo em que ele irá refletir sobre seus atos e arcar com as consequências. O perverso não tem esse momento de reflexão porque é um sociopata, ou seja, incapaz de viver em sociedade.
É por isso que personagens como o serial-killer Dexter, apesar de serem “diagnosticados" como perversos em suas histórias são na verdade neuróticos obsessivos, pois em algum momento refletem sobre seus atos. Enquanto outros como o doutor Hannibal Lecter geralmente são vistos como vilões ou personagens secundários, porque não existe possibilidade deles hesitarem em suas ações pois são sociopatas.
Descobrimos até aqui que ser um valentão é diferente de ser o perverso, apesar de ambos compartilharem traços de personalidade. Mas será que é possível ser um valentão durante todo o tempo? Descubra na última parte do artigo!

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