SELEÇÃO BRASILEIRA DO STORYTELLING


A poucas horas do jogo entre Brasil e Alemanha, o assunto que domina o burburinho dos torcedores é o mesmo: quem substituirá o lesionado Neymar? Será Willian? Bernard? Ou Luiz Gustavo voltará e Felipão optará por três volantes?

Enquanto a escalação oficial da seleção não sai, escalamos a “Seleção Brasileira do Storytelling”: as campanhas que emprestaram jogadores brasileiros em suas próprias histórias de vida ou em enredos da própria campanha.

No gol: Júlio César (Gatorade)

Na defesa: Thiago Silva (Nextel, Tam), David Luiz (Nike, Vivo, Tam, Itaú), Dante (Johnson & Johnson), Daniel Alves (Adidas), Marcelo (Tam)

Meio-campo: Paulinho (Nike), Oscar (Hyundai), Willian (Guaraná Antarctica), 

Ataque: Hulk (Budweiser, Vivo), Bernard (Vivo, Guaraná Antarctica)

Comissão Técnica: Felipão (Walmart, Vivo, Brahma, Guaraná Antarctica), Rogelson (Itaú)

(Clique nos links para acessar as campanhas)

Entre atuações com mais, menos ou quase nenhum elemento de Storytelling, dois tipos de histórias se destacam entre as melhores campanhas: as histórias fruto da memória (depoimentos, histórias de vida dos jogadores) e da imaginação (universos criados que usam a figura dos jogadores).

Assim acontece com o Storytelling como um todo. Se por um lado temos as histórias reais – ricas de emoção e humanização – por outro temos os universos ficcionais, criativos e divertidos. É como um duelo entre jogadores mais táticos e coletivos versus atletas talentosos e individuais. Onde o papel do storyteller é, também, saber qual se encaixa melhor em um time – ou em uma marca. 

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