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Atores recebem CIOs para o IT Forum Mais



Na tarde de Quarta-Feira os  os CIOs das 501 a 1000 maiores empresas que mais investem em TI no Brasil começaram a chegar ao Resort Iberostar, na Bahia. Local aonde acontece o IT Forum Mais, que nessa edição ganhou um universo transmídia e gamificação.

Dentro das ações transmídias propostas no jogo estão os atores que recepcionam e interagem com os participantes durante o evento. A atriz Bianca Lua interpreta uma das personagens mais importantes desse enredo, Lila Danash a Giga Mestre da Ordem dos Guardiões do Tempo, uma sociedade secreta milenar a qual foi designada total responsabilidade sobre o uso do Tempo.

Os atores passaram por uma preparação que direcionou postura, entonação e abordagem para que os CIOs pudessem imergir na ficção do evento, sem se espantarem com tudo. Para Pedro Tancini, diretor de Teatro que coordenou toda a ação, foi uma grande responsabilidade pois eram as portas para o universo fantástico que a Storytellers e a IT Midia criou.  


DE VOLTA PARA O FUTURO: Como Uma Boa História Vende





Diversas empresas estão aproveitando o dia de hoje (21/10/2015), teoricamente o dia em que Marty McFly de “De Volta Para o Futuro 2” desembarca de sua máquina do tempo feita em 1985. As campanhas são em diversos formatos, vídeos, posts no Twitter, Facebook, entre outros. Algumas dão as boas vindas a Marty, outras brincam com os produtos e elementos do filme e outras reproduzem o que foi idealizado na história.



Dentre as marcas que utilizaram o contexto do filme para promover seus produtos e serviços estão Toyota, promovendo um novo modelo de carro, alinhado ao carro de ficção, Pepsi lançando o refrigerante do futuro, Ducoco, Submarino, Ministério do Turismo, Lojas Ramsons, Viber, Google Maps, Google Pay, Air France, Nescafé, BMW, Uber, Samsung, Netflix, Tabasco, Paramount, Gobo News, Burguer King, jornal USA Today.


Podemos ver que as marcas estão cada vez mais brincando com o universo ficcional das histórias. Mas o mais impressionante é observar como uma história pode adquirir um forte poder de referência quando bem contada. O filme de Volta para o Futuro Parte 2 foi lançado em 1989. Possui duração de uma hora e quarenta minutos e é apenas mais um filme dentre os milhares de outros filmes lançados na época. Ainda assim, 26 anos mais tarde, todos ainda lembram de referências mostradas dentro da narrativa, de seus personagens e o que eles estavam fazendo, quais eram seus propósitos e conflitos.

Esse engajamento conseguido através do Storytelling não é facilmente alcançado. Por esse motivo, muitas marcas consideram pegar carona em uma história já bem desenvolvida um meio mais fácil de promoção. No entanto, diferentemente das histórias, essas ações pontuais são passageiras, pois não fazem parte do universo criado, apenas estão anexadas a ele.


É por esse motivo que surge a segunda opção, a criação de conteúdo com uso de Storytelling por parte das empresas. Algumas marcas já conseguiram realizar essa tarefa com sucesso, como a Coca Cola, por exemplo que já possui todo um universo ficcional construído, que permeia seu conceito estratégico e fortalece o relacionamento com seus stakeholders.

Para utilizar o Storytelling é preciso entender como construir uma narrativa, quais elementos utilizar e entender o que faz sentido para sua audiência.  Tudo isso sem cair em armadilhas que podem transformar sua história em uma historinha e afastar seus consumidores ao invés de aproximá-los. 

Quer aprender fazer Storytelling com S maiúsculo? No nosso curso, além de apresentar a teoria da Storytellers, fazemos também exercícios práticos que dão forma a suas ideias.


Nosso próximo curso será dia 7 de Novembro, no Rio de Janeiro. Acesse:




UMA BOA HISTÓRIA E UMA ÓTIMA PROPAGANDA

Quem foi que disse que storytelling tem que ser complicado?

Boa parte do meu trabalho é fuçar na internet, pular de um lado pro outro procurando algo interessante, caçando alguma história que inspire uma bela narrativa. O que tenho encontrado nessas minhas buscas são, na verdade, muitas perguntas, muitos mal-entendidos e muita gente falando que storytelling é uma tecnologia complicada e que só alguns talentosos mestres da arte são capazes de fazê-lo. Não vou dizer que é fácil, mas afirmo de consciência limpa que uma história pode (e deve, na verdade) ser simples. 

Nos primeiros segundos do vídeo abaixo ele apresenta o personagem e sua angústia, explica o conflito e pronto, temos um contexto. Mais alguns segundos, o produto entra na cena, literalmente, o personagem inicia sua jornada, enfrente seus obstáculos e volta para casa mudado. Pronto, temos em 1 minuto e 3 segundos uma boa história, bem contada e uma boa propaganda, tudo ao mesmo tempo. 


RECHEADO COM FICÇÃO



Há quem defenda o uso de storytelling baseado apenas em histórias reais, há quem diga que a ficção pode ser enganosa, ou até desonesta. No entanto há também quem acredite no poder da ficção para engajar as pessoas, há aqueles que gostam dos mundos mágicos criados para as marcas.

Eu, bom, eu tenho um opinião bastante simples sobre o assunto. Acredito que seja o trabalho do storyteller saber rechear a realidade com a ficção, romancear, sem exageros, o histórico é uma habilidade que exige cuidado e conhecimento. Há cases em que a ficção pode mesmo atrapalhar a opinião pública em relação a um produto ou marca, a ficção pode gerar um certo desconforto se for tomada como real. Em um exemplo recente em que a ficção se confundiu com a realidade e resultou em uma euforia negativa dos consumidores podemos citar a Nokia, com o case "perdi o meu amor na balada". Porém como case de sucesso e totalmente ficcional podemos falar da coca-cola e do seu maravilhoso universo em "A Fábrica da felicidade", criado para fantasiar o que acontece dentro de uma de suas vending-machines, distribuídas por todo o mundo. 

Desde o começo de minha jornada o Fernando Palacios me diz que o que foi pro papel é, no mínimo, uma interpretação da realidade. Esse conceito, apesar de chegar até mim pelo Fernando, é trabalhado no filme Storytelling de maneira bastante forte e impactante. A verdade é que enquanto escritores e artistas fica difícil realmente afastar a obra do autor. Toda obra tem um pouco de quem a escreveu, seja no estilo, no enredo, ou em um personagem apenas, o que escrevemos é na verdade uma interpretação do que vemos, ou vivemos, mesmo que seja ficcional ou distante da nossa realidade. 

No fim das contas o que importa para que uma história seja boa, é a honestidade, tanto ética quanto literariamente, devemos ser honestos com nossos leitores sabendo onde está e como cruzar sem truques nem enganações a linha entre a realidade e a ficção. 

A VERDADEIRA ORIGEM DA PIZZA




Uma das maiores vantagens do storytelling é que histórias acabam se reproduzindo rapidamente, através de uma boa história bem contada somos capazes de criar campanhas com alto valor de marketing “boca-a-boca” afinal, todos gostamos de contar boas histórias mesmo que a fogueira tenha sido substituída por uma mesa de reunião ou de bar.

Me lembro que no ultimo curso de storytelling que tivemos no CIC – ESPM acabou rolando uma discussão um tanto acalorada sobre os limites éticos do Storytelling. Alguns alunos questionaram os professores sobre a responsabilidade do storyteller em cases como o da Dilleto, por exemplo, que criou uma história fictícia para a marca onde os sorvetes são feitos de uma fórmula especial de frutas naturais e um toque de neve. 

Qual é o limite entre ficção e mentira?

Esse ano, no Festival de Cannes, a Mr. Pizza, uma marca coreana de pizzas apresentou uma ação muito inteligente que pode entrar nessa discussão. Pensando na expansão da rede de pizzarias para os Estados Unidos eles perceberam um problema: Como é que uma marca Coreana irá se posicionar como especialista em pizza em um mercado onde já existe um certo conhecimento sobre o assunto?”. E foi assim que os Coreanos criaram uma teoria da conspiração sobre a origem da pizza.




  

RESULTADOS COM INOVAÇÃO EM STORYTELLING


Os alunos sempre entram nos cursos Inovação em Storytelling buscando rechear o repertório com cases e aprender técnicas de como usar o poder das narrativas em seus cotidianos.

Eles encontram isso, mas não só. E é aí que entra o fator surpresa. Ao entender toda a dimensão do Storytelling como tecnologia de transmissão de conhecimento, muitos alunos chegaram a redesenhar seus negócios.

Teve um aluno que usou o Storytelling a seu favor e conseguiu o emprego na agência dos sonhos. Uma outra aluna aplicou o storytelling no seu trabalho e assim foi conseguiu uma promoção!

Então, ao invés de ficar falando sobre Inovação em Storytelling, vamos contar essa história a partir do ponto de vista espontâneo dos alunos...

Se você também quer fazer parte dessa comunidade de storytellers, a última chance do ano acontece agora em Março!

INSCRIÇÕES



O CONSAGRADO CURSO DA ESPM EM VERSÃO INTENSIVA

Banho digital

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- Luis Cláudioooooooo!
- Queeeeeeeeeê?!
- Já pro banho!
- Ah, mãe!
- Sem á nem bê. Você tá me enrolando o dia inteiro, anda.
- Só mais um pouquinho.
- Agora, Luis Cláudio.
- Mas eu tô na última fase!
- E eu na última instância da minha paciência, anda, larga já esse computador.
- Peraí, mãe, eu tenho que tomar a última decisão de todas.
- Escolha tomar banho, menino, e não me faça ir até aí.
- Vilão! Vilão à vista! Fight!
- O quê?!
- Pim pum pishhhhhhhhhhhhh. Toma!
- Tô pegando o chinelo.
- Yeeeeeeeeees!

A mãe sobe as escadas furiosa. Estranhamente encontra Luis Cláudio esperando como um anjinho algo sair da impressora.

- Que é que você tanto faz aí, menino?
- Imprimindo meu livro, ué.
- Livro? Mas você num tava jogando no computador?
- Tava. É que eu achei debaixo da cama um...
- Debaixo da cama? Já falei pra num guardar nada debaixo da cama que enche de poeira.
- Não, mãe, foi nesse quarto aqui, ó, esse que tá desenhado no site. Irado, né?
- Mas que site é esse, menino?
- Da Mini Schin.
- Pois minimize suas chances de dormir quente, menino, e vá já pro chuveiro.
- Mas mãe, eu tava salvando o mundo de ficar com um gosto bem azedo pra sempre.
- Que história é essa agora, Luis Cláudio?
- É uma aventura, mãe, deixa eu te contar. Começa nesse quarto. Você abre o livro que tá debaixo da cama e a história começa. Você escolhe o personagem e tudo o que ele vai fazer. Aí aparecem uns games, uns monstros e outras coisinhas mais, gostou?
- Cada dia você me vem com uma história diferente, Luis Cláudio.
- Isso mesmo, cada dia posso criar uma história diferente! Como você sabe? Hoje foi a mais legal de todas, eu salvei o mundo do Findus Refrigeran, quer ver? Meu livro já tá saindo aqui.
- Quero ver esse computador desligado e você de banho tomado, isso sim.
- Eu nem queria mais brincar mesmo...
- Nada como um chinelinho pronto pra cantar, não é, Luis Cláudio?
- É que agora o site fechou... Tá dizendo que é hora de ficar com a família.
- Hum, mas que interessante esse site, Luis Cláudio. Que história é essa?
- Agora num posso, mãe, tenho que tomar banho.


Para saber que história é essa clique aqui.

And the Oscar Goes to... Cannes

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Storytelling voltou pra casa como um conceito premiado não apenas em diversas categorias, mas também pelos bate-papos oficiais e não oficiais do Festival de Cannes. Uma história que agora parece sem fim, até que enfim.

Outras edições fizeram o papel de prólogo dessa tendência. Lynxjet (Axe) e The Hire (BMW) não me deixam mentir.

O que mudou este ano é que vi alguém explicar a diferença de uma campanha storytelling. Pelo menos melhor que a média. Porque quem vê algo assim acha que é simples, "contar histórias, af, coisa de criança". Mas na prática a teoria é outra, como diz o já-quase-chavão.
Um processo storytelling demanda uma grande mudança de pensamento. De perspectiva. De meta. De preocupação, que passa de “how do you market a video game” para “how do you honnor a hero”. Isso faz toda a diferença, principalmente quando se fala com quem não está nem aí pra vídeo game ou não entende lhufas de propaganda.
E o que me diz de contar histórias pra entreter crianças? Nada de novo e, sim senhor, a eficácia de sempre. Ainda mais se ela for uma aventura online, com jogos e diversas opções de caminho a seguir, além de boa uma motivação como a de salvar o planeta das garras de Findus Refrigeran, o malvado que quer deixar azedo todos os sabores gostosos do mundo. Esse foi o case da Storytellers para Mini Schin, shortlist de Cyber em Cannes este ano.
Preparado para a ID\TBWA, a história mistura ficção e realidade em um cenário 3D de cidades perdidas e fantásticas, como Atlântida e El Dorado. E depois de viver a aventura, a história pode ser salva e modificada a qualquer tempo ou ainda impressa na forma de um livro de verdade, com capa e tudo.
Se boas histórias já eram bacanas nos velhos tempos, nos modernos ainda mais. E que atire o primeiro job quem nunca se rendeu a uma delas.
Se quiser saber mais sobre a Storytellers clique aqui e conheça os nossos cases. Mas se só estiver afim de uma aventura, clique aqui e boa viagem, uá-rá-rá-rá-rá. Ah, espere, espere, preciso te falar: procure embaixo da cama... E preste atenção com o horário de dormir, não espere a mamãe mandar.