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- Luis Cláudioooooooo!
- Queeeeeeeeeê?!
- Já pro banho!
- Ah, mãe!
- Sem á nem bê. Você tá me enrolando o dia inteiro, anda.
- Só mais um pouquinho.
- Agora, Luis Cláudio.
- Mas eu tô na última fase!
- E eu na última instância da minha paciência, anda, larga já esse computador.
- Peraí, mãe, eu tenho que tomar a última decisão de todas.
- Escolha tomar banho, menino, e não me faça ir até aí.
- Vilão! Vilão à vista! Fight!
- O quê?!
- Pim pum pishhhhhhhhhhhhh. Toma!
- Tô pegando o chinelo.
- Yeeeeeeeeees!

A mãe sobe as escadas furiosa. Estranhamente encontra Luis Cláudio esperando como um anjinho algo sair da impressora.

- Que é que você tanto faz aí, menino?
- Imprimindo meu livro, ué.
- Livro? Mas você num tava jogando no computador?
- Tava. É que eu achei debaixo da cama um...
- Debaixo da cama? Já falei pra num guardar nada debaixo da cama que enche de poeira.
- Não, mãe, foi nesse quarto aqui, ó, esse que tá desenhado no site. Irado, né?
- Mas que site é esse, menino?
- Da Mini Schin.
- Pois minimize suas chances de dormir quente, menino, e vá já pro chuveiro.
- Mas mãe, eu tava salvando o mundo de ficar com um gosto bem azedo pra sempre.
- Que história é essa agora, Luis Cláudio?
- É uma aventura, mãe, deixa eu te contar. Começa nesse quarto. Você abre o livro que tá debaixo da cama e a história começa. Você escolhe o personagem e tudo o que ele vai fazer. Aí aparecem uns games, uns monstros e outras coisinhas mais, gostou?
- Cada dia você me vem com uma história diferente, Luis Cláudio.
- Isso mesmo, cada dia posso criar uma história diferente! Como você sabe? Hoje foi a mais legal de todas, eu salvei o mundo do Findus Refrigeran, quer ver? Meu livro já tá saindo aqui.
- Quero ver esse computador desligado e você de banho tomado, isso sim.
- Eu nem queria mais brincar mesmo...
- Nada como um chinelinho pronto pra cantar, não é, Luis Cláudio?
- É que agora o site fechou... Tá dizendo que é hora de ficar com a família.
- Hum, mas que interessante esse site, Luis Cláudio. Que história é essa?
- Agora num posso, mãe, tenho que tomar banho.


Para saber que história é essa clique aqui.

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Caros leitores, amigos e "especnautas"*,

Quando um ano sai e o outro entra, são muitas as promessas de transformação. E foi neste meio-tempo que o Stories We Like passou por uma espécie de revolução silenciosa. O blog vinha sendo um espaço para teorizar sobre as muitas possibilidades de comunicação e marketing presentes nas boas histórias. Mas a partir de agora a transformação poderá ser lida.

Empresto dos ingleses a ótima expressão "walk the talk" - algo como "botar a conversa pra andar" - para explicar a nova fase. Chegou a hora de nos lançarmos na jornada da aplicação prática, na qual iremos criar histórias pra falar de histórias.

Parte dessas histórias serão reais e irão narrar os causos que compõem o repertório da Storytellers. As demais serão obras de ficção, pequenos trechos ou recortes de histórias que sempre terão um propósito, além de entreter: uma mensagem a ser expressa, uma informação a ser difundida, um interesse a ser promovido, um ponto de vista a ser compreendido, enfim, sempre haverá um pensamento a ser assimilado por meio da metodologia do Storyplacement.

Pelos aprendizados obtidos e insights gerados, a discussão sobre marketing e histórias não irá cessar, apenas mudar de endereço. As teorias e novidades sobre Storyplacement poderão ser acompanhadas e discutidas no nosso egroup, que apesar de recente já conta com interessantes participações. Para que você também tenha acesso e colabore com esse conhecimento, basta clicar aqui. Até breve.

*o termo "especnauta" é uma mistura de "espectador" com "internauta" e nos foi apresentado pelo Felipe Moreno do programa Letras Criativas.