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INOVAÇÃO EM STORYTELLING NA ESPM-SP
Como ir do Branded Content à Transmídia para inovar na habilidade de contar histórias?

DO QUE ESTAMOS FALANDO?
Contar histórias não é algo novo. Fazemos isso desde os primórdios e ao longo desse período, pela experiência, aprendemos: as boas histórias agradam, entretêm e tornam-se inesquecíveis. 

Quer que um fato seja lembrado? O grande guru do marketing Philip Kotler garante que para isso você precisa repetir esse fato muitas vezes. Mas existe um truque: embale-o numa história. Você terá 20 vezes mais chance de ter sucesso. Palavra do grande psicólogo norte-americano Jerome Bruner.

MUITO BEM, MAS POR QUE FAZER O CURSO?
Ora, porque vai aprender a contar histórias com quem entende disso: a indústria do entretenimento, que vive de criar e contar histórias. A literatura, o cinema, os seriados, os games... o produto de toda essa gente são boas histórias.

Com tanta informação no mundo em que vivemos, quem precisa ser mais atraente e eficaz ao transmitir uma ideia, fazer uma apresentação, vender um produto ou serviço? Eu, você, a startup, a multinacional e seus executivos, as ONGs, as B2Bs... Todos saem do curso sabendo como contar histórias profissionais inclusive para a vida pessoal.

Se ainda precisa de mais motivos, lá vai: esse curso da ESPM foi o primeiro a ser ministrado no Brasil e chamou a atenção do mundo inteiro e já foi apresentado em diversas universidades internacionais como a PUC do Perú e a UBI de Portugal. 

O mais legal é que a cada edição os professores atualizam pelo menos 30% do conteúdo. Isso quer dizer que todo o ano o curso está inteiramente remodelado com os exemplos mais atuais e os métodos mais avançados.


COMO VAI SER?

O curso é dividido em seis dias, sendo que o último é uma OFICINA!

A jornada é mais ou menos assim: Era uma vez uma história, que graças a um storythinker virou um importante ativo de uma marca. Num belo dia, esse universo foi recortado em intrigantes narrativas. Essas narrativas foram dispostas de forma transmídia. E dessa maneiras os consumidores viveram felizes para sempre.

Dia 1. COMO O STORYTELLING PODE MUDAR SUA VIDA
- Você sabe o que prende a atenção das pessoas? 
Dia 2. ENDOTELLING - O STORYTELLING DENTRO DAS EMPRESAS
-  Qual a diferença entre contar uma simples historinha e Storytelling?
Dia 3COMO O STORYTELLING PODE DAR VIDA À SUA MARCA
Qual o arquétipo da sua marca?
Dia 4TRANSMÍDIA: COMO TRANSFORMAR EM ATIVO O UNIVERSO POR TRÁS DA HISTÓRIA 
- como pegar uma história e disseminar em diversas plataformas?
Dia 5COMO PROGREDIR DO STORY AO TELLING
Você sabe a diferença entre história e narrativa? 
Sábado. WORKSHOP: O STORYTELLING NA PRÁTICA
- Chegou a hora de colocar a mão na massa e mostrar o que aprendeu. Vamos transformar páginas em branco em conteúdo que vale ouro ao dar vida a uma história fabulosa.
QUEM SÃO OS PROFESSORES?
FERNANDO PALACIOS
Também é o editor responsável pela Redação Storytellers, primeiro blog sobre o assunto. Em seu projeto autoral narra de forma transmidiática sua busca pelas maravilhas da humanidade, enquanto escreve uma obra de ficção a partir de um aparelho celular. É o ganhador do prêmio Widbook Top Authors, sendo eleito entre os 5 melhores entre 120.000 autores de todo o mundo.
MARTHA TERENZZO
Coordenou projetos de grande porte em empresas como: Cargill, Sadia, Parmalat, Bombril, União, Reckitt & Benckiser, Melhoramentos de Papéis, Seara e Ajinomoto. Estabeleceu processos e metodologias específicas de marketing com visão na gestão de negócios e inovação.
Implementou áreas de inovação, marketing de alta performance nas empresas, arquitetura de marcas, gerenciamento de portfólio, lançando mais de 400 itens de consumo e novos serviços com sucesso.

QUANDO, COMO E ONDE?
AULAS A partir de 26 de janeiro, das 19:30 às 22h30.
WORKSHOP na manhã do sábado.
ESPM-SP, Rua Álvaro Alvim, 123. Vila Mariana. 
Próximo ao metrô Ana Rosa.

Ficou alguma dúvida?
Estamos aqui: contarei@storytellers.com.br


PRÓXIMO PASSO?
Basta fazer sua inscrição aqui: www.espm.br/storytelling



Entre os dias 18 e 23 de agosto, o Centro de Inovação e Criatividade da ESPM (CIC ESPM) realizará a 13ª edição do curso “Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia”, ministrado pelos professores Bruno Scartozzoni, Fernando Palacios e Martha Terenzzo, que contribuem com experiências complementares de mercado.

Diferente das doze edições anteriores do curso, essa terá um período só para colocar em prática os conhecimentos aprendidos. Os alunos pediram e os professores acataram. Agora a 13ª edição, intensiva, com duração de uma semana inteira, conta com seis aulas, sendo cinco teóricas durante a semana e a última, no sábado, totalmente prática.

Entenda como são feitas as histórias, para os mais diversos meios, desde a cultura organizacional das empresas, passando pela conceituação de produtos, até os sucessos de bilheteria produzidos em Hollywood, bem como os clássicos que já emocionaram diversas gerações na Broadway. O curso deseja aprimorar o olhar, e a escrita, de seus participantes, a fim de apresentar o “caminho das pedras” para se capturar a atenção do público.

Empreendedores, empresários, publicitários, comunicadores, diretores de marketing, escritores e roteiristas, entre outros, são esperados no campus do CIC ESPM, localizado na Rua Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana, São Paulo, a partir da próxima segunda, dia 18 de agosto. As aulas ocorrerão de segunda a sexta, das 19h30 às 22h30, e no sábado, das 9h às 13h.


Quem quiser saber qual a diferença entre contar histórias e contar a melhor história, deve se inscrever a partir do site do CIC ESPM – http://www2.espm.br/cursos/cic/inovacao-em-storytelling-do-branded-content-transmidia-intensivo – até domingo, dia 17 de agosto. O valor do investimento é de R$ 1.230,00 e pode ser parcelado em até três vezes iguais de R$ 410,00. Mais informações pelo telefone (11) 5085-4600.



Ontem rolou na ESPM o Café+Conversation, que quem conhece a Martha Terenzzo ou já fez um 
curso de Storytelling já tanto ouviu falar. Entre café, quitutes, storytelling, cases do mercado e discussões, chamou atenção a apresentação de grande parte dos presentes.

“Depois que eu fiz o curso, pedi demissão…”
“Eu acabei saindo do meu trabalho depois de conhecer o storytelling…”
“Eu estava cansada de fazer sempre a mesma coisa e o curso me encorajou a me demitir…”
Não é que preguemos a demissão, muito pelo contrário. Mas que as estatísticas, pelo menos da amostragem presente ontem no evento, mostraram que sim, o storytelling encoraja as pessoas a irem atrás daquilo que gostam. Ainda que pouco tenha a ver, diretamente, com essa história de contar histórias.
Por que?
Dentre os vários motivos, entre eles a maioria pessoais, eu gosto de lembrar de um conceito do curso: o High-Concept. High-Concept é um termo que no português significa algo como “Grã-Conceito”, o cerne de uma história.
Entendido isso, qual é o High-Concept da sua vida?
Quais são os verbos, os substantivos que comporiam as duas linhas do mote da história da sua vida? Mais do que isso, eles fazem parte do vocabulário do seu dia-a-dia, do seu ambiente de trabalho, atualmente?
Eis que as boas histórias, aquelas que são as melhores desde os “Grã-Conceitos” e que valem a pena ser lidas (que “dariam um livro”), são aquelas que envolvem as mais verdadeiras emoções. O que você tem feito em progresso do que você, em particular, ama saber ou sabe amar a mais que os outros? O que você tem feito para o bem do High-Concept da sua vida?

Se isso ainda é uma grande incógnita para você, seja bem-vindo, o curso pode ser um bom lugar para começar o seu “Era uma vez”.


Esse post foi inicialmente publicado pelo Portal da Propaganda.

Desde julho de 2010, já foram 11 edições do curso “Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia”, da Escola Superior de Publicidade e Marketing (ESPM), ministrado pelos professores Bruno Scartozzoni, Fernando Palacios e Martha Terenzzo.

Dado o sucesso das edições anteriores, a ESPM anuncia a 12ª edição do curso, a realizar-se entre os dias 5 e 9 de maio, das 19h30 às 22h30, na sede da ESPM, localizada na Rua Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana, São Paulo.

“Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia” visa jogar uma luz mais apurada sobre o assunto e, acima de tudo, trata-se de um curso sobre como o storytelling pode facilitar o entendimento e a troca de conhecimento entre empresas e pessoas.

“Em um mundo pautado pelo excesso de canais e informações, o storytelling entra como um elemento que pode ajudar a espalhar uma ideia, construir uma marca ou alavancar vendas com mais eficiência, conquistando o público pela emoção”, afirma Fernando Palacios, professor da ESPM e diretor do primeiro escritório de storytelling do Brasil – Storytellers Brand ‘n’ Fiction.

Quem quiser participar deve se inscrever a partir do site do CIC ESPM (Centro de Inovação e Criatividade da ESPM) – www.espm.br/storytelling - até o dia 4 de maio. O valor do investimento é de R$ 1.230,00 e pode ser parcelado em três vezes iguais de R$ 410,00. Mais informações pelo telefone (11) 5085-4600.




- Se vocês encontrassem o gênio da lampada e tivessem direito a apenas um pedido, qual seria? Quantos de vocês pediriam para contar bem uma boa história?

Poucos levantaram as mãos, um jornalista, uma jovem blogueira e eu, um professor de inglês com crise de identidade. Os outros alunos provavelmente pediriam dinheiro, felicidade, ou coisas que fazem mais sentido do que a habilidade de ser um bom contador de histórias. Mas saibam do seguinte, contar bem uma história é o meu sonho de vida desde que nasci, um daqueles sonhos que se perdem quando temos que arrumar empregos e pensar em uma carreira. 

O homem, responsável pela primeira pergunta, continua sua aula, explicando que saber contar bem uma boa história pode ser o caminho ideal para conseguir realizar todos os outros desejos. Mas não estamos convencidos, nem mesmo nós que respondemos desejar tal habilidade acima de tudo somos capazes de entender tal afirmação. 

- Para quem ainda não se convenceu do poder das histórias eu vou usar um clássico literário como argumento. Quem aqui já leu 1001 noites? - e novamente apenas algumas pessoas levantaram suas mãos, mas eu não fui uma delas dessa vez. O professor continua e nos conta a história de 1001 noites e de como Sherazard salva não apenas a sua vida mas a de muitas outras jovens de seu reinado contando uma história ao rei. 

Eu ainda não estava 100% convencido, mas me peguei mais interessado no assunto do que eu mesmo imaginava possível. O curso não nos prometia o storytelling como um super-poder, nem mesmo nos prometia grandes mudanças de vida, mas no meu caso deveriam. A semana passou e cada dia mais eu me interessava por tudo aquilo, cada dia mais eu queria aprender sobre o assunto, mas ainda assim, todo o meu interesse girava em torno daquele sonho adolescente, sem grandes conexões com a realidade. 

Eu me reapaixonei pela arte, me apaixonei pela publicidade e me vi caminhando cada vez mais confiante na direção de marcas e produtos que precisavam de palavras, histórias e paixão. Aquele professor que me perguntou quem de nós pediria ao gênio da lampada para contar bem uma boa história, não sabia, assim como eu, que aqueles poucos dias iriam mudar minha vida. Dali em diante ele virou meu mentor, meu chefe e ouso dizer meu amigo. Hoje eu trabalho na storytellers, criando histórias para marcas, realizando projetos de comunicação repletos de significados e toda vez que penso em dar um exemplo de como uma história pode engajar as pessoas eu penso em como aquela primeira história, sobre a jovem Sherazade, me fez engajar tudo o que tinha em uma nova carreira. 

Para mais informações sobre o curso de storytelling entre no link: http://storieswelike.blogspot.com/2013/01/curso-de-ferias.html



Você já se pegou pensando no Cinquenta Tons de Cinza. Mesmo que não tenha lido. Não é?

Esse post pode parecer um pouco antigo e muito modista, mas o fato é que apesar de tanto já ter sido dito sobre a saga, o post trata de um assunto inédito.

Pelo bem do storytelling eu venci o preconceito e fui ver o que, afinal, havia por trás de todo o buzz. Como era de se esperar, ele não se tornou um sucesso de vendas por acaso. 

Por maior que seja a crítica à autora e seus leitores, ELJames aplica com maestria uma série de técnicas avançadas de storytelling. Técnicas que poucas marcas são capazes de dominar.

 


AS 5 TÉCNICAS DE STORYTELLING DOS 50 TONS DE CINZA


1. UM NOVO GÊNERO?
Tem gente que diz que criou um novo gênero de literatura. É uma afirmação difícil de se fazer, mas uma coisa é certa: com certeza gerou uma nova audiência. Assim como outros bestsellers mundiais como Harry Potter, Código da Vinci e Saga Crepúsculo, os 50 Tons criaram uma espécie de código que foi seguido por dezenas de outros autores e publicações. 
Como fez isso? Uma dica está nas capas.


2. O ASSUNTO É SEXO!
Tem gente que arrisca chamar de pornografia literária. Mas isso não seria um novo gênero, seria? Afinal, esse tema já tem sido explorado há anos, com destaque para o excelente Story of O. Ao ler o livro você percebe que o sexo, na verdade, nada mais é do que um truque de storytelling chamado red herring. É quando você pensa que e uma coisa, mas no fundo é outra. "Enquanto todos olham pra esquerda, ela corre pela direita."

3. TUDO É UMA QUESTÃO DE PONTO DE VISTA...

Literalmente falando. Boa parte do sucesso do livro é a facilidade da leitura e muito dessa simplicidade veio com o emprego da técnica chamada de deep point of view.

4.... DE PRELIMINARES,

Você acha que é um livro sobre sexo, você lê a história com os olhos da personagem... mas absolutamente nenhum tipo de contato físico acontece antes do sétimo capítulo. Enquanto o jornalista faz o lead e conta tudo o que há de importante no primeiro parágrafo da notícia e os publicitários tentam condensar tudo em uma frase ou 30 segundos de ação, a autor consegue te prender por metade do livro sem que nada de importante aconteça.



5. OU DE UM CONTO DE FADAS.
No fim da história, essa é uma sobre um príncipe encantado. Um príncipe encantado moderno. Um príncipe encantado com quem as meninas dos dias de hoje podem sonhar. 

A construção do príncipe é genial: ele é o máximo, mas não é perfeito; ele é aspiracional, mas como o próprio livro mostra, não é inalcançável. 

Tanto que a crítica masculina diz que o livro mais parece o manual de "50 Passos Para Se Tornar uma Maria Gravata". Sendo que "maria gravata" seria a mulher que se interessa por CEOs... 

AS 5 TÉCNICAS OCULTAS QUE NINGUÉM PERCEBEU

Mas espere.
Isso é apenas a superfície.
Depois de dissecar a obra com os olhos de um storyteller estratégico, descobri mais 5 técnicas que transformaram um fanfiction em um império de US$ 1,3 bilhão.

6. O PODER DO ESPELHO EMOCIONAL
Ana Steele não é apenas uma personagem.
Ela é um espelho.

E.L. James criou uma protagonista propositalmente "vazia" - sem características marcantes, sem hobbies específicos, sem opiniões fortes.

Por quê?
Para que cada leitora pudesse se projetar nela.
Aplicação para marcas: Pare de criar personas ultra-específicas. Às vezes, o segredo é criar um arquétipo amplo o suficiente para que seu público se veja refletido.

7. A ECONOMIA DA ESCASSEZ NARRATIVA
Christian Grey é bilionário.
Mas você sabe como ele ficou rico? Não.

Você sabe o que sua empresa faz exatamente? Vagamente.

A técnica: Informação seletiva cria mistério. Mistério gera obsessão.
E.L. James revela apenas o suficiente para manter a fantasia, nunca o bastante para quebrar o encanto.
Como negócios podem usar isso: Nem tudo precisa ser explicado. Apple nunca revela como faz seus produtos. O mistério é parte do valor.

8. O LOOP DE DOPAMINA LITERÁRIO
Cada capítulo termina com um cliffhanger.
Cada cena promete algo que será entregue... mais tarde.

O mecanismo: Antecipação → Tensão → Alívio parcial → Nova antecipação

É o mesmo princípio dos apps viciantes.

Dos jogos que não conseguimos largar.

Como aplicar: Suas apresentações, seus conteúdos, suas campanhas - todos devem ter ganchos que criam antecipação para o próximo passo.

9. A SUBVERSÃO DO PODER
Aqui está a genialidade: em uma história sobre dominação masculina, quem realmente tem o poder?
Ana.

Ela que estabelece os limites. Ela que dita o ritmo. Ela que transforma o dominador.

A lição estratégica: O poder real está em quem define as regras do jogo, não em quem parece estar no comando.

Para líderes: Às vezes, liderar é deixar que outros pensem que estão liderando.

10. O FENÔMENO DA VALIDAÇÃO SOCIAL RECURSIVA
O livro não ficou famoso pela qualidade literária.
Ficou famoso por ser famoso.
O ciclo viral:

Mulheres leem porque outras mulheres estão lendo
Falam sobre isso porque todas estão falando
Compram porque se tornou um símbolo de pertencimento

É o mesmo mecanismo que criou:

O fenômeno das Stanley Cups
A febre dos NFTs
O sucesso do Clubhouse

Para sua marca: Não venda o produto. Venda o pertencimento ao movimento.

O EFEITO GREY: Quando Storytelling Vira Economia

Muitas mulheres estão presenteando seus namorados com o livro, como forma de incentivo à criatividade nos momentos íntimos.
Será que o baby boom dos bebês nascidos em 2013 serão chamados de Grey Generation?
Aliás, mais do que uma audiência, a obra formou todo um mercado:

Camisetas
Esmaltes
Sapatos
Canecas
Dezenas de outros apetrechos

Pois é, o poder do storytelling...
A Lição Final para Marcas Inteligentes
50 Tons de Cinza não é sobre sexo.
É sobre transformação.
Não é sobre dominação.
É sobre descoberta.
Não é literatura.
É uma máquina de storytelling estratégico.

3 Perguntas que toda marca deveria fazer:

Qual é o seu "red herring"? O que parece ser sua história, mas esconde algo maior?

Onde está sua tensão narrativa? O que faz seu público voltar sempre?

Quem é seu Christian Grey? Qual elemento aspiracional, mas alcançável, você oferece?

O Desafio Final
Você pode desprezar 50 Tons de Cinza.
Pode criticar a prosa.
Pode questionar o conteúdo...

Mas não pode ignorar os resultados.
150 milhões de cópias vendidas.
US$ 1,3 bilhão em bilheteria.
Um fenômeno cultural global.
Tudo através do poder do storytelling estratégico.

A pergunta que fica:
Se E.L. James conseguiu transformar um fanfiction em um império...
O que você poderia fazer com as técnicas certas?

Pronto para aplicar storytelling estratégico de verdade no seu negócio?
Desde 2007, transformo narrativas corporativas em resultados extraordinários.

Fernando Palacios é pioneiro do storytelling no Brasil e único brasileiro reconhecido com o prêmio World's Best Storyteller. Já aplicou técnicas avançadas de narrativa para Nike, Itaú, Pfizer e centenas de outras marcas.



No começo éramos apenas homens e mulheres, barulhentos e pouco sociáveis, mas logo aprendemos a desenhar, escrever e nos comunicar. Logo nos tornamos Aladim, Peter Pan, Chapeuzinho Vermelho. Logo nos tornamos lendas e viramos história. Histórias que vivem para sempre.

Criamos histórias, primeiramente, para passar o conhecimento. Um sumério, em um dia de inspiração e com o objetivo de registrar e transmitir seu conhecimento, deixou desenhado em uma pedra a receita de um bebida: a cerveja. É graças a uma história, gravada em pedra, que podemos aproveitar nossos "happy hours" e dizemos, cada dia mais, que cerveja faz parte da nossa brasilidade.

Muitos homens e mulheres alcançaram a eternidade e hoje ocupam um espaço na imaginação coletiva. Muitas histórias estão dependuradas em prateleiras por todo o mundo, o país das maravilhas de Alice divide o mesmo espaço no meu quarto que o fascinante universo de Douglas Adams e o seu guia dos mochileiros da galáxia. O mundo das histórias é infinito e todos temos permissão de entrada.

Eu, que já era fascinado pelas palavras, entrei nesse mundo pela sala de aula. Ouvindo as histórias de quem sabe o que faz simplesmente por ter praticado, errado e aprendido. Histórias tão inspiradoras que se tornaram curso e foi nesse curso e eu encontrei uma nova direção para a minha história. Este texto, apesar de não ser storytelling, é apenas um "extra" para avisar quem ainda não sabe que o Fernando Palacios, a Martha Terenzzo e o Bruno Scartozoni, mestres do storytelling publicitário, irão iniciar no dia 27 de Agosto mais um curso, abrindo as portas desse maravilhoso universo para que mais pessoas possam mudar suas vidas e começar novas páginas. Vamos aprender juntos os segredos do storytelling? Ainda tem vaga, aproveitem e entrem no link: http://bit.ly/storyclass 

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Dois alunos do curso de Inovação em Storytelling já estão se preparando para o extensivo. 


Nada melhor para esquentar os motores do que escrever uma história. Li a primeira versão e dei um feedback, que o Professor Bruno Scartozzoni identificou que merecia se tornar um post.


Olhando assim, é verdade. Esse texto pode ser útil pra todos aqueles que acabaram de começar a contar uma história.


PAM-PARARAMMM!


Graças ao trabalho apresentado vocês acabam de desbloquear a badge "I GOTTA A STORY, BABY!"


A badge dá acesso ao conteúdo inicial do curso STORYTELLING EXTREME - NARRATIVAS AVANÇADAS!

Parabéns! :)

O Curso avançado começa assim:

Talvez a maior perda para o escritor nos tempos digitais tenha sido o aperfeiçoamento esportivo. 
Sim, é verdade. O escritor perdeu o esporte.
Para ser mais específico, o escritor perdeu o basquete. 

Veja qualquer filme antigo e, quanto tiver escritor, pode ter certeza, junto com ele vai aparecer o cesto de lixo lotado de bolas de papel.

Vamos ver o que o velho Hemingway pensa disso... Interceptamos uma confidência dele para o Fitzgerald!

“I write one page of masterpiece to ninety one pages of shit,” 

Pois é, meus caros, mas não se animem... essa proporção 1 página genial pra cada 91 escritas é apenas para os profissionais com pelo menos 3 livros publicados. 

O que eu quero dizer com isso?
Preparem os lápis!

Qualquer coisa em criação sofre de um mal: a síndrome da primeira ideia.

É a primeira solução que aparece. Ela resolve o problema e até por isso se torna muito tentadora.

O problema é que quase sempre essa ideia é básica, desprovida de grandes atrativos.


Ela faz o que faz o Jornal Nacional: informa. Mas ela não faz o que faz Hollywood.
Eis que vem o twist: existe uma solução genial para essa síndrome.

Um antídoto, que também é uma espécie de prêmio para os criativos mais persistentes.

Trata-se de...

voltar a ser criança e brincar com as coisas.

Isso mesmo.

Divertir-se.

Acionar o MODO CURIOSO ON.


Você já tem o seu protagonista. Ótimo!

Ela chama Lia. Legal.

Mas e aí?
Lia? Quem é Lia?
O que ela faz da vida?
Por que ela faz isso?
Quem é o melhor amigo dela?
Será que eu seria amigo dela?
O que ela despertaria em mim? Atração? Repulsa? Medo?
Enquanto a resposta for 'indiferença', a personagem ainda está presa na síndrome da primeira ideia.
Eis a parte matemática do Storytelling, meio que uma "regra de três": enquanto não houver algo interessante sobre o protagonista, ele e tudo na história dele serão boring.
Tem que brincar com o personagem. 
E assim embarcar numa viagem com a Lia.
Porque o lance da narrativa não é falar sobre o personagem em si, mas sobre o que há de interessante nele.

E essa viagem acabar indo para outras viagens.
Quem são essas entidades?
Será que o caminho é mesmo trabalhar com entidades?
Como o Neil Gaiman faz para narrar entidades e ainda assim fazer com que sejam mais que arquétipos: menos deuses e mais humanos.

O que acontece na mitologia grega? 
É fato que cada Deus tem uma 'função' - do vinho, da guerra - mas no frigir dos ovos, nenhum deles é funcional.
Hey! Só por vingança, um deus serve o filho de outro no jantar.

Um processo parecido com a ganhadora do Pulitzer de Ficção em 2011:

E o aconteceria com a Lia se, devido a uma conjunção cósmica do destino, fosse levada a participar da reunião de briefing da Coca-Cola para a W+K?
Ou então numa conversa entre George Lucas e Steven Spielberg.... em que eles estivessem discutindo como criar o Indiana Jones. Já pensou?

Ela tem que estar em lugares que vocês queiram estar. Ou então, por que eu vou querer estar?

Storytelling é um feitiço. O storyteller é um mago. O que ele faz? Transporta as pessoas para um outro estado emocional: o dele.

A narrativa é a última parte. Tem que ter boas laranjas para fazer um suco. 
Comecem plantando as laranjeiras.

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Pouco tempo atrás fui dar uma palestra em Brasília para membros e assessores do Senado. Além do que foi falado na palestra, a viagem rendeu também uma entevista para a TV Senado.

Nessa entrevista explico um pouco sobre o que é Transmídia Storytelling, suas origens e quais usos podem ser feitos por políticos e empresas.
http://bit.ly/qh2f5o
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Trata-se de um assunto novo e que você pode aproveitar para conhecer mais nas férias:


INOVAÇÃO EM STORYTELLING – DO BRANDED CONTENT À TRANSMÍDIA
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