Mostrando postagens com marcador Branding e Storytelling. Mostrar todas as postagens

Estão pagando para não assistirem sua propaganda, e agora?



Após toda discussão sobre como os meios digitais encurtam o caminho até o consumidor, as marcas estão se deparando com um cenário inédito e crescente: pessoas que pagam para não assistirem nenhum tipo de propaganda.  Isso, sem contar os famosos ad blocks que aparentemente estão tomando as beiradas dos pesadelos de muitas empresas de mídia

“No total, 28% das pessoas que navegam na internet nos EUA usam os bloqueadores de anúncio, de acordo com uma pesquisa feita com 1.621 pessoas no ano passado pela Adobe e PageFair, uma empresa que vende aos publishers a tecnologia para lutar com os bloqueadores.”


Sabe o que é engraçado? Vários CEOs e CIOs quebrando a cabeça para desenvolverem tecnologias que possam “dar a volta” por cima e fazerem os internautas entenderem que os anúncios sustentam a estrutura de publicação da empresa. Ora, sem o CPC parece que portais não estão sobrevivendo, mas e se houvesse uma alternativa que não compreendesse o canal de comunicação, mas a sua essência? 

Pois, vamos olhar para alguns nomes que parecem vilões desse cenário. Como o Netflix, que já fatura com os assinantes brasileiros mais do que algumas televisões convencionais (Band e RedeTV) ou o Spotify que tem sua base de assinantes crescendo frequentemente - este que também poderá ser um dos fatores responsáveis pela queda da pirataria no país.   




Ambos estão entregando puro conteúdo, diversificado e focado nos gostos dos seus assinantes. É isso que as pessoas procuram e o que uma plataforma tecnológica deve fazer é facilitar esse acesso, mas ela nunca vai suplantar a busca inerente por conteúdo das pessoas.  Quero dizer, elas não vão entender que a sua propaganda sustenta seu site, elas entenderão que o conteúdo é bacana o suficientemente para elas cadastrarem seus cartões de crédito e pagarem mensalmente por isso. 

E não há nada mais sofisticado do que investir em conteúdo, quando bem feito ele perdura por anos na mente do consumidor. Criando até uma base de fãs e tendo poder de os reunir em eventos próprios ou exposições.  De certo as marcas ainda não estão acertando o tom ou a mensagem, produzir conteúdo de marca exige um conhecimento amplo sobre entretenimento e marketing. 


Esta é a base do curso Inovação em Branded Content, na ESPM -SP que está chegando a quarta edição em 2015.  Ele abordará questões como a produção de conteúdos num mundo cada vez mais rápido e fragmentado, tendências de entretenimento, questões jurídicas e tudo isso com uma imersão em branding. 

Se inscrevam e descubram como a sua marca pode resolver os problemas dos ad blocks  - http://www2.espm.br/cursos/espm-sao-paulo/inovacao-em-branded-content



O Storyteller ainda está distante das agências?



A imagem que ilustra este post é de uma ação que a Axe fez aqui no Brasil, belíssima ação, diga-se de passagem.

"Quatro artistas da nova geração do cinema, da arte e da música apresentam a sua visão de um dos maiores protagonistas da literatura mundial de todos os tempos.  Uma releitura contemporânea de Romeo, trazendo consigo os novos jeitos de amar e se relacionar, inseguranças e expectativas do novo homem brasileiro."


Gostei muito da versão criada por Rafael Grampá, que tem toda uma estética e um espírito de narrativas das HQs. Uma versão de  um homem que cansou da sua vida sem emoção e vai atrás da mulher que deseja, superando estigmas de família.  

Aliás, o contexto da história nos mostra o que o Fernando Palacios sempre fala em seus cursos "o segredo de uma história é o que você não conta!"  Entre diálogos de Romeo com o pai da garota, naquele tipo de clube de atiradores de facas, escapa ideia de que eles já tiveram um passado ali




Todavia, me chama a atenção o fato da marca lançar mão de quatro nomes de peso para construir sua narrativa. Claro que eles acabam endossando de alguma forma e isso conta para a apropriação.  Mas fica um pensamento que podemos utilizar em várias esferas da comunicação: Os Storytellers estão distantes das agências ou estão dentro delas? 

Isso é extremamente pertinente quando levamos em conta que para uma história ter seus efeitos notados no branding da marca, o storyteller precisa ter conhecimentos empresariais.  Uma boa história pode ser construída por um bom roteirista, mas e uma boa marca?  - talvez isso não venha ao caso da Axe que já tem uma marca interessante.

Reflita com a gente sobre esse assunto, deixando aqui nos comentários a sua opinião. Até lá, assista esta história fantástica. 


Entenda como se tornar o G. R. R. Martin para Grandes Marcas



A season finale da Quinta temporada de Game of Thrones só veio a confirmar o que imaginávamos: a série se tornou um fenômeno cultural, um mito moderno aonde acompanhamos a tragédia da família Stark esperando ansiosamente por um lampejo de justiça entre a batalha pelo trono de ferro.

"Crônicas de Gelo e Fogo"  elevou seu autor, G. R. R. Matin, ao patamar de um dos melhores storytellers modernos. Com um olhar mais técnico sobre a prática da escrita podemos perceber que ele é um grande plotter... um arquiteto da narrativa.  Tudo milimétricamente projetado para despertar ou inibir emoções sobre determinadas situações e personagens. 


Ter o controle da experiência de sua audiência é tudo o que as grandes marcas desejam. Todavia escrever para marcas exige um conhecimento além do romance e da ficção. Estamos falando de um conhecimento que envolve coisas como branding.

A partir do dia 22 de junho, os professores que trouxeram o Storytelling ao Brasil vão explicar por que esse termo tem sido tão usado por empresas e publicitários, para o bem e para o mal. Os alunos vão entender onde acertaram e erraram as marcas que prometerem sucos bondosos e sorvetes italianos. Ao longo da semana, o autor e professor Fernando Palacios fica encarregado de ensinar como as técnicas utilizadas por escritores, roteiristas, quadrinistas, dramaturgos e gamers podem ser aplicadas na hora de se contar uma história.



Enquanto isso, a empresária e professora Martha Terenzzo explica como essas técnicas podem ser apropriadas para melhorar a comunicação corporativa em diversas vertentes: branded content, product placement, mídias sociais que engajam, eventos temáticos, apresentações emotivas e inesquecíveis e até construção de marcas que ganhem vida e aplausos.

Este curso é por um lado direcionado para diretores de comunicação e marketing, gestores de marcas, profissionais responsáveis por recursos humanos e treinamentos, produtores culturais, publicitários, executivos, empresários, jornalistas e todos aqueles que queiram contar melhores histórias. Por outro, o curso também beneficia escritores, roteiristas, cineastas, bloggers, instagramers, youtubers e todos aqueles que já contam histórias e buscam formas de potencializar e até monetizar seus conteúdos.


No sábado o curso é encerrado com um workshop especial, em que os alunos serão monitorados pelos professores para experimentarem o processo autoral: partindo de um briefing para criar histórias fabulosas com potencial de narrativa transmídia.

As inscrições do curso estão abertas até o dia 21 de junho e devem ser realizadas no site -http://www.espm.br/storytelling

PARA SERMOS VERDADEIROS, SERÁ QUE PRECISAMOS SER MAIS FANTÁSTICOS?




Não! Nenhuma palavra é por acaso. Isso eu te garanto. Do cinema hollywoodiano ao mais amador dos poemas, eu posso garantir que, experiente ou não, nenhum escritor, seja ele um adolescente apaixonado ou um redator publicitário, coloca palavras em vão no papel.

Aliás, escrever em si já é um ato consciente, não nascemos sabendo idiomas, regras gramaticais e muito menos os significados sutis das palavras, portanto, nem que seja a consciência da “força que nos domina” ao escrever, estamos sempre conscientes de alguma forma.

Há quem diga que o que está no papel é ficção, por isso cunhamos o “baseado em fatos reais” e não o “essa é uma história real”. Se estamos conscientes é porque temos alguma, nem que seja pouca, experiência de vida. E dizem os especialistas, filósofos, sociólogos e até alguns pensadores de boteco que são essas experiências que criam, no fim das contas, as lentes pelas quais enxergamos o mundo.
Hitchcock já dizia que a “história é a vida sem as partes chatas” e para quem assistiu Storytelling, o filme,  a mensagem é clara: não importa quão baseada em fatos reais seja a sua história, ela será, sempre que posta no papel, uma ficção.

Esse é, no fim das contas, o trabalho de muitos de nós, a descoberta das palavras, a brincadeira despretensiosa com a linha de equilíbrio entre a realidade e a ficção. A válvula de escape do que está preso dentro de nós. A nossa profissão é a constante busca pelo poder de transformar uma sala de cinema em uma máquina de viagens intercorporais. Um livro é uma porta para o outro lado da janela, o lado de dentro dos olhos de outra pessoa.

Assusta-me o espanto das pessoas quanto a descoberta da ficção na publicidade. Não consigo entender como é que podemos esperar realidade em anúncios que tem por objetivo maior alterá-la e torna-la palatável. Não estamos falando de mentiras, estamos falando de um ato natural de mostrar o melhor que podemos sobre os nossos produtos e marcas, apenas isso. É como uma conquista qualquer, ninguém sai por ai demonstrando todos os seus defeitos no primeiro encontro.  

Há entre o acordo de suspensão da realidade e uma redação publicitária, muito mais do que a nossa vã filosofia é capaz de imaginar. “Abrir a felicidade” é tão ficção quanto a história do avô que veio da França com sua receita de sorvetes na qual um dos principais ingredientes é a neve. Usar neve para fazer sorvetes não é absurdo o bastante para que entendamos que a história é uma ficção? Ou quando abrimos uma lata de Coca, saem dela raios da cor do arco-íris recheados de felicidade?


Não! Nenhuma palavra é por acaso. Ainda mais quando escritas por mais de 4 mãos e 2 cabeças. Ainda mais quando admitimos que entidades corporativas não humanas, símbolos artificiais com significados cuidadosamente criados através da utilização de ciências que vão desde etimologia e semiótica até a física das cores e química das tintas, todas resumidas como “branding”. Não entendo, enquanto sento na frente do meu computador de onde é que veio a expectativa de que o sorvete de neve era real. Realmente, não entendo. Houve, é claro, um erro na criação da história. Algo que a tenha a feito parecer um pouco mais absurda, ou seja, ficcional, talvez fosse a solução. Talvez se na histórias houvessem monstros e elfos o mercado não estaria tão inconformado. O que nos leva ao ponto mais curioso de toda a discussão entorno da ética do storytelling: vivemos em um tempo no qual para ser verdadeiro, talvez precisemos ser fantásticos. 

Realmente Storytelling


Nos últimos dias do ano o Storytelling tem sido alvo de denúncias, debates e, inevitavelmente, bastante senso-comum. Os recentes escândalos envolvendo as histórias que contam os sucos Do Bem e a Diletto acenderam a questão: quais são os limites da ficção na publicidade – mais do que isso – no branding, na construção de marcas?


Durante mais de um ano, quando Diletto ainda não ocupava as páginas policiais dos principais portais, me propus a estudar o tema sem atirar pedras ou moralizar o assunto. O resultado, para quem quiser ler, está aqui.

De uns dias para cá, o novo jargão entre publicitários e entusiastas das marcas tem sido algo como “marcas não devem contar histórias, marcas devem fazer histórias”. O que faz, sim, muito sentido. Mas para se fazer histórias, primeiro, é preciso saber contá-las. Já sabemos contar histórias?

Fato é que, ultimamente, como espectadores ou como consumidores, temos buscado cada vez mais aquilo que nos é, ou ao menos nos parece, mais real e autêntico. Ao mesmo tempo em que queremos que as frutas dos sucos Do Bem sejam mesmo produzidas pelo senhor Francesco, no interior de São Paulo, não toleramos mais usos e abusos no Photoshop nas capas de revistas e lotamos salas de cinema para ver cinebiografias autorizadas de grandes estrelas.

Qual é a realidade que estamos buscando?

Entre os principais cotados para o Oscar do ano que vem, até agora, temos 3 cinebiografias (A Teoria de Tudo, O Jogo da Imitação e Invencível) e o favorito Boyhood, filme que, para contar a passagem da infância para a fase adulta, esperou por 12 anos para que os atores e atrizes envelhecessem naturalmente.


Em “Simulacros e Simulações”, um livro pra lá de cabeludo que usei em meu estudo sobre Storytelling e Ficção na construção da Diletto, o autor Jean Baudrillard defende que a realidade, puramente, já não existe há tempos. O que buscamos são simulacros de realidade – imagens em FullHD que, tão bem imitam a realidade, acabam se confundindo e por vezes sendo mais reais que elas.

Assim como na antiga fábula, onde era bem vista a formiga, que produzia, e condenada a cigarra que só fazia consumir – a realidade nos parece o polo positivo e a ficção o polo negativo. O nobel da literatura, Mário Vargas Llosa, defende que a ficção é mais verdadeira que a realidade, quando pode moldar uma história para contar uma verdade que a realidade jamais seria capaz por si só.

Quando o assunto é publicidade e construção de marcas, me parece, mais do que nunca o consumidor prefere a realidade e nada menos que ela. Uma coisa não muda: seja realidade, seja ficção, histórias não se contam sozinhas. Das telas do cinema aos comerciais de tevê, para uma história ser legítima e autêntica sempre serão precisos Storytellers de verdade.


Storytelling não é contar histórias


Em um determinado momento da história da humanidade um grande ponto de virada ressignificou a forma com que os produtos eram vendidos. Mais ou menos a partir da Revolução Industrial, as marcas deixaram de ser só ícones de origem, da produção, para gerarem valor de consumo.

Daí em diante muitas marcas apareceram, dando opções ao consumidor e um novo desafio para as marcas: se diferenciar.

Só que simplesmente dizer “a minha marca é inovadora”, ou “a minha marca tem tradição” não bastava. Era preciso de algo a mais que endossasse essas qualidades: uma boa história.

Steve Jobs apostou nos primeiros computadores portáteis, inventou o mouse, redefiniu como se pensam os celulares e, acima de tudo, foi polêmico e criou desafetos por pensar sempre à frente. Coco Chanel redefiniu a forma com que as mulheres poderiam se vestir.

Mas e quando a marca não tem uma história para contar?


Recentemente temos visto dois casos polêmicos do uso do storytelling para gerar valor às marcas. Os gelatos Diletto e os sucos Do Bem foram alvo de denúncia por utilizarem histórias “mentirosas” em seu branding.

A Diletto diz ter começado a fabricar sorvetes em 1922 com o avô dos sócios-fundadores. Só que o Sr. Vittorio nunca existiu e muito menos fabricou gelatos. A Do Bem diz que sua matéria-prima vem de pequenos produtores, enquanto tem os mesmos grandes fornecedores das outras marcas de suco.

O dueto entre Storytelling e Branding tem tudo para ser um sucesso no ponto em que os valores da marca contam com o endosso de uma história por trás e, para empresas novas e menores, como as startups, por exemplo, custam muito menos do que uma grande campanha publicitária.

Como podemos criar grandes histórias por trás de marcas sem infringir os limites éticos da ficção? Mais do que nunca, essa é mais uma prova de que Storytelling é muito mais do que contar histórias, é saber contá-las no contexto entre marcas e consumidores, na realidade entre produção e recepção.



DESVENDANDO O STORYTELLING



Desvendando o Storytelling
Como utilizar a habilidade de contar histórias para inovar?

O que é?

Contar histórias não é algo novo. Fazemos isso desde as eras mais remotas e ao longo desse período, pela experiência, aprendemos: histórias agradam, entretêm e tornam-se inesquecíveis (as boas, claro). 

Quer que um fato seja lembrado? Embale-o numa história. Você terá 20 vezes mais chance de ter sucesso. Palavra do grande psicólogo norte-americano Jerome Bruner.

Ok, e por que eu deveria fazer o curso? Porque você vai aprender a contar história com quem entende disso: a indústria que vive de contá-las. E nesse marzão de informação que vivemos, quem precisa ser mais atraente e eficaz ao transmitir uma ideia, fazer uma apresentação, vender um produto ou serviço? Eu, você, a startup, a grande empresa e qualquer outra pessoa ou instituição que você quiser inserir aqui __________.

Se você precisa de mais algum motivo, lá vai: esse curso, com esse formato, já foi apresentado em universidades internacionais como a PUC do Peru e a Universidade da Beira Interior em Portugal, e nas maiores empresas e agências de publicidade do Brasil.

Como vai ser?
O curso é dividido em 7 módulos + LAB:

1. Storytelling, a grande inovação: De onde veio, por que surgiu, o que é e como usar Storytelling. Por que se tornou uma tendência no mundo corporativo e como empresas e agências podem se beneficiar disso.

2. Storytelling em apresentações: como transformar um .ppt em uma performance inesquecível.

3. Storytelling corporativo: a evolução possível do storytelling dentro das organizações e como tem ajudado os executivos a otimizarem seus principais atributos: liderança, engajamento e viralização. 

4. Storytelling e Branding: como as marcas podem ganhar personalidade a ponto de se tornarem verdadeiros personagens.

5. O Story do Storytelling: como compor uma história realista capaz de englobar tudo aquilo que se quer e que se precisa dizer.

6. O Telling do Storytelling: como contar a sua história da forma mais intrigante possível e fazer com que seja adotada por uma cultura.

7. Transmídia Branded Content: como planejar a distribuição da história em diferentes veículos de forma orquestrada e harmônica.

LAB: hora de colocar a mão na massa e mostrar que aprendeu.

Quem é o mentor?

Fernando Palacios é um dos pioneiros de advertelling e branded content no Brasil. Co-fundador do primeiro escritório de Storytelling no Brasil. Inovou implementando o primeiro portal de conteúdos de marca e o primeiro curso universitário de Transmídia Storytelling na ESPM. É formado na USP, onde defendeu o primeiro estudo acadêmico sobre o tema Storytelling. Desde então ministra palestras e cursos no Brasil e internacionalmente. Atualmente é professor de Storytelling na ESPM e Diretor da Storytellers Brand´n´Fiction. Como um laboratório de conteúdos, seu projeto pessoal narra a busca de um personagem pela Próxima Maravilha da Humanidade e já conta com mais de 90 mil seguidores no Facebook.

Carga horária?
7 horas

Quando?
29 de Novembro. Das 10h às 18h30.

Quanto vou investir?
Até dia 14/11 – R$380
A partir do dia 15/11 – R$430

E a forma de pagamento?
Transferência bancária, boleto ou cartão de crédito.

Ficou alguma dúvida?
Estamos aqui: cursos@coolhow.com.br

Fechou, quero fazer. Qual é o próximo passo?
Vamos lá. Basta fazer sua inscrição aqui:http://www.coolhow.com.br/cursos/storytelling/

FERNANDO PALACIOS LEVA O STORYTELLING AO CEARÁ





O especialista e professor de Storytelling Fernando Palacios vem a Fortaleza ministrar um curso e participar do evento +DesignCeará 2014, em que vai apresentar uma palestra e conduzir uma oficina de storytelling.


O público de Fortaleza poderá entender o que é, para que serve, por que surgiu e quais as tendências de mercado relacionadas ao storytelling. Uma das principais referências sobre o tema no Brasil, o diretor da Storytellers Brand ‘n’ Fiction e professor da ESPM-SP, Fernando Palacios, estará em Fortaleza, a partir do próximo sábado, dia 19, para algumas atividades relacionadas ao mundo do storytelling.

Dentre as atividades, Palacios aceitou o convite para ministrar o inédito “Curso de Storytelling”, no próximo sábado, dia 19, das 10h às 17h na sede do Elephant Coworking, situada na Rua Barbosa de Freitas, 1741. “Já estive em Fortaleza para uma palestra sobre storytelling na Unifor, mas está será a primeira vez que irei dar o curso completo sobre o tema. Estou muito feliz com o convite e ansioso para começar”, declara o diretor do primeiro escritório de storytelling do País.

Executivos, diretores de empresas, gestores, publicitários, designers, empreendedores, inovadores e todas as pessoas interessadas em se comunicar de uma forma mais eficiente e interessante, poderão se inscrever até o dia 18 de julho, através do link http://www.eventick.com.br/story. O valor do investimento varia entre R$ 490,00 e R$ 590,00 reais, de acordo com os lotes. As vagas são limitadas.

Confira os módulos do curso:
Storytelling, a grande inovação: De onde veio, por que surgiu, o que é e como usar Storytelling. Por que se tornou uma tendência no mundo corporativo e como empresas e agências podem se beneficiar disso.
Storytelling em apresentações: como transformar um .ppt em uma performance inesquecível.
Storytelling corporativo: a evolução possível do storytelling dentro das organizações e como tem ajudado os executivos a otimizarem seus principais atributos: liderança, engajamento e viralização.
Storytelling e Branding: como as marcas podem ganhar personalidade a ponto de se tornarem verdadeiros personagens.
O Story do Storytelling: como compor uma história realista capaz de englobar tudo aquilo que se quer e que se precisa dizer.
O Telling do Storytelling: como contar a sua história da forma mais intrigante possível e fazer com que seja adotada por uma cultura.
Transmídia Branded Content: como planejar a distribuição da história em diferentes veículos de forma orquestrada e harmônica.


Com relação à participação no evento +DesingCeará:
PALESTRA: QUE HISTÓRIA É ESSA DE STORYTELLING?
Fernando Palacios vai ajudar a entender o que é Storylling, como surgiu, e ilustrar o tema exemplos através de sua experiência.

WORKSHOP: TÉCNICAS DE STORYTELLING
A arte de contar histórias, quando aplicada no contexto dos negócios, ganha muitas facetas. Para citar dois exemplos, é possível contar histórias para motivar e liderar equipes, da mesma forma que é possível recorrer às narrativas para vender produtos e serviços. Por isso que Storytelling - mais do que uma ferramenta - é uma tecnologia. Isso quer dizer que Storytelling é a composição de várias técnicas que podem ser combinadas de infinitas maneiras. Nessa oficina vamos conhecer e aplicar algumas dessas técnicas que conquistam a atenção e o coração da audiência.

FERNANDO PALACIOS
Sócio-fundador da Storytellers, primeiro escritório brasileiro dedicado exclusivamente a compor histórias para empresas e seus negócios, que tem como grande cliente a cearense M.Dias Branco. É um dos pioneiros de advertelling e branded content no Brasil. Inovou implementando o primeiro portal de conteúdos de marca e o primeiro curso universitário de Transmídia Storytelling na ESPM. É formado na USP, onde defendeu o primeiro estudo acadêmico sobre o tema Storytelling. Desde então ministra palestras e cursos no Brasil e internacionalmente. Atualmente é professor de Storytelling na ESPM e diretor da Storytellers Brand´n´Fiction. Como um laboratório de conteúdos, seu projeto pessoal narra a busca de um personagem pela Próxima Maravilha da Humanidade e já conta com mais de 90 mil seguidores no Facebook. Esse trabalho já rendeu o primeiro capítulo de um romance, que foi premiado com Top 5 Widbook Authors 2013.

 Serviço “Curso Desvendando o Storytelling” com Fernando Palacios
Data: Sábado, 19 de julho de 2014
Horário: das 10h às 17h
Local: Elephant Coworking - Rua Barbosa de Freitas, 1741, Aldeota, Fortaleza – Ceará
Mais informações no link http://www.eventick.com.br/story

Serviço “+DesignCeará” com Fernando Palacios
Data: terça, 22 de julho de 2014
Horário: das 10h às 17h
Mais informações no link https://www.facebook.com/MaisDesignCeara

STORYTELLING NÃO EXISTE SEM AUTENTICIDADE



Esse post foi originalmente publicado pelo site da Câmara Americana de Comércio.
Adotar storytelling pode beneficiar a empresa, mas pode prejudicá-la, se toda a comunicação não estiver alinhada com o conceito da ferramenta. Quem faz o alerta é  Fernando Palacios, co-fundador do escritório Storytellers Brand ‘n’ Fiction.
Abaixo, Palacios comenta os erros de empresas que querem usar o storytelling, mas não se posicionam integralmente com uma comunicação humanizada. Ele ainda indica quais os aspectos que vão predominar essa área, no futuro.
 Storytelling virou business com a indústria do entretenimento, mas é recente no mundo corporativo. O que há de tendência nessa área?
Muita coisa, até por ser tão inicial, embrionária. Uma das primeiras coisas é entender a importância do conflito. O mundo corporativo é muito genérico, na comunicação. Muitas empresas têm a comunicação oficial muito ligado ao jurídico, é fria, impessoal, distante. Só que cada vez mais isso vai dificultá-las a falar com os públicos, porque a distância entre as pessoas e as empresas está diminuindo, principalmente com as redes sociais e toda a informação disponível.
Então o posicionamento da comunicação da empresa interfere no storytelling.
Não só. Às vezes tem marca que fala super bem com o público, é descolada, mas no momento de crise, joga para o público um comunicado frio e distante. Cadê aquele cara que falava comigo, descolado? Tem de entender que a marca é vista pelas pessoas como uma entidade.
Essa dificuldade que empresas têm com storytelling é, na verdade, de comunicação e posicionamento?
Sim. Quando fala-se de storytelling, a grande tendência é entender os arquétipos. Carl Jung, cem anos atrás, estudou tipos de pessoas e personalidades, definiu alguns arquétipos, mas os arquétipos são muito anteriores. Há pelo menos 12 arquétipos padrões desde o “início” da humanidade. Na primeira história que a gente tem registro, a Epopéia de Gilgamesh, já tem 12 arquétipos diferentes. Quando se olha para o mundo corporativo, a tendência é de cada empresa se posicionar de acordo com um arquétipo diferente. Até porque, se todo mundo for igual e falar com a mesma voz, o próprio conceito de marca perde muita força. O princípio de marca é marcar, diferenciar. Se todo mundo for verdinho, correto, isso deixa de ser diferencial e vira pré-requisito, pedágio.
Então, quando a empresa se interessar pelo storytelling, deverá entender que vai ser mais humanizada e prioritariamente vai ter de passar por questões como conflitos e emoções?
A empresa tem de ter opinião, personalidade. Quanto mais se aproximar de um ser humano de verdade, que tem defeitos, falhas e não acerta sempre. Na hora em que a empresa tiver um erro, todo mundo já vai vê-la como humano, que pode errar, e não como uma entidade, um ser superior.
Você vê essas dificuldades nas empresas, quando elas vão atrás de um storyteller (especialista em storytelling)?
Eu vejo essa dificuldade de conseguir entender o preço da humanização. Toda marca quer ser mais humana, ter relacionamento, mas isso tem um preço. Você vai ter de se expor e o concorrente vai tentar tirar proveito disso. Mas quanto mais humano você for, mais as pessoas vão ficar do seu lado. As pessoas ficam do lado de quem está sofrendo, isso é natural, é assim que se estabelecem laços.
Quando as empresas começarem a entender isso, vão saber também que o storytelling pune e pode atrapalhar do mesmo jeito que ajuda muito. Se você tentar manipular uma historia e as pessoas descobrirem, sua descrença vai ser tão forte que será muito mais difícil reconstruir a relação. Então são muito importantes a autenticidade e a verdade de uma história. Não pode contar uma mentira, sabendo que é mentira, mas querendo postar como verdade.
As empresas precisam se posicionar para um público diferente, da era da informação.
Exatamente. A mesma informação que te atrapalha, que concorre com você. Seu anúncio, sua mensagem institucional, seu release, vão concorrer com o filme da Pixar que vai estrear. O tempo e a atenção da pessoa são mais limitados ainda. Além da concorrência, tem o fato de que a informação chega mais rápido. E se você tentar ser não autêntico e criar inverdade, as pessoas vão saber mais rápido e fazer contenção disso ficará mais difícil.
Além dessa questão, que outra tendência você vê?
Além de autenticidade e posicionamento, outra tendência muito forte é entender a qualidade de conteúdo. Cada vez mais vai ficar difícil concorrer com Disney, Hollywood, Pixar, Marvel e Globo. Aí podem falar, “então vou colocar meu anúncio dentro da Globo.” Hoje em dia dá muito resultado, mas no futuro vai ficar muito mais difícil, o ser humano vai arrumar cada vez mais formas de burlar isso (o anúncio). Hoje tem o Netflix, que não tem anúncio. O tempo em que vou assistir, vou deixar de ver comunicação de marca. Mas se você vai colocar como merchand, não pode ser algo horrível, que pára tudo e “vamos falar da água tal”. Tem formas de fazer isso.
Você não vai colocar duas pessoas bebendo água num bar porque é horrível, nem numa cena de palestra porque não faz diferença. Mas num deserto, em que o cara caiu do avião e sobreviveu e há cinco dias não bebe água, encontrar a garrafa vai ser mágico. Então tem de haver um contexto, saber colocar na forma certa, mesmo que tenha de criar uma história dentro de uma história.
Mas essa coisa de empurrar a informação, a marca, vai fazer cada vez menos sentido. O storytelling não vai funcionar como pizza. Ela é uma lasanha, tem várias camadas. Está tudo interligado: marketing, jurídico, branding, entretenimento, tudo. Você tem várias histórias: as dos usuários em relação à marca, colaboradores que constroem a marca, as histórias que a empresa cria. Tem uma série de coisas que é preciso filtrar. Não tem nada pior do que “vamos fazer um projeto de storytelling e contar cada um dos 100 anos da história da empresa”. Vão deixar de ver no ano três. Tem de entender que as histórias têm organicidade, dinâmica, que elas funcionam. Tem de entender a técnica, não é intuitivo. Tem gente que conta história sempre, mas não conta bem. Storytelling demora para ser feito, tudo isso são tendências pro futuro.
Outra vantagem é: a partir do momento que fizerem bem feito, outras empresas vão fazer também. Vão perceber que uma boa história dura muito tempo. É difícil, cara, trabalhosa de fazer, mas pode criar uma plataforma que vai durar cinco anos, com que todo mundo vai conversar e vai ser muito mais harmonioso do que cada vez fazer uma campanha diferente, trazer um assunto diferente. Você pode ir colocando tudo isso dentro de uma historia maior. Isso é a grande tendência de futuro, as empresas entenderem que vão ter de criar sua própria mitologia interna.
Trabalhar storytelling como um plano.
Isso. No mundo do storytelling e do entretenimento, a gente fala do universo ficcional. As empresas vão ter de criar seu próprio universo corporativo, assim como Star Wars tem Luky Skywalker, seus ambientes e personagens. A Lego é um exemplo disso, que pagava para usar universo dos outros, comprando histórias dos outros para seus brinquedos. Finalmente a Lego resolveu criar seu próprio universo e agora tem personagens que vai licenciar para outros produtos. Na hora em que os mascotes passarem a ser personagens verdadeiros, vão ter muito valor e a empresa vai poder vender a comunicação que era custo. E cada nova ação ajuda a construir mais a marca. Como os novos filmes da Marvel. Cada novo filme cria mais substância para empresa, aumenta o patrimônio dela, em vez de ser custo maior. Essa é mais uma tendência.

O STORYTELLING DAS START-UPS




Amanhã tem participação de peso da Storytellers na Virada Empreendedora. Martha Terenzzo vai falar de branding, enquanto Fernando Palacios vai falar de Storytelling.


Durante uma hora, Fernando vai abordar a aplicação prática do Storytelling para empreendedores: técnicas para contar a história que originou a start-up, visando contagiar usuários e investidores com a paixão do fundador. A metodologia foi criada no Brasil pela Storytellers e já foi aplicada com sucesso em grandes empresas e para a ocasião do evento foi adaptada à realidade de novos negócios. Para facilitar a compreensão, serão usados exemplos de casos recentes, que ainda não estão nos livros de negócios. 

Mais informações sobre a Arena:
http://www.viradaempreendedora.com.br/startup-run-pitch-fight
 



Conheça as atrações da IV Virada Empreendedora

A IV Virada Empreendedora de SP prova que de maneira colaborativa pode-se realizar um grande evento, que durante 24 horas oferecerá atividades, painéis, debates, palestras e personalidades do universo empreendedor. As Inscrições estão abertas!
A Virada Empreendedora - que acontece nos dias 26 e 27 de abril na FGV em São Paulo - nasceu há quatro anos com a ideia de oferecer num mesmo lugar tudo que um empreendedor precisa para tocar sua empresa: serviços, conteúdo, informação e conhecimento. E uma característica desse evento é o seu caráter colaborativo: organizado pela empreendedora Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, e um time de 11 curadores que cedem seu tempo e energia para ajudar a construir sete arenas com os mais variados conteúdos relacionados à capacitação de empreendedores. Confira o resumo das arenas:

ARENA INSPIRAÇÃO
Com a curadoria da empreendedora Ana Fontes, a Arena Inspiração trará grandes nomes e donos de histórias de sucesso para compartilharem suas experiências e renovar a fé nos empreendedores. Já estão confirmados os nomes de: Solange Bichara (Presidente da Escola de Samba Mocidade Alegre); Eduardo Lyra (fundador do Instituto Gerando Falcões); Ana Paula Padrão (jornalista e fundadora do Portal Tempo de Mulher); Keine Alves (líder da Mentoria Especializada); Gil Giardeli (estudioso da Cultura Digital e CEO da Gaia Criative); Rodrigo Rocha Loures (fundador da Nutrimental) e  Marcelo Vitorino (sócio da Presença Online); além de Sandro Magaldi (CEO do Geração de Valor).

ARENA STARTUP RUN + PITCH FIGHT
A Arena Startup Run + Pitch Fight, será um verdadeiro laboratório de prototipação para startups. Com os curadores Anderson Penha (Foltigo e Pitch Fights) e Gustavo Santi (E-Commerce Brasil e Laboratorium), os participantes terão um treinamento, que inclui palestras de Nei Grando (organizador do livro Empreendedorismo Inovador) sobre prototipação; Martha Terenzzo (Inova 360º) sobre Branding para startups e Fernando Palacios (Diretor da Storytellers Brand 'n' Fiction) sobre Storytelling para Startups.  Após o treinamento, na atividade Pitch Fights, haverá uma verdade "batalha de pitchs" sob o júri de Ludmilla Veloso (eyso); Juan Bernabó (Teamware) e Rodrigo Junco (Buscapé Company).

ARENA FUTURE THINKING E INOVAÇÃO APLICADA
A arena Future Thinking e Inovação Aplicada surpreenderá pela participação de pensadores críticos, experts e futuristas profissionais. A programação promete insights práticos para empreendedores e para qualquer pessoa interessada em mudanças que irão influenciar o futuro. Com a curadoria de Daniel Egger (Foltigo) e Marina Miranda (Mutopo). E a participação de Diogo Dutra (Caos Focado); Rebeca Dreicon; Fabio Uzunof; Fernanda Esposito; Luis Rasquilha; Robert William Velásquez Salvador. 

ARENA SUA EMPRESA VAI VIRAR
A arena tem a curadoria de Cássia Aulísio (E-Ability) e Heloísa Motoki (Quali Contábil) e trará uma programação com a participação do "empreendedor serial" João Kepler que falará sobre vendas e inovação; Roberta Omeltech (Omeltech Desenvolvimento) sobre administração financeira na empresa; Batista Giliotti (Fran Systems Consultoria) sobre como franquear um negócio e Luiz Trivelatto que fará uma palestra sobre o Posicionamento Estratégico de Mercado. A arena também trará os seguintes temas: Proteção de Marcas (Fernanda Picosse); Premiação e incentivos para funcionários de PME's (José Plinio Aulísio) Créditos para PME's; marketing e plano de negócios.

 ARENA EDUAÇÃO EMPREENDEDORA
Na Arena Educação Empreendedora, as professoras e curadoras Rose Mary Lopes (ESPM) e Vânia Nassif (UNINOVE) vão trazer professores para trocar experiências e conduzir workshops que irão demonstrar diferentes técnicas de educação empreendedora, a fim de discutir e compartilhar entre os presentes, a teia de recursos e programas de apoio para este ensino.

ARENA EMPREENDEDORISMO SOCIAL
Para a Arena Empreendedorismo Social, com a curadoria de Marcelo Nakagawa (FIAP e INSPER), os participantes conhecerão pessoas que têm interesse em resolver os mesmos problemas do mundo, desenvolverão modelos de negócios alinhados com o Capitalismo Consciente e terão momentos de interação com investidores de impacto.

 II FÓRUM EMPREENDEDORAS
O Fórum tem a curadoria de Alice Salvo (Pulo do Gato) e Cláudia Mamede (PitchCom) e acontecerá no sábado a partir das 14h30 às 20h00 no mesmo espaço na FGV, com vários painéis como o "Elas investidoras: o seu negócio está preparado para obter investir anjo"; "Carreira empreendedora: como gerir o seu tempo, projetos e sonhos"; "Sustentabilidade: novos pensamentos e modos de fazer de negócios"; "Negócios sociais: gerando impacto e transformando o Brasil"; Estereótipos femininos: você é muito mais do que pensa ser" finalizando com o "10.000 mulheres: as empreendedoras que estão mudando o mundo". Mais informações no site: www.forumempreendedoras.com.br

A Virada Empreendedora terá várias atividades que acontecerão simultânea e interruptamente por 24 horas.  A programação pode ser conferida no site: www.viradaempreendedora.com.br
Serviço:


Datas: 26 e 27 de abril  
Horário: a partir das 14h do dia 26/04  até às 14h do dia 27/04  
Local: rua Itapeva, 474 - Próximo ao metrô TRIANON MASP     
Tel: (11) 2619-9190         

Informações para IMPRENSA e cadastramento prévio para cobertura do evento com:
Cláudia Mamede - 11 - 98555-5234
Isadora Leone - 11 - 98445-4958