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Não posso dizer que tenho todo o conhecimento de storytelling. Na verdade, nenhum autor pode. Aliás, os grandes autores dizem que 'você jamais pode dominar a arte de contar histórias, no melhor cenário você pode aprender a contar aquela história em que está trabalhando.' 


O ato de narrar histórias é o centro de todas as formas artísticas e um processo de aprendizado que dura a vida toda. E mesmo sendo uma das atividades mais antigas da Humanidade ainda é um assunto em constante evolução. Volte um século no tempo e nem cinema existia. E hoje existe essa coisa com o estranho nome de transmídia. Se há tanta informação e transformação, por onde começar? 


O primeiro passo é garimpar o próprio histórico de vida atrás das grandes descobertas e experiências transformadoras.  É preciso extrair do histórico as boas histórias.  


Para se tornar um storyteller profissional é preciso transformar essas histórias em projetos. Ou seja, obter renda dos enredos. Não é fácil. Mas também não é impossível. Tá aqui o exemplo.


Tudo parte do sonho. De querer algo distante. Como uma fruta num galho mais alto que o braço alcança. Mas de querer tanto aquela fruta que se disponha a trepar na árvore, sabendo que o galho pode quebrar e cair. Ou de vencer a preguiça e ir buscar uma escada. Ou ainda de construir uma escada. É como dizem em outras terras ‘where there’s a will, there’s a way’.


Sonhos temos todos. São como sentimentos. Alguns deixam mais trancados, mas não é por isso que deixam de existir. Nada que uma busca interna não encontre. #google-se


Com esse sonho em mente o próximo passo é ao papel passá-lo. Mas isso fica para o próximo post. Até lá, tenha bons sonhos!


‎"A gente tem que sonhar, se não as coisas não acontecem" ~Oscar Niemeyer

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Isso já tem se tornado um certo padrão. Muitas pessoas me procuram dizendo que estão com um problema danado na hora começar a escrever um texto: elas simplesmente não conseguem começar. É uma síndrome que parece afetar cada vez mais pessoas. Ou vai ver que sempre afetou todo o mundo e eu, como cada vez sou mais visto como escritor, estou sendo mais assediado pela questão. Seja como for, a resposta fácil seria: 'não pense nisso, busque inspiração, vá dar uma volta pelo parque, leia um livro e lave a louça.' Às vezes isso até resolve. Às vezes.

A coisa mais importante para vencer esse momento é imaginar que você está numa praia prestes a embarcar num bote e sair navegando por mares até então somente sonhados. Você está no momento de passar a rebentação, de vencer resistências naturais e inevitáveis do início do percurso.

Eu só conheço um jeito de transpor as ondas da resistência, e é justamente escrevendo. Escrevendo apesar de tudo.

Fazer outra coisa só vai te distanciar aquilo que você deveria estar fazendo, escrevendo. Escrevendo já sabendo que todas aquelas palavras que estão sendo digitadas em breve serão deletadas. Escrevendo mesmo achando que a sua história não valha nada. Escrevendo até mesmo seus pensamentos negativos sobre a sua escrita. Escrevendo até que do meio de tudo aquilo que você considera esterco vire adubo. Uma hora algo floresce.

A verdade é que quase todas as palavras escritas ficarão no escuro da lixeira, sem jamais ver a luz do dia. Mesmo os romancistas mais consagrados, com 30 anos de profissão e prêmios mundiais de literatura, trabalham em média dez horas para produzir uma página publicável. E é óbvio que eles não escrevem devagar. O ponto é que de tudo o que escrevem apenas uma página se salva. É um ofício de garimpo, esse do autor. O autor passa as horas minerando a própria mente até que encontre uma frase ou ideia preciosa.

Existe um conto do Richard MacKenna em que ele diz que precisou escrever 100 páginas de texto para só então começar a escrever a primeira página do seu primeiro livro. Escrever é isso mesmo. É explorar seu mundo imaginário com palavras. É uma expedição sem a menor garantia de sucesso. Até por isso o grande talento de um autor não é a habilidade de criar ou de contar uma boa história, mas essa espécie de perseverança inexplicável.
A disposição para acordar todos os dias pronto para travar mais um duelo contra a página em branco. Talvez por isso Gertrude Stein tenha escrito 'to write is to write is to write is to write.'

Então faça como ela e escreva. Escreva tendo em mente os escritores que datilografavam suas histórias em máquinas Olivetti e que enchiam os cestos de lixo com bolas de papel. Escreva pensando que você ainda não deve pensar na qualidade. Escreva sabendo que uma hora você vai ter que voltar, reler e editar tudo. Escreva, mas escreva sem o editor do seu lado. Dê férias para ele, ou ele te trava. Escreva com a criatividade infantil e descompromissada. Agora é hora de brincar com a criança interior e deixar para mais tarde o editor. Escreva como Hemingway 'write drunk, edit sober.'

Lembre-se: toda vez que você se deparar com um bloqueio criativo, eis mais um motivo para você encarar o papel ou o computador e escrever. Escrever nem que seja por escrever. Escrever até cansar de se irritar por estar escrevendo tanta bobagem. Escrever até a câimbra afligir os dedos e chamar isso de aquecimento. Escrever até o editor em você concluir que a única explicação para você ignorar seus berros seja que seus ouvidos já não funcionam. Escrever sabendo que sua única arma é escrever.

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É novidade, mas já tem gerente de marketing usando para alavancar venda de produtos. Tem gestor de marca usando para conquistar fãs nas redes sociais. Algumas empresas estão usando para atrair talentos. Há casos de Diretores usando para motivar suas equipes. Até mesmo CEOs têm usado para valorizar as ações na bolsa. Estamos falando do Storytelling. As corporações estão reinventando uma das atividades mais antigas da Humanidade: a arte de contar histórias.
Só aumenta o número de interessados em dominar as funcionalidades do storytelling: storytelling para apresentar um PPT, storytelling para maximizar campanhas de publicidade, storytelling para construir reputação corporativa, storytelling como estratégia de marketing, storytelling para gestão de pessoas, storytelling para alavancar organizações, storytelling para potencializar negócios, storytelling para perpetuar a memória empresarial, storytelling como forma de dar um upgrade no plano de comunicação, storytelling como ferramenta de gestão, storytelling para incentivar público interno, storytelling como ferramenta comercial, storytelling para orquestrar o lançamento de um produto, storytelling como modelo de negócios e até mesmo como se tornar um storyteller corporativo. 

Tudo isso envolvendo uma série de modalidades como: transmídia storytelling, product placement (merchandising), advertainment, branding storytelling, digital storytelling, branded content, branding fiction, advertelling, business storytelling, storytelling na política, storyupgrading, storyframing, storyplacement. O problema é a escassez das informações, seja em cursos ou livros.


Estão abertas as matrículas para um curso sobre o assunto, abordando:
- Storytelling: essa tendência no mercado de comunicação
- O que é e o que não é storytelling
- Passo a passo para implementar o storytelling como ativo de uma empresa
- Por onde começar a contar uma história... real ou ficcional
- A importância do storytelling como plataforma de branding
- Como implementar o storytelling através de uma estratégia transmídia
- Transmídia storytelling como um poderoso arsenal de relações públicas
- As dificuldades e desafios de implantar o storytelling no mundo corporativo
- storyframing, storyupgrading, storyplacement e outras técnicas
- bibliografia e outras fontes de informação que não se encontram nos livros


PARA APRENDER A FAZER PROJETOS DE STORYTELLING OU SIMPLESMENTE A MELHORAR A FORMA DE CONTAR BEM UMA BOA HISTÓRIA, FIQUE DE OLHO NA NOSSA PROGRAMAÇÃO DE CURSOS.
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Bons cases é o que as pessoas mais pedem nos cursos e palestras. Quando abro para perguntas já espero alguém perguntar 'tem algum exemplo de storytelling na prática?'. E o que as pessoas buscam são cases mais próximos da realidade, que não exija milhões para ser produzido. Essa é uma das genialidades do W'nderer Writer e a Volta ao Mundo.

É um case que tem tudo: tanto histórias reais como ficcionais. Um tema fascinante. Uma plataforma transmídia de publicação. Interatividade capaz de mudar os rumos da narrativa. Conteúdos capazes de agregar muito valor a uma marca... e tudo isso feito com uma verba que qualquer pequena empresa poderia investir.

Para participar do desenvolvimento da narrativa é só curtir a fanpage do projeto no facebook: http://on.fb.me/wwriter

O storytelling já começa a mostrar sua força na apresentação. O Power Point é usado para contar uma história. E a história e contada para apresentar o projeto. Daqui para frente não passo um curso, palestra ou entrevista sem falar dele.