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This post was originally written for The Truth Series and now is being dedicated to those of you who suffer from Google Translations.

This is the view of someone who was an insider and now is an astronaut. Advertising and Digital agencies in Brazil don't earn from ideas, they profit from buying media. The creative pieces come as if packed in a Happy Meal.

However there’s a shift going on. Simple ads are losing their power. Agencies are putting effort to create interesting contents. But when advertising talks about content, it should ensure entertainment. Otherwise... otherwise nothing. People will just ignore it.


Content + Entertainment
can be done in many ways. One can make a bet in sports, as Red Bull does. The ones not into gambling can convey the message in a more orchestrated way: storytelling.

Stories can tell anything just by showing it, in a very emotional way. Storytelling can create struggles and counterpoints to explore each corner of a message making it much more edible, even delicious.

There's only one problem towards storytelling: it requires a lot of craft, including a rare know-how and the development time of a pregnancy. The author have to see the story by its most appealing angle along with the skills to tell it in the most seductive way.

The other side of the coin about storytelling is that it competes against other stories. In this scenario, agencies who crave prizes will go to Cannes Festival, but won't be looking for lions.

The Sphinx’s question
'How the agencies can be deep in storytelling when working along corporate deadlines?' After all, even a book takes over a year from the idea to the shelves. A movie can take up to three.

My guess: brands will have their storytelling specialists to gather inside stories while agencies will grow their own fictional universe. All agencies will become a Marvel or a Pixar of sorts. Thus agencies will lend their characters to make the brands’ stories shine brighter: as bright as a Palme d’or.


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Quem nunca ouviu alguém falar algo como "se tudo der errado, vou vender coco na praia“, ou melhor, quem nunca disse algo como "cansei dessa vida, quero abrir uma pousada na Bahia"? É quase que um arquétipo de "aposentadoria perfeita".

Essa é a história do Titus, que um dia cansou de ser acordado no meio da madrugada com as ligações do seu chefe e resolveu investir num sonho: vender água de coco na praia. Decidido, resgatou suas economias e foi para o litoral montar uma barraquinha. Chegou lá abafando, seguro de que tinha tomado a melhor decisão de sua vida.

Ao chegar na praia em que planejava se estabelecer, viu que não estava exatamente num mar de rosas... Já havia uma série de outras barracas, todas com fornecedores amarrados e clientela fiel.

O nosso amigo sonhador tem alguma chance de se dar bem se for adiante em perseguir seu sonho? Sim. Ele pode não ter sido primeiro, mas também não será o último a vender água de coco natural e geladinha. Para aumentar as suas chances de sucesso (ou pelo menos sustento), ele vai precisar resolver todos os problemas - de preferência dentro da lei (até ocorreu o insight de que ele poderia contratar um jagunço pra "limpar" a concorrência, mas o conceito de máfia está um pouco fora de moda. Outro insight foi de burlar impostos, mas logo concluiu que se até a Daslu foi pega...).

Eis um problema simples: como fazer a barraquinha se destacar das demais? Possibilidades existem como grãos de areia:
espalhar panfletos no pedágio ou anunciar na rádio e em outdoors;
oferecer outros produtos além do coco (milho verde, guloseimas etc.) ou até agregar serviços como mesinhas com ombrelones para clientes além de um tapetinho que leve até o mar;
ludicalizar e distribuir jogos de tabuleiro para todos os clientes;
apelar para o preço mais baixo ou fazer uma promoção compre 3 cocos e pague 2;
pode criar um concurso para os filhos dos clientes concorrerem a uma viagem à Disney;
pintar de verde-limão com roxo e abrir à noite como uma espécie de balada;
pode criar um tubarão de pelúcia e dar de brinde para os clientes;
pode patrocinar o réveillon e o carnaval...

Enfim, cada solução promete resultados ímpares no curto, médio e longo prazos. Via de regra, quando uma empresa passa um briefing para uma agência é porque ela tem um problema, quase sempre tático (aumentar vendas de um determinado produto, reconquistar a confiança de um determinado target após uma crise, alterar a percepção de uma marca devido a um reposicionamento de um concorrente, desovar estoques, fazer com que as pessoas tomem conhecimento sobre um assunto etc.), mas também pode ser estrutural (não tem equipe interna, não detém know-how etc.).

No mundo real raramente uma empresa tem apenas um problema. É meio que o oposto disso, na verdade: empresas são fábricas especializadas em gerar centenas de novos problemas todos os dias. Normalmente o controle dos problemas - quais são mais ou menos relevantes e prioritários - é feito pelo pessoal de marketing da própria empresa.

É comum que o departamento de marketing determine um "problema da vez" que, após escolhido, seja repassado a alguma agência fornecedora para que esta encontre uma solução. E é aí que entra em cena o planejamento.

O trabalho do planejamento é analisar o maior número de possibilidades, levando em conta as informações referentes à concorrência, à macroeconomia, aos nichos de clientes e tudo mais que possa influenciar nas soluções sob o ponto de vista estratégico-financeiro e, em alguns casos, até jurídico. E depois de considerar todo o contexto, ele irá sugerir o melhor caminho estratégico para solucionar o problema.

A estratégia normalmente é composto por uma série de táticas, normalmente dispostas em um projeto (também chamado de "plano" e quase sempre feito em power point). Em boa parte das agência, o próximo passo é enviar o plano para a criação aprofundar as idéias e criar as peças. Mas existe ainda um outro tipo de planner, o criativo, que vai um passo além e borda esse conjunto de táticas num tecido maior: o conceito. E o conceito, muitas vezes, pode ser um primeiro passo para o storytelling.

Para finalizar, é bom ressaltar que existem dezenas de especializações de planejadores e, como ocorre com toda profissão, existem profissionais bons e ruins. Um bom planejamento consegue trabalhar mais de um problema por vez, ou pelo menos gerar benefícios em mais de uma frente (por exemplo: conquistar novos clientes e, em decorrência deles, aumentar as vendas).

Então, meu caro Titus, para persistir no seu sonho contrate um bom planejamento... Vai terminar vendendo coco como água.


Esse post é uma homenagem ao @vagasplanner, que mesmo com sua camisa xadrez deve ter tido dificuldades em explicar o que faz um planner. 

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Esse tal de storytelling
Você passou horas numa maratona de Dexter, Doutor House ou Mad Men. Dez episódios se passaram e você continua dizendo 'só mais esse'. E ainda bateu a irritação de pensar que a próxima temporada só no ano que vem. Se você olhar de fora, o efeito da história sobre você até parece bruxaria.

A magia das histórias está na peculiaridade. Ninguém se interessaria por uma aventura de um herói genérico numa missão qualquer. O herói tem que ter RG e personalidade. Se o personagem não for mais interessante do que pessoas reais, por que perder tempo com ele?

E outra: é bom que ele esteja numa missão muito importante. Do tipo que vai decidir o destino do mundo.

O poder dos detalhes
O específico é o que nos enlaça. Mas por não tratar de coisas 'quaisquer', toda história vem amarrada com um risco: o que só a audiência viu.

Cada detalhe conta muito mais do que se imagina. O autor vai todo animado apresentar seu herói. Aí vem a audiência e acha que o mocinho está mais para o bobo da corte. Se é perigoso para o autor, imagina para executivos que buscam glorificar suas marcas.

Storytrends
Storytelling como 'ferramenta corporativa' é uma tendência que vem ganhando força a cada dia. É natural num mundo com tanta informação de pouco significado. Contar uma história para dizer alguma coisa, faz essa mensagem subir um degrau. Fica mais apetitoso para a mente que acompanha a narrativa.

Mas como nada é de graça, ao ficar mais envolvente e interessante, a mensagem passa a concorrer com a Cia das Letras, com a Globo e até com a Pixar. Por subir um degrau, ela passa a concorrer contra histórias. E aí só as melhores se perpetuam. Uma sobrevivência Darwinista.

Técnica do artista
A importância da técnica artística fica evidente na concorrência pela melhor história. Sem o verniz do escritor, poucas histórias têm chance de sobreviver. Por isso que existem ghost writers. Para quem tem bons conteúdos mas não domina a técnica. Mas ainda mais importante é o talento autoral. Em descrever situações intensas, sem jamais deixar de ser sincero nas emoções. É a emoção o combustível das histórias. Para expressar emoção só tem um jeito: sentindo. Se o autor não sente nada, nada passa. A atenção vaga. O canal muda. A página fecha.

Para que o feitiço não volte contra o feiticeiro o melhor é evocar um mago experiente. O Mestre dos Magos, se possível. Quando investir em storytelling, investigue o storyteller. Desconfie do 'consultor', 'palestrante' ou 'professor' que se diz 'especialista em storytelling', mas nunca escreveu uma história. #ficadica


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Se você está interessado em iniciar nas técnicas do artista em contar histórias, aproveite para se inscrever no curso de storytelling durante as férias:

INOVAÇÃO EM STORYTELLING – DO BRANDED CONTENT À TRANSMÍDIA
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Um jovem apresentou uma ideia. O investidor ouviu à explicação atônito. Sentenciou ao final:

"Deixe eu ver se entendi direito. Eu vou ter que pagar. Pagar dinheiro. Pra ir até uma sala fechada e escura e ficar esperando ao lado de um monte de gente que eu não conheço. Se eu quiser levar um amigo eu terei que pagar o dobro. Ou o triplo se convidar a minha mulher e a minha filha. E tudo isso pra quê? Pra ficar vendo imagens em sequência. E daí que estão sincronizadas com som? E você ainda quer me submeter a isso por mais de uma hora! Ora faça-me o favor. Não quero ser desanimador, meu caro, mas ninguém vai querer saber dessa coisa aí, como é que você chamou? Isso,cinema. Esse cinema aí não tem futuro."

Pois é. Tem inovação que não dá para explicar sem demonstrar. Nem que seja com uma história.

Um post em homenagem à especialista em inovação @marthaterenzzo9 que já vivenciou tantas histórias como essa...


A J.K.Rowling finalmente anunciou o mistério por trás de seu novo projeto, o Pottermore. A autora tem se mostrado grande estrategista de marketing. Já havia usado o último livro para promover o 'spin-off': Contos do Beedle, o Bardo.

Agora ela aproveita toda a expectativa em torno do último filme para lançar um novo projeto. Ao que tudo indica vai ser algo muito parecido com o projeto que a Storytellers fez em parceria com a ID\TBWA: O Mistério das Cidades Perdidas, realizado para a Mini-Schin.


A experiência vai além da linearidade da leitura, já que o leitor assume um papel na narrativa. O curioso é que quando fomos escrever o roteiro 3 anos atrás, Harry Potter foi uma das inspirações. Agora o ciclo se fecha e Pottermore é como se fosse inspirado no projeto.

Se quiser se aventurar pelo Mistério das Cidades Perdidas, é só entrar clicar aqui, selecionar o livro sob a cama e depois clicar quando ele estiver sobre a mesa.

Para conhecer o anúncio sobre o Pettermore, clique aqui.