Já vi muita gente por ai dizendo que storytelling é moda, que vai passar e que logo surge uma coisa nova. Quanto ao último ponto do discurso eu me sinto obrigado a concordar, acredito que logo surge algo novo, mas antes disso tenho que corrigir uma só palavra do que foi dito na primeira frase, já que storytelling não "é" moda, storytelling está na moda. Realmente está e podemos provar essa teoria quando vemos agências grandes como África, DM9 e outras buscando um pouco mais sobre essa história de contar histórias. 

Toda vez que penso nessa moda me lembro de um dos meus primeiros cursos de storyelling lá na ESPM, quando, no meio de uma aula, um querido colega levou todos os presentes a uma reflexão que persiste sem resposta até hoje: "mas e se todas as marcas começarem a contar histórias? Não vai saturar? Uma hora não vai faltar história para contar? Perder efeito?" 

Duas coisas ai são importantes, a primeira é que a pergunta que não quer calar surgiu de um exercício natural do ser humano e essencial ao storyteller, o famoso "e se" e a segunda coisa a ser levada em consideração é que storytelling não é moda simplesmente pelo fato de contarmos histórias há anos, sempre na base de que "quem conta um conto aumenta um ponto", mas sempre mantendo as histórias vivas, passadas de adultos para crianças em cabeceiras de camas e ao redor de fogueiras do mundo inteiro. Afinal, histórias transcendem, de certa maneira, até mesmo os limites sociais que usamos para fazer planejamentos publicitários. 

Como reposta para essa pergunta eu diria que vejo o storytelling como o mercado cinematográfico. Que apesar de viver suas crises e suas fases de "falta de criatividade", é ainda um dos mercados que mais movimenta dinheiro no mundo todo e eu não acho que ninguém possa dizer que todos os filmes que deveriam ser feitos já foram feitos, ou que todos os livros que deveriam ser publicados já foram publicados. Acho mesmo que quanto mais histórias decidimos contar, mais e melhores histórias teremos que contar no futuro. Quanto ao pensamento de que vão "substituir" o storytelling eu só tenho a dizer que contar histórias não é algo novo e que se a publicidade aprender a fazê-lo muitas marcas terão seus universos distribuídos por muitos anos. Quanto mais perto de um produto cultural melhor é o seu storytelling, transformar marcas em símbolos que serão transmitidos em cabeceiras de camas e fogueiras do mundo inteiro tem que ser o objetivo de todo storyteller. 



Estes últimos dias têm dividido o clima entre o Natal e o "Fim do Mundo". Cada um escolhe aquele em que quer investir. Seria o fim de uma era ou do mundo mesmo? Será que algo realmente vai acontecer ou a fatura do cartão de crédito irá chegar normalmente depois do dia 21 de dezembro? Enquanto isso, as compras de Natal continuam firmes e em alta.

Nessa toada, uma equipe de publicitários usou suas melhores armas (incluindo no checklist o storytelling) para unir os dois temas do momento. Embora o vídeo seja do começo do ano, nesse exato momento ele faz mais sentido. O resultado foi uma simpática forma de desejar - último - feliz ano-novo.




E se nada acontecer, assim como a fatura do cartão de crédito, estaremos de volta na próxima semana. ;P



O que existe no jeito de contar histórias de um Storyteller? Usando apelas letrinhas um storyteller é capaz de prender a atenção das pessoas por horas, dias e até semanas. Fazer muita gente roar as unhas até que saia a próxima temporada, ou o novo livro da série.

Uma entrevista para aprofundar mais nessa temática de Storytelling, Branding, Transmídia e Outros Projetos para o Comunicar é Preciso. Completinha.

http://bit.ly/comunicar1
http://bit.ly/comunicar2



O Brasil é um país que abriga muitas realidades. Uma das mais tristes é o trabalho infantil. O curta Vida Maria esfrega essa realidade na nossa cara. Com uma lista de prêmios, a animação nacional não é muito nova e talvez muitos de vocês já tenham visto. Sempre que vejo me dói porque histórias como a de Maria José se repetem. A menina proibida de "desenhar nome" vê sua vida tomar o mesmo rumo da de sua mãe, que foi a mesma da avó e por aí vai...


E o que o storytelling tem a ver com tudo isso? É que as histórias servem tanto para adormecer crianças quanto para despertar adultos. Crianças que ouvem, leem e criam histórias encaram a vida com mais preparo. Aos adultos cabe acordar e fazer algo para mudar essa realidade, nem que seja ao menos na vida de uma criança. É preciso começar...





Enquanto uns acreditam no Fim do Mundo, outros planejam as férias de fim de ano. Seja como for, todo começo de ano é também o início de uma nova jornada e muitas história. Por isso, uma coisa é certa: os sobreviventes do Apocalipse - ou mesmo das festas de fim de ano - vão ter boas histórias para contar.

Assim como as marcas e produtos, muitas vezes o que falta não é a boa história, mas a forma de compor e contar a narrativa.


Eu gosto do tema, sempre gostei de histórias, games, cinema, literatura... será que é possível me aprofundar no assunto?


Storytelling é uma arte, uma técnica, uma ferramenta, uma metodologia, um ecossistema...? Afinal, o que é storytelling?

Por que tanto tem se falado desse tal de storytelling? É verdade que tem poder de cativar as pessoas? Que é capaz de prender a atenção? Mas que ao mesmo tempo prende as pessoas pela emoção? Como é isso?

Como posso aplicar o storytelling na minha vida, no meu dia-a-dia, no meu trabalho e nos meus negócios?


Contar histórias é uma arte ou existem técnicas que podem ser aperfeiçoadas e dominadas?

Posso usar histórias de modo a melhorar meus projetos?


Qual seria um bom tema para criar uma história? Minha vida daria um livro? E minha marca?


Por onde devo começar para compartilhar uma história que aconteceu comigo ou com a minha empresa?

São as histórias que constroem marcas ou são as marcas que contam histórias?

Se marcas são abstratas e inanimadas, como podem ser veículos de uma história? A minha marca pode ser o personagem principal de uma narrativa, é isso?

Existe alguma métrica ou ROI para medir a eficácia de uma história?

Será que poderia fazer apresentações contando histórias? Isso venderia uma ideia? Ou um produto? Ou seja, posso melhorar meus argumentos de venda com storytelling?

Poderia usar storytelling para dar treinamentos e palestras mais interessantes?

Para responder essas perguntas preparamos o curso Inovação em Storytelling. A metodologia é a mais completa do mercado, estruturada de ponta-a-ponta, desde os passos preparatórios até a entrega final de uma história. Cada etapa tem como base exemplos precisos e cases de mercado, juntamente com uma série de técnicas práticas, sugestões garimpadas de uma bibliografia com mais de 100 fontes e dicas que não estão nos livros. Desta forma, as aulas são úteis até para os profissionais mais experientes da indústria.

Apresar te ter foco primário no mundo corporativo, atendendo desde executivos, publicitários, escritores, designers e cineastas, o curso já foi feito feito por pessoas que buscavam formas de reinventar suas vidas pessoais e até seus segmentos de atuação, entre eles: arquitetos, antropólogos, engenheiros, médicos, cientistas, físicos e até mesmo arqueólogos. No fim, sempre formamos uma comunidade que não para de crescer.

Para mais informações e inscrições, acesse: