Quer investir em storytelling a partir dos fundamentos que a marca já possui? Então conheça o case que a Storytellers construiu para Richester. O princípio é simples: transformar mascotes em verdadeiros heróis da marca. A seguir, trechos da matéria publicada no jornal Diário do Nordeste.

"A Richester, marca do grupo M. Dias Branco, intensificou suas estratégias de marketing com ações que passam pela renovação de produtos e adoção do branded content (conteúdo de entretenimento para aproximar-se do público) e da técnica de Storytelling, método relacionado a uma narrativa e que significa a capacidade de contar histórias. A ferramenta foi utilizada pela indústria para renovar o conceito dos personagens Animados Zoo, bem como sua forma de apresentá-los e a maneira de interagir com os consumidores. A técnica foi realizada em conjunto com a Storytellers Brand 'n' Fiction, empresa pioneira em advertelling no Brasil."

Para ler na íntegra, acesse: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/marca-investe-em-storytelling-1.809579

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A comunicação não é mais a mesma. A internet alterou toda forma de engajar e entreter as pessoas.
O mercado da comunicação tem mudado rapidamente e isso pode ser notado até mesmo nos sinais mais periféricos. Um dos exemplos é o Festival Cannes Lions, a mais respeitada premiação mundial, que em sua última edição lançou a categoria Branded Content. Alguns chamam de conteúdo de marca, já que é ela quem financia e direciona a produção. Outros dizem que deveria ser nomeada como brandtainment, pois a função primordial de qualquer conteúdo nos dias de hoje é entreter.
Mas se o branded content feito pelas marcas é normalmente gerenciado através das agências de publicidade - e a publicidade acabou de começar a se aventurar pelas vias do conteúdo e do entretenimento - com quem o mundo empresarial pode aprender as melhores práticas e assim catalisar o processo?
A resposta é simples: com quem vive de fazer conteúdo. Estamos falando de uma indústria cultural que engloba desde o cinema e as séries até o mercado editorial, incluindo o jornalismo.
No entanto, mesmo esses mercados precisam se reinventar. O cinema de Hollywood está sendo acusado de autoplágio e, no Brasil, títulos de importantes revistas foram fechados. Nesse cenário, as mídias sociais se apresentam como uma grande incógnita para o futuro da produção profissional de conteúdos. As dúvidas são muitas:
- como fica a questão da produção de conteúdos num mundo cada vez mais rápido e fragmentado?
- como ficam as questões jurídicas, referentes às leis que regem os direitos autorais, num mundo pós-contemporâneo digital?
- quais são as tendências do entretenimento? Será que o branded content surgirá como a nova fronteira das marcas?
- se for esse o caminho, é melhor que a marca crie seu próprio conteúdo, incluindo personagens; ou seria melhor licenciar o conteúdo consagrado de terceiros?
Pensando nisso, a ESPM vai lançar um curso inédito para refletir sobre o que faz um conteúdo ser bom e quais são as técnicas que as marcas podem utilizar a seu favor.
Para saber mais sobre esse curso, acesse o link http://bit.ly/cursocontent e para saber mais sobre outros cursos, clique aqui.

Isso é um plot board. (Clique na imagem para ampliar).

Nada mais é do que uma ferramenta utilizada por escritores e roteiristas para elaborar um "esqueleto" 
de sua trama. Ele é bem útil pois é capaz de abarcar toda a história que se pretende contar num formato de fácil visualização que serve para orientar o escritor.

Este plot board foi feito por mim para ajudar na escrita do conto "SARLACK: O Grande Dragão Verde - Apêndice Natalino", que você pode conferir aqui.

O plot board nada mais é do que uma simples tabela onde:

  • Na horizontal você encontra uma linha do tempo que geralmente é dividida por personagens, como você pode ver na figura acima.
  • Na vertical você encontra as divisões do tempo, que servem para marcar capítulos ou cenas da sua história.

Esta ferramenta é utilizada por muitos escritores e ajuda muito na hora de fazer um resumo rápido do que você quer contar no seu conto, livro ou roteiro, além de ser muito fácil de consultar caso você se perca.

Dúvidas? Sugestões? Não entendeu algo? Discorda desse método? Comenta aí!

O dia é 13 de julho de 2014, são 16 horas. Otimista que sou, a televisão transmite a final da Copa do Mundo da FIFA, uma disputa épica entre Brasil e Argentina. 75 pontos de audiência, registra o IBOPE, batendo o recorde de 2002, do jogo entre Brasil e Turquia.
Manifestações à parte, o futebol mais uma vez configura o Brasil como nação no estádio que leva o nome daquele que cunhou este fato, Mário Filho, o Maracanã.
45 minutos depois, um dos momentos mais esperados para comunicadores como eu: o intervalo de jogo. 15 minutos, tempo para duas paradas comerciais divididas por alguns comentários do Galvão Bueno.
Adidas, Coca-Cola, Hyundai, Kia, Emirates, Sony, Visa, Budweiser, Castrol, Continental, Johnson & Johnson, McDonald’s, Oi, Moy Park, Yingli, Apex Brasil, Centauro, Garoto, Itaú, Liberty Seguros e Wise Up ajudaram a somar os quase 400 milhões de reais em cotas de patrocínio da FIFA e se dividem em intervalos de 30 segundos para conversar com cada um dos consumidores que formam os 75 pontos do IBOPE.
10 minutos de marcas, 5 minutos de Galvão. A que o consumidor prestará mais atenção?


















Tudo bem, o Super Bowl ainda arrecada três vezes mais do que a Copa do Mundo (esse ano foi mais de 1 bilhão de reais) e, no lugar de Galvão Bueno, tem Bruno Mars e Red Hot Chili Peppers no palco.
Mas, de forma geral, com uma ou outra mudança, as marcas lá presentes em seus intervalos comerciais são as mesmas daqui – ou têm a mesma estrutura para entreter o público com comerciais de qualidade.
O juiz olha para o relógio, já se passaram os minutos de acréscimo. Comerciais ou comentários do Galvão Bueno, qual destes iremos abrir mão para fazer mais pipoca ou ir ao banheiro?

Não sei se vocês já perceberam, mas de tempos em tempos os temas das séries e filmes se repetem. Grande parte da responsabilidade disso é do marketing, daqueles que estão buscando as tendências e tentando descobrir o que vai fazer, ou não, sucesso no futuro. É por esse mesmo motivo que temos visto muitas adaptações de livros e quadrinhos, ou até mesmo remakes de filmes antigos. Se o público já gostou do livro, é razoável admitir irão gostar do filme também. 
Com isso em mente eu acabei percebendo que o assunto do momento é a relação dos homens com as máquinas. Não é a primeira vez que vemos esse assunto em voga, nem será a última, mas se prestarmos atenção nos últimos lançamentos de séries e filmes veremos que o assunto está com toda a força.

Almost Human, produzida por J. J. Abrams trata de um futuro não tão distante (2048), onde a criminalidade avançou em níveis jamais antes vistos, então, para combater essa onda de crimes a força policial norte americana determinou que cada um de seu policiais humanos seria acompanhado de um policial robótico, inclusive o detetive John Kennex, um homem perseguido por culpa após perder toda a sua equipe em uma batida policial. Dorian, o robô designado como parceiro de Kennex, porém, não é um robô qualquer. No melhor estilo Eu, Robô, Dorian foi construído para ter sentimentos e se aproximar ao máximo de um ser um humano. 


Mas essa não é a única série que trata da relação entre homem e tecnologia que foi lançada nessa temporada. Intelligence trata do assunto de uma forma mais emocional ao contar a história de Gabriel Vaughn um agente especial norte americano que por causa de uma rara mutação genética foi escolhido para ser o primeiro soldado norte americano a ter um chip implantado em seu cérebro, tornando-o capaz de se conectar com toda a rede de informações e controlar máquinas com 'a força de pensamento'. A discussão sobre o desenvolvimento de super-soldados não é nenhuma novidade para o cinema norte americano. Já há algum tempo vemos surgir séries como Chuck e algumas ainda mais antigas como a Mulher Biônica da década de 70. 


No cinema, o primeiro indício de que o assunto pode realmente ganhar força foi o sucesso da série de filmes do Iron Man, baseado nos quadrinhos que marcaram a infância da última geração. Além disso, esse ano temos a estréia da mais nova versão de Robocop sob a direção do brasileiro José Padilha, e a indicação de Pacific Rim ao Oscar, uma adaptação dos mangás orientais que fez bastante sucesso ano passado. Tenho a impressão de que ainda veremos muitos robôs cativarem a atenção do público esse ano.