Estrelada por David Duchovny (Arquivo-X), a série Californication conta a história do escritor e popstar Hank Moody que mais parece um astro do Rock e vive cercado de drogas, bebidas e mulheres. A série, que lembra em certos pontos as pornochanchadas brasileiras, mostra de forma bem humorada os conflitos da vida de um escritor.

Exibida pelo ShowTime nos EUA nesta que é sua sétima e última temporada, Californication tem mostrado de forma caricata o ambiente de trabalho de roteiristas de TV explorando em alguns momentos o conflito claro entre storytelers pantzers e plotters.

No Brasil as aventuras de Hank Moody são exibidas pelo canal FOX na TV paga e no SBT na TV aberta. Vale a pena conferir.


e assim acabam se destacando da multidão. São pessoas de gênio difícil
e para conseguir conquistá-las, sua marca deve fornecer uma sensação de
inconformismo com as normas. O arquétipo do rebelde, muitas vezes
chamado de fora-da-lei ou até mesmo de destruidor, é aquele que proíbe
proibir.
Nada melhor para despertar o espírito do rebelde do que uma boa regra.
O espírito jovem vai se opor com total intensidade. Talvez a rebeldia
se manifeste nas ruas, com faixas e cartazes, soltando o verbo nos
muros da cidade. Mas talvez a rebeldia seja mais indireta, como foram os
artistas durante a ditadura. Muitas marcas da moda jovem possuem essa
vocação.
FOTO LOJA 3 
Design clean é uma coisa que você jamais verá de uma loja rebelde.
Nada de linhas simples ou muito espaço em branco. Quem procura quebrar regras, quer achar um jeito de deixar sua mensagem em destaque, da forma que for mais chamativa possível. Vale rabisco, vale grafitagem,
vale até mesmo usar palavrão. Só não vale ficar em cima do muro.
Empresas que trabalham o arquétipo do rebelde sempre terão uma
mensagem em primeiro plano, seja em seus produtos ou mesmo nas paredes das lojas. É como se estas marcas não vendessem produtos que estão nas prateleiras. Ao invés disso, as marcas dão voz a uma geração que não encontra as palavras certas. Elas promovem esse grito através de
seus produtos.
FOTO LOJA 5
O que esperar de uma loja assim? Tintas e muito grafite. 
Imagens chocantes e frases de revolta social costumam estar presentes também. A iluminação é deficitária, dando a impressão para o consumidor de que ele está vagando por um beco escuro. 
A loja rebelde desperta o senso de inconformismo que a nossa sociedade tenta calar. Se essa for a sua bandeira, instigue o desejo de liberdade de expressão dos clientes para que fiquem com vontade de ao sair para as ruas, se reunirem aos montes e tomar dos carros a avenida.
Estas lojas provocam o instinto rebelde e abusam de símbolos como a
anarquia e as caveiras. A trilha sonora não é apenas de background. As
músicas fazem parte da rebelião, variando entre rap e punk, tocadas em
alto e bom som. Se as lojas fossem uma extensão da casa, a rebelde
seria o muro grafitado.
Entrar numa loja rebelde é como ser sugado para dentro de uma passeata
num país estrangeiro. Por mais que você não faça ideia do que está
sendo reivindicado, ainda assim você sente o desejo de fazer parte
daquilo, de estar com aquela gente, de atuar naquela causa, de lutar
junto com aquela tribo contra algum repressor universal. 
Mesmo que a loja esteja comercializando produtos socialistas, o modo
não deixa de ser capitalista. Toda revolta tem um preço. Mas
consumidores rebeldes estão dispostos a pagar o que for para serem
ouvidos e fazer uma diferença no mundo.
Marcas rebeldes cobram mais para não correrem o risco de enfraquecer
sua causa. Afinal, quem vai mudar o mundo não pode perder para a
matemática. Por isso, os vendedores são energéticos e autênticos. Eles
não usam uniforme, cada um segue seu próprio estilo. O vendedor
rebelde toma a iniciativa e parte logo para a ação, liderando a
experiência de compra. Mas ele deve estar preparado, já que o cliente
pode se rebelar a esta imposição. Afinal, uma vez rebelde, nenhuma
forma serve.
Lojas assim estão focadas em promover grandes revoluções! O cliente
pode não ter certeza de como fazer para formar um mundo melhor, mas
ele já sabe que este aqui já não basta. As mudanças são necessárias,
nem que seja de forma bruta. Atraídos pela ideologia de um outro
mundo, clientes vão se reunir e nenhum QG (Quartel General), será melhor do que a sua loja.
Algumas pessoas precisam se expressar de forma diferente, ao seu modo, e assim acabam se destacando da multidão. São pessoas de gênio difícil e para conseguir conquistá-las, sua marca deve fornecer uma sensação de inconformismo com as normas. O arquétipo do rebelde, muitas vezes chamado de fora-da-lei ou até mesmo de destruidor, é aquele que proíbe proibir.

Nada melhor para despertar o espírito do rebelde do que uma boa regra. O espírito jovem vai se opor com total intensidade. Talvez a rebeldia se manifeste nas ruas, com faixas e cartazes, soltando o verbo nos muros da cidade. Mas talvez a rebeldia seja mais indireta, como foram os artistas durante a ditadura. Muitas marcas da moda jovem possuem essa vocação.

Design clean é uma coisa que você jamais verá de uma loja rebelde.
Nada de linhas simples ou muito espaço em branco. Quem procura quebrar regras, quer achar um jeito de deixar sua mensagem em destaque, da forma que for mais chamativa possível. Vale rabisco, vale grafitagem, vale até mesmo usar palavrão. Só não vale ficar em cima do muro.

Empresas que trabalham o arquétipo do rebelde sempre terão uma mensagem em primeiro plano, seja em seus produtos ou mesmo nas paredes das lojas. É como se estas marcas não vendessem produtos que estão nas prateleiras. Ao invés disso, as marcas dão voz a uma geração que não encontra as palavras certas. Elas promovem esse grito através de seus produtos.

O que esperar de uma loja assim? Tintas e muito grafite. 
Imagens chocantes e frases de revolta social costumam estar presentes também. A iluminação é deficitária, dando a impressão para o consumidor de que ele está vagando por um beco escuro.

A loja rebelde desperta o senso de inconformismo que a nossa sociedade tenta calar. Se essa for a sua bandeira, instigue o desejo de liberdade de expressão dos clientes para que fiquem com vontade de ao sair para as ruas, se reunirem aos montes e tomar dos carros a avenida.

Estas lojas provocam o instinto rebelde e abusam de símbolos como a anarquia e as caveiras. A trilha sonora não é apenas de background. As músicas fazem parte da rebelião, variando entre rap e punk, tocadas em alto e bom som. Se as lojas fossem uma extensão da casa, a rebelde seria o muro grafitado.

Entrar numa loja rebelde é como ser sugado para dentro de uma passeata num país estrangeiro. Por mais que você não faça ideia do que está sendo reivindicado, ainda assim você sente o desejo de fazer parte daquilo, de estar com aquela gente, de atuar naquela causa, de lutar junto com aquela tribo contra algum repressor universal.

Mesmo que a loja esteja comercializando produtos socialistas, o modo não deixa de ser capitalista. Toda revolta tem um preço. Mas consumidores rebeldes estão dispostos a pagar o que for para serem ouvidos e fazer uma diferença no mundo.

Marcas rebeldes cobram mais para não correrem o risco de enfraquecer sua causa. Afinal, quem vai mudar o mundo não pode perder para a matemática. Por isso, os vendedores são energéticos e autênticos. Eles não usam uniforme, cada um segue seu próprio estilo. O vendedor rebelde toma a iniciativa e parte logo para a ação, liderando a experiência de compra. Mas ele deve estar preparado, já que o cliente pode se rebelar a esta imposição. Afinal, uma vez rebelde, nenhuma forma serve.

Lojas assim estão focadas em promover grandes revoluções! O cliente pode não ter certeza de como fazer para formar um mundo melhor, mas ele já sabe que este aqui já não basta. As mudanças são necessárias, nem que seja de forma bruta. Atraídos pela ideologia de um outro mundo, clientes vão se reunir e nenhum QG (Quartel General), será melhor do que a sua loja.

Fernando Palácios é sócio fundador do primeiro escritório de Storytelling no Brasil e ministra cursos regulares sobre o assunto na ESPM-SP. Palacios desenvolveu um processo de Storytelling que já foi aplicado com sucesso em grandes marcas está sendo exportado para mais de uma dezena de Países. Para falar com ele, basta enviar um email para palacios@storytellers.com.br 


Fonte: Revista Dirigente Lojista


Apesar de muitos serem favoráveis ao argumento de que os e-readers como o Kindle e semelhantes nunca matarão os livros de papel, muita gente ainda acaba discutindo o famoso dilema livros contra e-readers. E recentemente essa fogueira recebeu mais lenha ao ser divulgada a notícia de que tramita um projeto no congresso que visa isentar a Amazon de tributação sobre esses aparelhos. O mercado editorial brasileiro é contra essa isenção e alega que o e-reader da Amazon sequer é produzido aqui, mas parece que os deputados não estão comprando este argumento.

Mas aí fica uma pergunta, seriam o livro e o e-book mídias diferentes? Muitos leitores alegam que a experiência de ler um livro físico nunca será comparada a de praticar a leitura num aparelho como o citado Kindle. Há também livros que são verdadeiras obras de arte com capa e diagramação completamente criadas para oferecer toda a uma experiência para o leitor, enquanto que muita gente alega que os e-books além de serem mais baratos são mais práticos.

Será que essa batalha é transmídia?



Ontem rolou na ESPM o Café+Conversation, que quem conhece a Martha Terenzzo ou já fez um 
curso de Storytelling já tanto ouviu falar. Entre café, quitutes, storytelling, cases do mercado e discussões, chamou atenção a apresentação de grande parte dos presentes.

“Depois que eu fiz o curso, pedi demissão…”
“Eu acabei saindo do meu trabalho depois de conhecer o storytelling…”
“Eu estava cansada de fazer sempre a mesma coisa e o curso me encorajou a me demitir…”
Não é que preguemos a demissão, muito pelo contrário. Mas que as estatísticas, pelo menos da amostragem presente ontem no evento, mostraram que sim, o storytelling encoraja as pessoas a irem atrás daquilo que gostam. Ainda que pouco tenha a ver, diretamente, com essa história de contar histórias.
Por que?
Dentre os vários motivos, entre eles a maioria pessoais, eu gosto de lembrar de um conceito do curso: o High-Concept. High-Concept é um termo que no português significa algo como “Grã-Conceito”, o cerne de uma história.
Entendido isso, qual é o High-Concept da sua vida?
Quais são os verbos, os substantivos que comporiam as duas linhas do mote da história da sua vida? Mais do que isso, eles fazem parte do vocabulário do seu dia-a-dia, do seu ambiente de trabalho, atualmente?
Eis que as boas histórias, aquelas que são as melhores desde os “Grã-Conceitos” e que valem a pena ser lidas (que “dariam um livro”), são aquelas que envolvem as mais verdadeiras emoções. O que você tem feito em progresso do que você, em particular, ama saber ou sabe amar a mais que os outros? O que você tem feito para o bem do High-Concept da sua vida?

Se isso ainda é uma grande incógnita para você, seja bem-vindo, o curso pode ser um bom lugar para começar o seu “Era uma vez”.


Esse post foi inicialmente publicado pelo Portal da Propaganda.

Desde julho de 2010, já foram 11 edições do curso “Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia”, da Escola Superior de Publicidade e Marketing (ESPM), ministrado pelos professores Bruno Scartozzoni, Fernando Palacios e Martha Terenzzo.

Dado o sucesso das edições anteriores, a ESPM anuncia a 12ª edição do curso, a realizar-se entre os dias 5 e 9 de maio, das 19h30 às 22h30, na sede da ESPM, localizada na Rua Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana, São Paulo.

“Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia” visa jogar uma luz mais apurada sobre o assunto e, acima de tudo, trata-se de um curso sobre como o storytelling pode facilitar o entendimento e a troca de conhecimento entre empresas e pessoas.

“Em um mundo pautado pelo excesso de canais e informações, o storytelling entra como um elemento que pode ajudar a espalhar uma ideia, construir uma marca ou alavancar vendas com mais eficiência, conquistando o público pela emoção”, afirma Fernando Palacios, professor da ESPM e diretor do primeiro escritório de storytelling do Brasil – Storytellers Brand ‘n’ Fiction.

Quem quiser participar deve se inscrever a partir do site do CIC ESPM (Centro de Inovação e Criatividade da ESPM) – www.espm.br/storytelling - até o dia 4 de maio. O valor do investimento é de R$ 1.230,00 e pode ser parcelado em três vezes iguais de R$ 410,00. Mais informações pelo telefone (11) 5085-4600.