O especialista e professor de Storytelling Fernando Palacios vem a Fortaleza ministrar um curso e participar do evento +DesignCeará 2014, em que vai apresentar uma palestra e conduzir uma oficina de storytelling.


O público de Fortaleza poderá entender o que é, para que serve, por que surgiu e quais as tendências de mercado relacionadas ao storytelling. Uma das principais referências sobre o tema no Brasil, o diretor da Storytellers Brand ‘n’ Fiction e professor da ESPM-SP, Fernando Palacios, estará em Fortaleza, a partir do próximo sábado, dia 19, para algumas atividades relacionadas ao mundo do storytelling.

Dentre as atividades, Palacios aceitou o convite para ministrar o inédito “Curso de Storytelling”, no próximo sábado, dia 19, das 10h às 17h na sede do Elephant Coworking, situada na Rua Barbosa de Freitas, 1741. “Já estive em Fortaleza para uma palestra sobre storytelling na Unifor, mas está será a primeira vez que irei dar o curso completo sobre o tema. Estou muito feliz com o convite e ansioso para começar”, declara o diretor do primeiro escritório de storytelling do País.

Executivos, diretores de empresas, gestores, publicitários, designers, empreendedores, inovadores e todas as pessoas interessadas em se comunicar de uma forma mais eficiente e interessante, poderão se inscrever até o dia 18 de julho, através do link http://www.eventick.com.br/story. O valor do investimento varia entre R$ 490,00 e R$ 590,00 reais, de acordo com os lotes. As vagas são limitadas.

Confira os módulos do curso:
Storytelling, a grande inovação: De onde veio, por que surgiu, o que é e como usar Storytelling. Por que se tornou uma tendência no mundo corporativo e como empresas e agências podem se beneficiar disso.
Storytelling em apresentações: como transformar um .ppt em uma performance inesquecível.
Storytelling corporativo: a evolução possível do storytelling dentro das organizações e como tem ajudado os executivos a otimizarem seus principais atributos: liderança, engajamento e viralização.
Storytelling e Branding: como as marcas podem ganhar personalidade a ponto de se tornarem verdadeiros personagens.
O Story do Storytelling: como compor uma história realista capaz de englobar tudo aquilo que se quer e que se precisa dizer.
O Telling do Storytelling: como contar a sua história da forma mais intrigante possível e fazer com que seja adotada por uma cultura.
Transmídia Branded Content: como planejar a distribuição da história em diferentes veículos de forma orquestrada e harmônica.


Com relação à participação no evento +DesingCeará:
PALESTRA: QUE HISTÓRIA É ESSA DE STORYTELLING?
Fernando Palacios vai ajudar a entender o que é Storylling, como surgiu, e ilustrar o tema exemplos através de sua experiência.

WORKSHOP: TÉCNICAS DE STORYTELLING
A arte de contar histórias, quando aplicada no contexto dos negócios, ganha muitas facetas. Para citar dois exemplos, é possível contar histórias para motivar e liderar equipes, da mesma forma que é possível recorrer às narrativas para vender produtos e serviços. Por isso que Storytelling - mais do que uma ferramenta - é uma tecnologia. Isso quer dizer que Storytelling é a composição de várias técnicas que podem ser combinadas de infinitas maneiras. Nessa oficina vamos conhecer e aplicar algumas dessas técnicas que conquistam a atenção e o coração da audiência.

FERNANDO PALACIOS
Sócio-fundador da Storytellers, primeiro escritório brasileiro dedicado exclusivamente a compor histórias para empresas e seus negócios, que tem como grande cliente a cearense M.Dias Branco. É um dos pioneiros de advertelling e branded content no Brasil. Inovou implementando o primeiro portal de conteúdos de marca e o primeiro curso universitário de Transmídia Storytelling na ESPM. É formado na USP, onde defendeu o primeiro estudo acadêmico sobre o tema Storytelling. Desde então ministra palestras e cursos no Brasil e internacionalmente. Atualmente é professor de Storytelling na ESPM e diretor da Storytellers Brand´n´Fiction. Como um laboratório de conteúdos, seu projeto pessoal narra a busca de um personagem pela Próxima Maravilha da Humanidade e já conta com mais de 90 mil seguidores no Facebook. Esse trabalho já rendeu o primeiro capítulo de um romance, que foi premiado com Top 5 Widbook Authors 2013.

 Serviço “Curso Desvendando o Storytelling” com Fernando Palacios
Data: Sábado, 19 de julho de 2014
Horário: das 10h às 17h
Local: Elephant Coworking - Rua Barbosa de Freitas, 1741, Aldeota, Fortaleza – Ceará
Mais informações no link http://www.eventick.com.br/story

Serviço “+DesignCeará” com Fernando Palacios
Data: terça, 22 de julho de 2014
Horário: das 10h às 17h
Mais informações no link https://www.facebook.com/MaisDesignCeara


Recentemente, o autor George R.R. Martin mandou os seus leitores para "aquele lugar" ao ser questionado se viveria tempo o suficiente para escrever o fim de sua saga "As Crônicas de Gelo e Fogo" também conhecida na forma do seriado de TV "Game of Thrones". Aliás, este também foi um dilema vivido pelo autor Stephen King com sua série A Torre Negra, porém o rei dos textos de terror encarou a coisa de uma forma muito mais poética e menos agressiva do que Martin.

Já falamos muito aqui das técnicas de STORYTELLING, e muita gente tenta separar ARTE de TÉCNICA, sendo que os dois são a mesma coisa. A arte é a maestria de uma técnica. Muitos escritores acreditam que precisam de "inspiração" para escrever e acham que ela vem do além, o que, se você já leu este artigo sabe que não é verdade. No entanto, muitos autores têm planejamento e técnica o que inegavelmente é o caso de Martin, porém a execução demanda disciplina e muito esforço.

Por isso, muitas vezes os storytellers não conseguem entregar seus projetos no prazo, porém se você é um autor já consagrado, seus leitores com certeza irão aguardar ansiosos. Outros até entenderão a demora se for para zelar pela qualidade do material. No entanto, se você quer se tornar um storyteller profissional, precisará ter disciplina e respeitar prazos!


A poucas horas do jogo entre Brasil e Alemanha, o assunto que domina o burburinho dos torcedores é o mesmo: quem substituirá o lesionado Neymar? Será Willian? Bernard? Ou Luiz Gustavo voltará e Felipão optará por três volantes?

Enquanto a escalação oficial da seleção não sai, escalamos a “Seleção Brasileira do Storytelling”: as campanhas que emprestaram jogadores brasileiros em suas próprias histórias de vida ou em enredos da própria campanha.

No gol: Júlio César (Gatorade)

Na defesa: Thiago Silva (Nextel, Tam), David Luiz (Nike, Vivo, Tam, Itaú), Dante (Johnson & Johnson), Daniel Alves (Adidas), Marcelo (Tam)

Meio-campo: Paulinho (Nike), Oscar (Hyundai), Willian (Guaraná Antarctica), 

Ataque: Hulk (Budweiser, Vivo), Bernard (Vivo, Guaraná Antarctica)

Comissão Técnica: Felipão (Walmart, Vivo, Brahma, Guaraná Antarctica), Rogelson (Itaú)

(Clique nos links para acessar as campanhas)

Entre atuações com mais, menos ou quase nenhum elemento de Storytelling, dois tipos de histórias se destacam entre as melhores campanhas: as histórias fruto da memória (depoimentos, histórias de vida dos jogadores) e da imaginação (universos criados que usam a figura dos jogadores).

Assim acontece com o Storytelling como um todo. Se por um lado temos as histórias reais – ricas de emoção e humanização – por outro temos os universos ficcionais, criativos e divertidos. É como um duelo entre jogadores mais táticos e coletivos versus atletas talentosos e individuais. Onde o papel do storyteller é, também, saber qual se encaixa melhor em um time – ou em uma marca. 


Texto inicialmente publicado pelo portal Mundo do Marketing

Nos últimos cinco anos, palavras como 'storytelling' e 'transmedia' têm pipocado cada vez mais na mídia internacional, nos comitês executivos, nos briefing corporativos, nos argumentos de vendas... e diz que tudo começou pelos relatórios de tendências.

Será? O storytelling em si certamente não é novidade. Contamos história desde a época pré-histórica. Antes mesmo de inventar a escrita ou outra forma de registro, inventamos as histórias. Inclusive, inventamos as histórias para não termos que reinventar a roda.

Afinal, o objetivo inicial do storytelling era de perpetuar descobertas e permitir que o conhecimento se acumulasse ao longo do tempo. Tanto que hoje temos a cerveja graças a uma antiga história dos sumérios. Pois é. No próximo happy hour erga a taça e proponha um brinde a eles. Se não fosse a história de dois deuses preparando uma festa de aniversário para o pai, certamente essa receita teria se perdido. Mas se storytelling não é novidade, por que tanto buzz?

Depois que o bug do milênio se provou falso, Hollywood mostrou mais uma vez que poderia fazer um anúncio de noventa minutos e que ainda assim pudesse vir a se tornar um clássico. Estou falando do funcionário da FedEx que passa quatro anos ilhado com uma bola de vôlei Wilson. 


Muitas décadas antes a própria indústria do cinema já tinha transformado a joalheria Tiffany como símbolo de elegância máxima e objeto de desejo de vida de uma Bonequinha de Luxo. Isso quer dizer que contar boas histórias para vender produtos e posicionar marcas também não é algo exclusivo dos últimos anos.

Então por que tanto tem se falado de storytelling desde as salas de aula das mais renomadas Universidades até os mais consagrados festivais de publicidade? Aí é que está: de certa forma ninguém sabe ao certo. Só se sabe que em tempos de excesso de informação, as mais intrigantes ganham sobre as entediantes. E isso é o que o storytelling sempre fez: ensinar ao entreter. 


O que precisamos aprender é como dominar esse processo sob a ótica empresarial. Os autores sabem contar suas próprias histórias, os publicitários sabem contar situações de marca... mas quem é que sabe juntar as duas coisas?




Estudando arquétipos e marcas para nossas aulas de Storytelling e Branded Content me deparei com a data de amanhã, segunda-feira: 07/07/2014 (2+1+4=7), ou seja, 7/7/7. 

No estudos sobre outras crenças do fundador da psicologia analítica Carl G. Jung, o SETE é um número perfeito e representa a Grande Mãe dos mistérios da vida, da morte e da transformação. O 7 é místico até para os matemáticos de tempos antigos. Ele representa a  Criação — 3 (o céu) + 4 (a terra) = 7 — e indica a relação viva entre o divino e o humano.

A trindade divina(o 3) é parte do 7. Na Grécia antiga o 3  era considerado o número perfeito por ter princípio, meio e fim,número.Na Bíblia é a trindade divina. Muito tempo depois, Jung elaborou seus estudos sobre quaternidade indicando que há sempre quatro elementos no plano físico: quatro cantos, quatro estações, quatro cores básicas. A soma dos números 3 e 4 resulta no 7 e assim expressam o plano divino e o físico-material onde vivemos. Talvez por isso o 7 esteja presente em listas importantes: 7 é o número de Chacras para hatha-yoga, são 7 as pirâmides (principais) no Egito, o 7 na Cabala, no judaísmo e seu candelabro de 7 braços.  

Procurei racionalizar mais e tirar algo da Astronomia. A constelação mais importante do Equador é Órion; a mais brilhante do Círculo Polar Ártico é a Ursa Maior; e, para o círculo Polar sul, é o nosso Cruzeiro do Sul. As três constelações são formadas por sete estrelas visíveis a olho nú a noite (quando há condições climáticas). Além disso, o número 7 é feminino e amanhã é segunda-feira também dia da figura máxima feminina: Dia da Lua.

Diante de tudo isso, é possível afirmar que o 777 de amanhã pode ser uma data muito representativa para cada um de nós, mas dependerá de cada indivíduo o que fazer nessa data tão misteriosa. 

No contexto de Storytelling, que estudava ao me deparar com essas informações, lembrei de um autor extraordinário, Ray Bradbury, que na obra-prima Fahrenheit 451 escreveu: "somos todos constituídos de bocados, de extratos de história, de literatura,  (...) E se nos perguntarem o que fazemos, podeis responder: ‘Recordamo-nos’". Depois de amanhã, poderemos recordar os  extratos desse dia, o recorte dessa história e as transformações que ocorreram. Um fato pode ocorrer. Se você leu esse post até aqui, já estará impregnado com o número 7. Seu subconsciente já estará alerta sobre as possibilidades de transformação e algo poderá de verdade mudar na sua vida. Assim são os arquétipos, os signos e o Storytelling.