O cinema americano aprendeu o poder de arrastar multidões que uma boa tragédia moderna pode ter. É como se ela criasse uma empatia tão forte com quem é oprimido, que as pessoas se tornassem parte daquele time, que luta para sobreviver. 


Claro que a intensidade desse drama está ligado ao antagonista, o vilão. Se ele for bom e tiver uma boa história, sua notoriedade pode atravessar a Quarta parede.  Ultron é muito bom, ele já foi protagonista de grandes crises nas histórias em Quadrinhos e trazer ele para o Universo Compartilhado da Marvel garante uma timeline bem consistente para mais de 2 sequências de Avengers.




[Contem Spoilers] 

O Robô  Super-Vilão teve sua primeira aparição em 1968, criado pelo do Dr. Henry Pym (que na época participava dos Vingadores como Homem-Formiga). Isso pode ter explicado para muita gente agora o porque ter no calendário de lançamentos da Marvel um filme do Homem-Formiga e como ele poderia ser relevante para a história que já está sendo construída. 

A Origem e Os Poderes


No trailer de Avengers 2 que foi publicado recentemente,  há uma cena em que Tony Stark acredita ter criado Ultron. Pode ser que essa ótica seja mantida ao longo do filme inteiro e que a origem real seja revelada homeopaticamente em outros filmes.




Ele se atualiza constantemente e já teve várias versões e nomes Ultimate Ultron, Ultron Mark 11 e Ultron Mark 12 são um desses exemplos. Ele tenta assimilar qualquer tecnologia que pode lhe conferir maiores capacidades para seus planos. 

Foi nos anos 2000 que surgiu o plot em que Ultron se funde a uma das armaduras de Tony Stark, mas bem antes, se não me engano na sexta versão de Ultron ele já estava utilizando o Adamantium em seu corpo.  - aliás a primeira menção ao metal indestrutível foi para o robô.  Já enfrentou e quase matou os X-Men, Inumanos e vários outros heróis famosos.  Minhas apostas giram em torno de cenas eletrizantes e um desafio quase mortal que podemos experimentar no trailer.



Dizem que a noite de domingo virou a nova manhã de segunda. Pelo menos para mim essa afirmação faz sentido. É sempre um ótimo dia para responder emails, preparar a agenda da semana e, no meu caso, pensar em projetos e aulas e palestras que estão por vir.

Quem foi meu aluno mais de uma vez sabe que não gosto de repetir aulas. Para que eu mesmo não comece a ficar entediado com o assunto, preciso estar em estado constante de atualização. Neste exato momento preparo um curso inédito de Storytelling com foco em Design e também aproveito para atualizar a terceira edição do Inovação em Branded Content.

Ao mergulhar nos estudos tenho alguns momentos de preciosos em que descubro coisas geniais que aconteceram nos últimos tempos, mas a maior parte do tempo fico frustrado com a maior parte do que encontro. Foi aí que ocorreu a ideia de criar um módulo sobre Os Sete Pecados Capitais do Branded Content. Tem tanto material e exemplos para isso que fica até difícil selecionar os sete principais erros. Ainda assim, existem três gafes que são tão básicas que resolvi compartilhar por aqui, na esperança de ajudar a diminuir as ocorrências.

Para conhecer os erros, clique aqui.




A série The Flash, transmitida pela The CW vem conquistando um notório sucesso. Além de já ter ganhado como "Novo Drama de TV Favorito" no People's Choice Awards em 2014, ela tem se consolidado entre os nerds e os fãs de seriados e HQs.  Se você ainda não viu ou leu algo sobre eu vou enumerar alguns destaques que o programa exibe (Contém spoilers)


Começou de um Crossover


O acidente que concedeu poderes de supervelocidade ao Barry Allen começou a ser narrado no episódio 9 da segunda temporada de outro seriado muito bom: Arrow. E, não por acaso, afinal o Flash e o Arqueiro verde já protagonizaram nas HQs uma amizade intensa.  Logo na primeira temporada do The Flash, os dois voltam a se encontrar em vários episódios, mostrando que o universo das duas séries tem funcionado perfeitamente juntos. 



Barry é um ótimo personagem


O Flash Barry Allen surgiu logo no começo da era de prata, sua primeira aparição foi em 1956 e ele tem gerado boas histórias desde então.  Ele foi um dos fundadores da Liga da Justiça da América com o Hal Jordam o Lanterna verde. Se a série seguir mais ou menos o cânone original podemos esperar um casamento com Iris e o surgimento do Kid Flash.  - detalhe, já foram inseridas nos primeiros episódios referências as industrias de aviação Ferris, do universo de Hal Jordam. 

... e tem inimigos ótimos 


Assim como Barry os seus inimigos tem um peso especial. Eles realmente são capazes de antagonizar com o herói, como no caso do Flash Reverso que foi revelado definitivamente no último episódio exibido pelo The CW.  Quem também deu as caras no seriado, surpreendentemente é o Gorila Grod e aparentemente ele vai ter mais destaque na segunda temporada. Pra quem não conhece, podemos dizer que ele é um gorila com inteligência de Stephen Hawking. 



Fala sobre viagens no tempo e outras referências de SCIFI


Claro! Flash é capaz de atravessar as dimensões temporais com sua hipervelocidade (que é diferente da supervelocidade :P). Então se for assistir, se prepare para mergulhar no mundo da ficção e conhecer a  Força de Aceleração e como ela influencia o passado e o futuro de Barry Allen e todos os outros possíveis Flashs e Flashs Reversos - também ouvira bastante de teorias como a relatividade de Eistein. 

  

É host para surgimento de outros heróis que provavelmente terão spin-offs

Os planos da The CW são criar um universo compartilhado de seriados baseados nas histórias da DC. Tanto Arrow, quanto The Flash geraram uma quantidade interessante de heróis coadjuvantes. Os dois últimos a surgirem foram Firestorm/ Nuclear em Flash e Eléktron/Atom no Arrow.  Esses coadjuvantes protagonizaram, inclusive, sua série própria que está em produção, intermediando o universo das séries.  




E vocês, já assistiram The Flash? O que estão achando? 




Esse resultado, anunciado na revista Proxxima pode ser bem alarmante para o universo digital. A Internet mudou as pessoas e agora elas estão mudando a internet. O poder de escolha esta cada vez maior e o engajamento se tornou o Santo Graal nesse mundo aonde os investimentos e suas respectivas cobranças são avassaladoras.


Segundo trecho da notícia "A publicação desses dados pelo Google, a maior empresa de ad-tech do mundo, deve aumentar as preocupações dos profissionais sobre a confiabilidade na indústria publicitária digital. Os resultados apresentados pela gigante de buscas estão baseados em informações coletadas do Doubleclick e de sua rede display no mês de outubro."



A revista Exame ainda mostrou que o site onde os anúncios estão também modificam a relação com o leitor e consumidor em potencial.

Os sites com maior engajamento são os sites de referência (51,9%), comunidades online (48,9%), games (48,4%) e Arte & Entretenimento (48%).
Os com menos potencial são os imobiliários (38,7%), de notícias (38,8%) e os de Alimento & Bebidas (39,6%).

Alguns profissionais já estão de olho no que é chamado de "share de olhos e ouvidos" e o caminho que tem se mostrado bem eficaz é investir no Branded Content e fazer a sua marca mais presente no cotidiano do seu público.  Um dos erros clássicos que anunciantes cometem é acreditar que qualquer propaganda pode ter esse bom conteúdo. Nem sempre é assim, e o consumidor consegue diferenciar.

Post publicado originalmente no portal Adnews

O mercado internacional reconhece o impacto e a efetividade dos trabalhos de product placement. Fosse diferente, a maioria das superproduções não teriam a introdução das marcas durante as cenas. Para alguns especialistas, o Brasil parece ainda engatinhar no tema, apesar de já ter algumas iniciativas interessantes. Uma delas, criada pela J.Walter Thompson, chamou a atenção de parte do público do Twitter na noite de ontem.

No penúltimo capítulo da novela Império, exibida pela Rede Globo, o vilão José Pedro (Caio Blat) bebeu uma Coca-Cola momentos antes de sequestrar a própria irmã (Leandra Leal). "Estou ansioso. Fiquei até com a boca seca. Adeus, bastarda", disse o personagem, ao lado de Maurílio (Carmo Dalla Vechia). Na sequência, durante o sequestro, Maurílio segura a lata vazia na mão e questiona o que fazer com o objeto, que agora tem impressões digitais.

Ao tentar jogar a embalagem no lixo, entretanto, o personagem erra o alvo, e o item cai na rua. A última cena parece deixar evidente a importância que a lata da Coca deve ganhar no desfecho do último capítulo da trama, que foi ao ar em março. Entretanto, parte do público do Twitter não entendeu a ação como um encaixe bem contextualizado. Uma enxurrada de críticas sobre a introdução do produto nas cenas ganhou a rede social. A maior delas: a associação do vilão com o produto.

Para Fernando Palacios, professor de Storytelling na ESPM e Diretor da Storytellers Brand´n´Fiction, a questão é também a própria cultura do brasileiro com relação à polarização entre mocinhos e vilões. "A estratégia foi ousada. Enquanto os Estados Unidos investem cada vez mais em seus vilões, o Brasil ainda tem esse apego dicotômico ao herói bonzinho e ao vilão malvado", acredita.
Para Palacios, talvez o fator mais grave esteja em outro ponto. "Colocar uma Coca-Cola na mão do vilão no penúltimo episódio certamente daria o que falar. Talvez o escorregão esteja no fato de que a Coca-Cola se posicione como a marca ‘Embaixadora da Alegria’ e essa associação com a vilania acaba ficando estranha", explica.

Ainda assim, o professor lembrou que a mesma Coca-Cola já se arriscou em cenas de placement com o contexto parecido. "No seriado Breaking Bad, a Coca-Cola também apareceu em contextos de vilania, tanto quando o protagonista Walter White compra o lava-rápido para lavar seu dinheiro, como na cena icônica do episódio ‘Say my name’ em que ele diz que sua droga é a melhor e que se ele morrer seria como acabar a Coca-Cola do mundo", finalizou.

Confira alguns dos comentários no portal do Adnews.
Para entender mais sobre como marcas e produtos podem participar de conteúdos autorais, conheça o curso Inovação em Branded Content.