Devo dizer, como fã da série e estudioso de Storytelling, depois de tantos anos de espera as conclusões da última temporada de Game of Thrones são negativamente revoltantes. Isso mesmo, negativamente revoltantes, já que existem conclusões positivamente revoltantes, como em 1984, por exemplo, que o final chega a dar náuseas, mas é perfeitamente condizente com a narrativa e leva o leitor a remoer tudo o que leu durante muito tempo. Não é à toa que 1984 é um dos maiores clássicos da literatura mundial. Apesar de mortes, desaparecimentos, prisões e tortura, o enredo sobrevive no final da história. O mesmo, infelizmente, não pode ser dito sobre Game of Thrones na televisão.

Enquanto a série de TV se baseava nos livros e contava com George Martin ativamente em sua produção, tudo correu bem. Aliás, extremamente bem. Afinal, apesar dos acontecimentos mais recentes, é inegável que Game of Thrones se tornou um dos maiores fenômenos da cultura pop mundial. Entretanto, também é inegável o fato da série virar uma fanfic, perdendo o que a fez chegar onde chegou: aquele medo que se tinha de “virar a página” bem característico da escrita de George Martin.

Era revoltante quando seu personagem favorito morria. Khal Drogo, Ned Stark, Robb Stark (esse eu joguei o livro no chão), Catelyn Stark, entre muitos outros nomes. Revoltante, mas condizente com o enredo da história. E isso deixava o público ligado na série. Cada episódio apresentava diferentes plot twists e revelações que ganhavam a atenção dos fãs e ajudavam a construir os personagens em diferentes níveis, criando uma trama complexa e envolvente. Mas essas características foram se perdendo nas duas últimas temporadas.

O que fãs como eu estão revoltados não é o fato de personagens principais continuarem vivos ou da redução de cenas polêmicas. É mais profundo que isso. O desenrolar dos fatos deixou a história difícil de se acreditar.

Espera ai, em um mundo com dragões, feiticeiras, mortos vivos, invernos que duram anos e outros elementos fantásticos, é o desenrolar dos fatos que faz a história parecer fantasiosa? Sim, exatamente isso. Quando assistimos uma série como Game of Thrones ficamos imersos no mundo em que a história se passa. Esse mundo tem suas próprias regras impostas a seus personagens. Em outras palavras, eu acredito que Daenerys seja capaz de sobrevoar Westeros nas costas de Drogon , mas não acredito que ela seja capaz de virar uma adolescente apaixonada por Jon Snow praticamente da noite para o dia e se importe mais com ele do que em perder um de seus dragões. Assista ao vídeo abaixo para entender melhor meu ponto (e dar umas risadas).


Eu até entendo que, por diferentes motivos, uma produção audiovisual sempre será diferente de uma obra da literatura. Nos livros temos muito mais contato com os pensamentos, sonhos e sensações dos personagens, o que facilita o entendimento de muitas de suas ações. A série televisiva expõe esses fatores através de nuances oriundos de diálogos e expressão corporal dos atores. Em alguns casos esses nuances podem ser dúbios e confundem a audiência sobre a motivação dos personagens para executarem determinadas ações. Entretanto, nessa última temporada de Game of Thrones, as motivações de cada um ficam claras, o que dificulta ainda mais defender os rumos que o enredo da série tomou.

Assim sendo, temos personagens brilhantes que se apagaram. Tyrion talvez seja o melhor exemplo desse caso. Um anão que lançava a sombra de um gigante na terra com seus atos inteligentes e corajosos. Nas primeiras temporadas, era interessante ver o contraste de sua ida a Porto Real comparada com a de Ned Stark. Enquanto Tyrion sabia jogar o jogo com maestria, levantando questões filosóficas e soltando excelentes bordões, Ned mal sabia se comunicar em meio aos interesses que rodeavam o Trono de Ferro. Recentemente Tyrion, o homem que cortou a barba de Pycelle, mandou Janos Slynt para a Muralha, impediu a tomada de Porto Real e matou próprio pai que o odiava no banheiro, não faz nada de genial. Muito pelo contrário. Ofuscaram seu brilho e de muitos outros, como Jaime Lannister, Sam, Bran, Asha/Yara e Bronn para que menos personagens da séire brilhassem mais e ditassem o rumo da trama. É como se em Os Vingadores: O Ultimato, os únicos heróis que pudessem manter suas características originais fossem o Capitão América e o Homem de Ferro. Imagine o filme sem Thor, Homem Formiga, Hulk, Viúva Negra, Capitã Marvel e outros ditarem seu próprio ritmo? Bom, é praticamente isso o que fizeram com Game of Thrones.


Aliado ao “apagão” de personagens chave, temos também a péssima escolha de tomada de decisões. Como Daenerys mandando sua horda Dothraki para a morte sem nenhum motivo a não ser livrar os showrunners do excesso de figurantes, Jon Snow “soltando” seu fiel companheiro Fantasma sem ao menos um carinho na orelha (eu tenho cachorro e fiquei revoltado com isso), ou Pedra do Dragão estar abandonada permitindo que Euron Greyjoy abatesse um dragão e balanceasse a última guerra. Isso sem falar no que fizeram com a trama de Dorne na série (conseguiram acabar com um dos arcos mais legais e intrigantes do livro de um jeito absurdamente estúpido). Tudo ficou forçado e não natural no universo de Game Of Thrones para agradar aos fãs e chegar ao final da história o quanto antes. E, nessa tentativa de acelerada de agradar aos fãs escutando seus apelos com uma fanfic, os showrunners se perdem. Como disse Henry Ford, se ele tivesse perguntado a seus consumidores o que queriam, a resposta seria “cavalos mais rápidos”. No caso, se George Martin tivesse perguntado a seus leitores o que eles queria, ele jamais teria escrito o Casamento Vermelho. Logo, ao invés de algo surpreendente e inovador, já sabemos o que vai acontecer no final da históra: Jon Snow e Daenerys vencerão a guerra contra Cersey em uma batalha cheia de reviravoltas. Um dos dois morrem e o outro fica com o Trono de Ferro, ou ninguém morre e os dois ficam com o Trono de Ferro. É bem previsível. Muito diferente do que está acontecendo nos livros.


Ao final do último livro publicado das Crônicas de Gelo e Fogo, tem tanta coisa acontecendo que não dá para saber para onde a história vai. Não dá para saber se o plano de Euron dará certo ou se seus parentes conseguirão destrona-lo. Não dá para saber se Cersey se vingará ou o que acontecerá com Jaime. Não dá para saber como ficará a situação de Daenerys do outro lado do Mar Estreito e muito menos a de Brienne prestes a ser enforcada pelo zumbi de Catelyn Stark em Westeros. Não dá para saber se Theon voltará para as mãos de Ramsay com a falsa Sansa Stark ou se a verdadeira Sansa Stark arranjará um marido honrado no Vale Aryn. E não dá para saber o que acontecerá em Dorne com as Serpentes da Areia presas e o filho do príncipe morto. São tantas possibilidades de reviravolta no jogo para tomar o Trono de Ferro e tantos personagens com diferentes facetas que não existe outra alternativa a não ser rezar para George Martin publicar finalmente as continuações de sua obra.


É o inesperado que fez e faz Game of Thrones ser uma série fora de série, com o perdão do trocadilho. E é isso o que se perdeu. Claro que na televisão ainda temos muitas coisas inesperadas. Depois que Arya matou o Rei da Noite pulando sei lá de onde passando por uma tropa de White Walkers para esfaqueá-lo, não dá para saber alguns detalhes do que vem pela frente. Especialmente depois de construírem durante anos o caminho para uma luta épica entre Jon Snow e o Rei da Noite e a descartarem quando estava muito próxima de acontecer. Será que Arya mata Cersey? Será que o Cão de Caça mata a Montanha? Será que Jaime fica com Brienne? Será que Drogon sobrevive? Não dá para saber, mas são detalhes insignificantes. Afinal, sabemos que a Montanha e Cersey morrem, o romance de Brienne e Jaime foi algo extremamente forçado e o destino de Drogon pode ser o mesmo que o de Fantasma depois do último episódio porque parece que ninguém liga para seus pets na série mesmo. É diferente de situações de quase morte, intrigas pelo poder e a busca por algum tipo de justiça que levam a um final impossível de prever ainda presente nos livros. 

Enredo é o conjunto das ações executadas pelas personagens numa narrativa, a fim de criar sentido ou emoção no espectador. É usado para designar todos os eventos de uma história. O enredo é aquilo que dá sustentação à história, ou seja, é o desenrolar dos acontecimentos. É justamente o que não pode morrer em uma boa história, mas morreu em Game of Thrones. Vamos ver se algum sacerdote do Senhor da Luz será capaz de revivê-lo nos dois episódios finais.







Na semana passada, três pessoas de cidades diferentes perguntaram “como funciona isso de escrever um livro? Vala a pena?” Ao mesmo tempo, outras três pessoas de outras três cidades enviaram fotos do Guia Completo do Storytelling e disseram estar adorando a leitura. A autora da foto publicada aqui foi mais longe e comentou “O bom desse livro é que abrange todas as áreas do conhecimento, fala com todas as pessoas. Tão abrangente quanto um rádio, né!?!”




Muito legal ver que um livro lançado há um ano e meio ainda continue em listas de mais vendidos. Mais legal ainda é quando alguém que leu o livro, no meio de uma conversa, descobre que sou coautor. Tem sempre um espanto. Como se um autor fosse algo meio mítico, meio distante, uma entidade com a qual não se vai ter contato.


Pois bem, retomando a pergunta inicial, o processo é árduo. Nosso ideal foi fazer o livro mais completo sobre o tema em língua portuguesa. Não foi fácil. Mesmo com toda a experiência no assunto, foram quatro anos entre fechar um contrato com a editora e o livro estar nas prateleiras de todo o país. Nesse tempo, seis meses ficaram dedicados só para a escrita. Seis meses sem dar cursos, sem fazer projetos, basicamente sem entrar dinheiro nenhum na empresa.


Se vale a pena? Bom, tudo depende do objetivo. Se for para ganhar dinheiro, existem formas mais fáceis. Mas se for para democratizar o conhecimento, aí compensa e recompensa.


Se quiser saber mais sobre o processo de escrita e publicação de um livro, comente que a gente aprofunda nos próximos posts.

Este artigo foi publicado incialmente no LinkedIn


Quer saber mais sobre Storytelling? Leia o artigo completo





Muitas vezes quem está no mundo corporativo tem dificuldades de perceber que um filme, um livro, um seriado ou qualquer outro formato de entretenimento é um produto de consumo como qualquer outro. Parece mais fácil entender o aparelho televisivo como algo a ser marqueteado do que um espetáculo teatral.

Isso sempre fica claro durante cursos de Storytelling ou Branded Content. Para ensinar sobre como contar histórias e produzir bons conteúdos, muitas vezes recorremos à cultura pop. Nessas horas alguém sempre interrompe e pergunta se não tem algum exemplo mais corporativo, como se o anúncio de refrigerante estivesse mais próximo da realidade profissional do que o filme de Hollywood ou a novela da Globo. Na prática, qual é a diferença entre vender um disco de blu-ray ou uma garrafa de cerveja artesanal?

Do ponto de vista mercadológico, as histórias contidas em livros e DVDs podem valer fortunas. A Disney, por exemplo, desembolsou US$ 4 bilhões para comprar Star Wars e Indiana Jones. Além disso, a indústria do entretenimento vive de fazer e marquetear conteúdos e até por isso aprendeu a fazer isso melhor do que qualquer outra. Afinal, ao invés de pular o conteúdo feito por essas empresas, as pessoas ficam ansiosas pela continuação.

Veja o caso do seriado Game of Thrones, que angariou milhões de fãs pelo mundo e tem pautado boa parte das conversas nas redes sociais. Assim como Harry Potter, a obra de George R.R. Martin também começou a ser adaptada para audiovisual antes do fim da saga literária. O que acontece com GoT é ainda mais extremo: a adaptação vai revelar o desfecho da história antes mesmo da saga original. Ao que parece, isso deve ser uma tendência. A franquia The Walking Dead vai passar pela mesma situação.

Se você nunca viu o seriado e quer entender melhor a mecânica de uma franquia de entretenimento, vale a leitura do artigo o Futuro de GoT no Portal Administradores.

Se você viu e sofreu com o seriado, inclusive a quinta temporada, e cansou de gastar lenços, recomendo o artigo sobre como não torcer pelos personagens errados no artigo no portal Série Maníacos.

Este artigo foi publicado inicialmente no LinkedIn

Quer saber mais sobre Storytelling? Leia o artigo completo





Os Storytellers estão na Flip2015 e já participaram dos cafés literários promovidos pelo Sesc. O primeiro teve o sugestivo tema (Sobre)viver de Literatura. O debate foi acalorado, não só pelo calor da sala lotada de pessoas interessadas pelo assunto, como pela paixão da fala dos autores. Diz o bordão popular que "não tá fácil pra ninguém", mas para o escritor brasileiro parece que a situação é ainda mais difícil.

Uma coisa é certa, aos olhos da sociedade brasileira, escritor não é profissão. Faça o teste ao conhecer alguém: apresente-se como alguém que vive de escrever livros e verá que as próximas perguntas serão "você escreve sobre o quê?", "como é a vida de escritor?" e "como você faz para ganhar dinheiro?". O escritor Paulo Scott que lançou um livro intitulado O Ano Em Que Vivi De Literatura brincou "se você quiser saber como foi a minha vida de deixar um alto cargo de advocacia para viver de literatura, pergunte à minha mulher" e alguém da plateia comentou sem titubear "coitada".

Números do mercado comprovam um pouco dessa visão. Mesmo que as vendas de livros venham crescendo a um ritmo de 10% ao ano, a expectativa de um novo autor é ter de duzentas a trezentas cópias desovadas por leitores. Um livro no Brasil que venda mais de dez mil cópias é considerado um best seller. Já nos Estados Unidos, a expectativa de estreia de um novo autor está em torno de vinte a trinta mil cópias. O próprio Paulo Scott comentou que "ainda temos que comer muita grama para chegar mais perto deles".

Dois grandes motivos separam as realidades literárias do Brasil e dos Estados Unidos. O que separa o sobreviver do poder viver bem. A primeira é mercadológica, e como apontou Luiz Ruffato, "escrevemos em português, que é uma língua que ninguém fala". Fica mais difícil de levar a obra a outros mercados. Alguns acadêmicos rebateriam esse argumento com a literatura russa, que é uma língua menos abrangente que o português e mesmo assim se tornou a literatura mais influente do mundo. O que nos leva ao segundo motivo, que tem a ver com o preparo técnico.

A maioria dos autores brasileiros são autodidatas, perseguem seus sonhos e escrevem o que vem do estômago. Os autores nos Estados Unidos, depois da graduação, estudam mais dois anos o Master em Fine Arts, o equivalente ao MBA para um romancista ou roteirista. Não quer dizer que todo livro escrito por um estadunidense é ótimo. O ponto é que olhado do ponto de vista de produto cultural, sempre é uma obra mais completa. Existe um equilíbrio entre enredo, estilo e divulgação.

Um dos problemas de escrever pelo estômago é o ritmo, que tende a ser considerado lento demais para manter intrigado os jovens leitores crescidos ao ritmo dos filmes, dos vlogs(blogs filmados) e dos romances em que muita coisa acontece em pouco tempo. Essa questão de estilo, também chamada de poética, tem a ver com as técnicas narrativas, com o 'telling' do Storytelling, e ajudam a manter a atenção de um leitor cada vez mais disputado.

O outro problema é o controle sobre o enredo. Ao não conhecer a estrutura tradicional dos contos e fábulas, além das convenções de gênero, o autor tem dificuldade em manejar os rumos da narrativa além de onde o estômago aponta. Uma evidência disso é a dificuldade que os autores brasileiros encontram ao ter que escrever uma história a partir de um briefing, por mais vago que seja. O exemplo da coleção Amores Expressos citada durante o debate ilustra esse ponto. Muitos anos depois que um grupo de escritores consagrados brasileiros foram convidados a viajar para se inspirar e na volta escrever uma história de amor, muitos sofreram com o processo e outros nem chegaram a concluir o desafio. O difícil é conseguir fazer uma obra funcionar, sendo que ela não veio do âmago.
Mais do que programas de incentivo à produção literária, a solução para o mercado brasileiro de livros apontada pelos debatedores foi a educação. Claro. Afinal, como podemos falar de um Brasil que lê, com grande parte da população sendo analfabeta funcional? Mas a educação também pode servir aos escritores.
Para ajudar a entender as engrenagens e dominar melhor o processo é fundamental que os autores invistam na formação técnica, seja por meio da imersão em livros técnicos, seja por meio dos cursos de escrita criativa como a do Assis Brasil e de Storytelling e transmídia em instituições culturais como a galeria de arte b_arco ou instituições de ensino superior como a ESPM.

Para terminar, a questão da divulgação é sempre polêmica. Paulo Scott comentou o problema que assola muitos jovens escritores que mais se preocupam com suas contas nas redes sociais do que com suas obras. Não adianta divulgar algo que não tem substância. Mas quando algo com substância não é devidamente divulgado, caímos no desperdício tão cruel quanto raspar a comida do chef na lata do lixo. A reclamação que mais tenho ouvido de editores é que o escritor brasileiro entrega o texto e, pronto, considera que seu trabalho está finalizado.

Muitos escritores sentem que fazer a autopromoção seria se vender ao sistema e macular a aura artística. Aqui vale evocar a fala 'bélica' do escritor Luiz Ruffato, "esse tipo de discussão é uma mediocridade da classe média, que quer alçar a letra e a literatura a um patamar imaculado. Ninguém levanta essa questão para cineastas ou artistas plásticos".

Saber divulgar o próprio trabalho é fundamental para formar novos leitores. Afinal, como alguém vai se interessar por algo de que nunca ouviu falar? Não adianta reclamar depois que o Brasil é um país de não-leitores e vociferar contra sucessos internacionais que souberam embalar suas obras para criar um público interessado.


Publicação adaptada do artigo publicado no Portal Administradores, que achei pertinente compartilhar no LinkedIn. 


Este artigo foi publicado primeiramente no LinkedIn

Quer saber mais sobre Storytelling? Leia o artigo completo








Quem conhece restaurante japonês já sabe: para acompanhar as conversas, o saquê não poderia ficar de fora. Bebida alcoólica típica, à base de arroz, feita para enganar os desatentos. Parece leve, suave, mas é tão alcoólica quanto vodca, uísque ou cachaça.


O curioso é que na hora de servir, existe um ritual. Para simbolizar prosperidade e fartura, é normal fazer a bebida transbordar. Mas como a cultura japonesa é contra o desperdício, depois você bebe o que ficou no pires.
O mesmo ritual tem acontecido com muitas histórias.


Nesse nosso mundo digital um único livro não dá conta de contemplar tudo o que existe no universo criado pelo autor. Assim, a história que começa no seriado continua em filmes (Sex in the City), as histórias que não foram contadas nos quadrinhos ganham seriados dedicados (The Walking Dead) e assim por diante. São histórias que para ter prosperidade, transbordam seus formatos. O nome disso é Transmídia e expliquei o processo num curso online.


Como sempre, tudo o que acontece no entretenimento acaba influenciando a esfera corporativa. Muitas empresas já estão indo além da comunicação 360 graus e investindo em verdadeiras campanhas transmidiáticas. Um exemplo é a IT Mídia, que nessa semana lança a primeira edição do IT Forum revestido com Storytelling. Vai ser a primeira ação do gênero no mundo... quem participar vai ver a História ser escrita em frente de seus olhos ;)




Este artigo foi publicado inicialmente no LinkedIn



Quer saber mais sobre Storytelling? Leia o artigo completo