PROBLEMA: Está cada vez mais difícil engajar. A atenção que se esforça para conquistar é perdida no momento seguinte. Mas quando a gente se toma como exemplo, até para dormir a gente deixa o celular ligado. A única hora que desligamos o aparelho é para ir ao cinema. Não é?

SOLUÇÃO: Pois é, por isso que Storytelling é uma palavra que entrou na moda. Já pensou se a sua mensagem puder ser ouvida assim, no escuro, sem nenhum outro tipo de distração pra concorrer? É mágico o mundo em que conteúdos de marca podem ser tão bons quanto os produtos de entretenimento.

OUTROS PROBLEMAS: quando se fala em Storytelling, existem muitas possibilidades de interpretação e de linha de atuação: seria aplicar técnicas de roteiro para melhorar uma apresentação? Seria contar histórias reais? Seria a releitura de mitos e lendas?

NOVA SOLUÇÃO: em 2007 defendi na USP o primeiro estudo acadêmico sobre o tema no Brasil e desde então trabalhei com dezenas de aplicação prática no mundo corporativo. Dessa experiência formulei uma metodologia capaz de solucionar as questões anteriores.

UMA QUESTÃO: se você já faz Storytelling, sempre é possível melhorar, tanto na estratégia do projeto, quanto na composição da história, como na apresentação da narrativa. Ainda mais praticando a partir de uma metodologia.

CONCLUSÃO: uma oficina de storytelling na publicidade, com 21 horas de prática, baseada na metodologia que vem sendo aplicada com muito sucesso pela Storytellers. Para saber mais sobre o curso, é só clicar no link: https://www.storytellers.com.br/p/sobre-nossos-cursos.html




Quem acompanha o portal sabe que ministro cursos de storytelling com foco em negócios desde 2010. Nesse tempo, já treinei mais de mil alunos na arte de contar histórias, inclusive em universidades fora do Brasil como a PUC do Peru e a Universidade da Beira Interior em Portugal. Agora é e primeira vez vou fazer um curso 100% voltado à prática. Um workshop ou oficina, se preferir o termo. A necessidade de um curso assim sempre foi expressa pelos alunos, mas estava difícil encontrar um formato funcional.

Foi então que surgiu a Oficina de Escrita Criativa. Lá os cursos sempre são para um número reduzido de alunos, com o máximo de 15 cadeiras. O método é "hands on", com todos sentados ao redor de uma grande bancada com seus papéis a canetas a postos. É um formato bastante prático, que proporciona bastante troca entre o professor e os alunos e também entre os próprios alunos.

O objetivo desse curso é humanizar uma marca, literalmente. A partir de uma metodologia desenvolvida no Brasil pela Storytellers, todas as características e aspectos da marca (do branding) vão pouco a pouco ganhando a forma de um personagem... um personagem tão interessante que pode protagonizar um filme. E não um filme qualquer, mas do tipo que as pessoas pagariam ingresso para assistir. Também poderia protagonizar um livro vendido nas melhores livrarias do país. Também poderia protagonizar um seriado. Poderia, inclusive, ser o herói de todos esses formatos juntos num grande projeto transmídia. 

Isso é fundamental para uma empresa porque as pessoas têm mais facilidade em se conectar com outras pessoas e não com coisas abstratas como marcas. Assim a comunicação de marca - desde um anúncio, até um projeto maior de branded content - consegue quebrar a barreira da sobrecarga de informação e chegar direto ao coração do target, depois de já ter sido assimilada pela mente.

O curso tem duração total de 21 horas, divididas em 7 encontros semanais. Sempre nas noites de terça, das 19h às 22h. Essa edição começa no dia 1 de outubro e termina em 11 de novembro. O investimento é de 3 parcelas de R$ 490 ou à vista com 10% de desconto.

As inscrições podem ser feitas diretamente pelo site: http://www.oficinadeescritacriativa.com.br/cursos.asp?curso=storytelling





"Quando Ally Rice, uma tenista de competições, machucou seriamente seus joelhos e teve que largar o esporte, ela também parou de praticar qualquer exercício. Não foi até o final da universidade que Ally, ao pedido e incentivo de amigos, reencontrou um caminho de volta para os exercícios e encontrou a sua alma"

Com um pouco de esforço e estudo o primeiro parágrafo desse texto pode ser tornar um bom filme, aliás, acho até que esse parágrafo daria uma boa sinopse para começar a trabalhar. Ainda mais interessante quando descobrimos que essa é uma história real e que para acompanhá-la tem muitas outras, como a de Ryan Foley, um ex-executivo de Wall Street que perdeu 60 quilos depois de encontrar a sua alma com as aulas da SoulCycle. 

A acadêmia SOULCYCLE vai além da aulas de spinning que estamos acostumados. Criada por duas mulheres em 2006 a ideia era oferecer um espaço de exercício completo, misturando spinning, musculação e até uma jornada de auto-descobrimento. Tudo isso, dizem eles, inspirados por uma setlist de dar inveja em qualquer DJ de balada. Mas ainda não chegamos no que eles consideram o seu maior diferencial: o storytelling. 

Isso mesmo, usar o storytelling como ferramenta de motivação para o exercício físico. Histórias de superação, vitória e esforço se tornam exemplos a serem seguidos e estimulam cada vez mais pessoas, dizem eles, a participarem de suas aulas e se descobrirem. Em uma plataforma simples, apoiada, é claro, por um trabalho extenso e bem desenvolvido de branding que vai desde a iluminação a luz de velas, até o aroma leve de lima dos vestiários, para combinar com o amarelo lima do logo e muitos outros detalhes. 

O blog da SOULCYCLE, de onde eu tirei aquela "sinopse" do primeiro parágrafo está repleto de histórias que, infelizmente, não atingem todo o seu potencial pois ao invés de narrativas, são simples relatos, mas que mesmo assim reservam o poder de emocionar e inspirar novos praticantes do esporte que tem feito seus clientes se tornarem advogados da marca e continuam pagando um média de 34 dólares por aula. 

O importante aqui é o exercício de compreender as possibilidades do storytelling, encontrar formar inovadores para usar a tecnologia, como por exemplo: storytelling como instrumento de incentivo esportivo. As limitações, como já dizia a minha avó, estão em nossas cabeças, o exercício de encontrar novas formas de utilizar a tecnologia é fundamental e irá sempre resultar em alguma forma de potencialização da sua estratégia de branding. 

A série Breaking Bad chegou ao seu fim ao ritmo de muita euforia por parte de quem acompanhou, e de muita cautela de quem, como eu, vive fugindo dos spoilers porque ainda não chegou ao episódio dezesseis da quinta temporada. Aliás, a começar por aí a série já mostra o que tem de mais especial na sua construção, ao ser pensada e filmada tão só para cinco temporadas.
Assim, continuando o post do Luis Gaspar na semana passada, sobre o que podemos aprender com Breaking Bad, eu ainda acrescentaria uma grande máxima das grandes histórias que volta-e-meia aparece por aqui: boas histórias são criadas nos detalhes. Dentre os diversos detalhes em sites e blogs sobre “curiosidades de Breaking Bad”, alguns aqui merecem destaque e colaboram para que a série tenha, por assim dizer, os "99,1% de pureza".

No quesito “personagens”, a boa construção deles na série é um mérito que tem sua explicação desde a seleção e a preparação de autores. Bryan Cranston, que faz o protagonista Walter White, foi treinado por um professor de química real para viver o seu papel. Além disso e mais impressionante que isso é o fato de que o filho de Walter na série, Walter Junior, é interpretado por um ator que também tem paralisia cerebral, R.J. Mitte. A preparação de Aaron Paul, para viver Jesse Pinkman na série, também foi intensa e regada a muita bebida em bares – tudo, é claro, para trabalhar o vício com total verossimilhança.

Em se tratando de roteiro, a série de Vince Gilligan também é um belo exemplo a ser seguido. O autor, que diz ter pensado na série depois que seu amigo, também roteirista, disse que se eles não conseguissem vender um filme para Hollywood comprariam uma van e fabricariam metanfetamina no deserto, não precisou ser tão drástico na vida real – mas soube adaptar perfeitamente para a ficção. Em seu roteiro não há espaços para improviso. Cada palavra é parte do texto, inclusive cada gíria como os clássicos “Yo!” ou “Bitch” de Jesse na série.
Tudo isso, sem dúvidas, não sai barato. Estima-se que cada episódio da consagrada série custou cerca de três milhões de dólares – muito mais do que Walter White almejava conseguir no início da série quando descobre que tem câncer e resolve deixar um dinheiro para que sua família possa viver.




Em outubro começo uma oficina nova e bem interessante, sobre a prática do storytelling na prática.  Isso quer dizer que a metodologia é composta pela dupla técnica e aplicação.

Não existe nenhum tipo de livro sobre o tema, afinal, é uma novidade essa história de juntar histórias com marcas; ficção com corporação. Se ainda muito se discute sobre a teoria, aqui já vamos partir para a ação.

UM CURSO PARA QUEM...

...É PUBLICITÁRIO e busca técnicas avançadas e inspiração para melhorar seus projetos e cases...

...É EXECUTIVO E EMPREENDEDOR e quer dar vida à sua marca...

...É ESCRITOR E ROTEIRISTA e está à procura de novas formas de financiar seus projetos, sem abrir mão do seu estilo autoral...

...E FINALMENTE PARA QUEM JÁ FOI MEU ALUNO e ficou com gostinho de quero mais ;)

São só 15 vagas, já que é no esquema de Creative Writing da fantástica Oficina de Escrita Criativa: todos sentados ao redor de uma grande mesa, com seus papéis, canetas e notebooks a postos! Uma ode aos artesãos de histórias.

Para saber quando e onde haverá cursos de storytelling, acesse: https://www.storytellers.com.br/p/sobre-nossos-cursos.html