Quem acompanhou os lançamentos da Globo no começo do ano, se deparou com a minissérie em 4 capítulos: Alemão, os dois lados do morro. O que, na verdade, era uma versão estendida do filme lançado em 2014, ele narra a saga de 5 policiais infiltrados que tem sua identidade revelada - de modo bem confuso - em meio a invasão do complexo (que ficou famosa pela cena dos bandidos fugindo da PM). No elenco da minissérie temos nomes como Antonio Fagundes, Cauã Reymond, Caio Blat, Otávio Müller, Gabriel Braga Nunes, Marcello Melo Jr e Milhem Cortaz.
Para o novo roteiro, 25 minutos da transmissão, feita pela Globo, da tomada do morro pela polícia, foram adicionadas ao longa. Além de cenas inéditas gravadas e outras que foram cortadas do longa ajudaram a forjar a nova narrativa.
A princípio achei que simplesmente as histórias dos personagens foram pouco explicadas, pra ser sincero, entre uma ida à cozinha para um copo d"agua ou um lanche já era possível se perder completamente. Foi bastante inovador, o fato de tentarem misturar a trama de um documentário com a ficção, mas não sei dizer até que ponto isso atrapalhou o drama da obra, mas o roteiro não pareceu agradar muita gente (como eu) , principalmente porque fez os personagens parecerem rasos e sem proposição. E quando o seu original já é visto dessa forma, não há cenas estendidas que o salvem!
Estudar quando se tem o dia a dia profissional tão corrido é quase impossível. Para resolver esse problema de agenda, a ESPM disponibilizou sua grade de cursos para a temporada de férias de 2016. Com as inscrições abertas, os alunos terão a oportunidade de garantir especialização em Storytelling com o curso comandado pelos especialistas Fernando Palacios e Martha Terenzzo. Chamado de “Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia”, o módulo faz parte do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM e vai oferecer conteúdo no início de janeiro – 26/01 a 30/01/2016.
Quem trabalha com comunicação se depara todos os dias com o desafio de ter sucesso em suas ações de conteúdo. É para falar sobre isso e mostrar detalhes de um caminho que tem conquistado o planejamento das empresas que os especialistas Fernando Palacios e Martha Terenzzo vão se encontrar com alunos em São Paulo. O objetivo das aulas é compartilhar com profissionais técnicas capazes de fazer o que contadores de história fazem há anos: conquistar o público com relatos. A ideia é mostrar como o Storytelling pode ser usado como elemento para ajudar a construir marcas e alavancar vendas conquistando o público pela emoção. O curso vai muito além dos modismos do mercado e abordará branding, cultura organizacional, branded content, product placement e plataformas transmídia.
No total, serão 6 dias de compartilhamento de ideias. As aulas vão mostrar bibliografia seleta e comentada para cada módulo, revelar os bastidores do Storytelling e promover o networking. De maneira inédita, a edição do curso vai discutir ética e abordar storydoing.
Conheça detalhes da grade do curso:
Dia 1. COMO O STORYTELLING PODE MUDAR SUA VIDA Dia 2. COMO O STORYTELLING PODE DAR VIDA À SUA MARCA Dia 3. COMO O STORYTELLING PODE DEIXAR MAIS INTRIGANTE SEU CONTEÚDO Dia 4. COMO PROGREDIR DO STORY AO TELLING Dia 5. TRANSMÍDIA: COMO TRANSFORMAR EM ATIVO O UNIVERSO POR TRÁS DA HISTÓRIA Dia 6. WORKSHOP: O STORYTELLING NA PRÁTICA
O garçom serviu a
cerveja e saiu de perto da mesa.
– E agora? – me
perguntou meu mestre em Storytelling. – O que é que você vai fazer?
– A única coisa que me
resta. Eu vou em busca do meu final feliz.
Tomei um gole de
cerveja gelada do meu copo. O amargor era doce comparado ao gosto da
incompletude que estava na minha boca. Eu tinha chegado tão perto. Mas tão
perto mesmo.
Eu andei até Jerusalém
sem dinheiro e cheguei lá na Páscoa, exatamente quando eu queria. Venci meu
desafio. Em Ibiza eu comecei trabalhando de noite em um puteiro e saí de lá com
uma proposta para ser gerente de marketing em uma das melhores baladas da ilha.
Outra vitória esmagadora. E em Londres eu conheci a família da princesa com
quem minha história terminaria. Eu tinha dinheiro, uma namorada e amigos lá.
Praticamente tinha conseguido meu final feliz. Praticamente...
Em uma mensagem de
texto, tudo foi por água abaixo. A menina terminou comigo enquanto viajava pela
Tailândia. Eu não tinha onde morar. Eu gastava mais dinheiro do que ganhava (e
isso passando fome). Meus amigos estavam em situações tão desesperadoras que
não poderiam me ajudar e logo nos distanciamos. Londres era supostamente meu
prêmio. Mas na verdade foi minha aniquilação. Um supercombo que me
levou para a lona. Sozinho naquela cidade depressiva, meu coração estava em
pedaços do outro lado do mundo. Logo ficou claro que não haveria final feliz ali para mim.
– Eu cheguei tão
perto, Mestrão – disse depois de engolir a cerveja goela abaixo. – Mas tão
perto mesmo...
Calmo tomando um gole
da sua cerveja, o Mestrão me encarava sabendo exatamente o que tinha acontecido.
– Talvez você não
tenha aprendido sua lição – ele sugeriu.
A frase me atingiu
como um tapa na cara, me tirando do meu estado de desgosto e me levando a um
novo caminho de raciocino que eu não havia trilhado antes.
– Como assim? –
indaguei curioso.
Eu tinha encontrado
Deus na estrada. Tinha mudado completamente minha vida. Tinha aprendido lições
que seriam impossíveis serem aprendidas de outra forma. Do que será que ele
estava falando?
– Histórias têm um
poder ímpar de nos ensinar alguma coisa. Vamos pegar uma parte da premissa de
storytelling aristotélica:
“Um personagem passa
por uma situação familiar com a vida real. Ele pode evoluir, aprender a lição
que a história quer passar e assim se tornar merecedor de um final feliz. Caso
o personagem não aprenda essa lição, ele terá um final trágico. Sabe o símbolo
do teatro?, a máscara feliz e a máscara triste? Então, elas vêm daí.”
Eu não tinha aprendido
minha lição? Seria mesmo?
– Mas que lição seria
essa?
– Não sei – respondeu
o Mestrão. – Talvez a como ser menos cafajeste. Ou como ser menos emotivo. Ou
como selecionar melhor seu foco. Ou como ser mais independente...
Eu não disse nada.
Fiquei pensativo por um momento, confuso e perdido pelas minhas memórias
tentando desvendar o que poderia ter me escapado. E o Mestrão percebeu isso
depressa.
– Vamos pegar um
exemplo que talvez possa te ajudar – continuou ele. – Em “Procurando Nemo” Marlin,
o personagem principal, precisa aprender a como ser um pai melhor. Ele perdeu a
mulher e todos os outros filhos de uma forma trágica, deixando-o apenas com
Nemo. E por isso ele acaba sendo super protetor, sufocando o peixinho.
“O Nemo, no caso, é o
objeto de estudo. É o filho super protegido que não suporta mais a relação com
o pai. A história se desenvolve quando em um ato de rebeldia, causado numa
tentativa de se rebelar contra Marlin, Nemo é levado embora do coral aonde vive
para o consultório de um dentista.”
“Assim sendo, Marlin
sai numa busca. E não tarda muito até ele encontrar um personagem que é seu
oposto, a peixe sem memória chamada Dory. É ela que vai mostrar a Marlin uma
realidade totalmente diferente e vai ensiná-lo a ser mais relaxado.”
“Mas, por ser seu
total oposto, Dory não representa a personalidade para Marlin aprender sua
lição e virar um pai melhor. Essa personalidade é algo no meio termo entre os
dois. Não tão preocupado, mas também não tão relaxado.”
“A personalidade ideal
para Marlin se espelhar só aparece próximo ao final da história, quando ele já
está mais bem preparado para recebê-la, após vivenciar diferentes aventuras e
desafios. Essa personalidade vem com
Crush, a tartaruga que está na corrente indo para a Austrália. Ele deixa o
filho se aventurar, mas está atento. É nesse contato que Marlin aprende sua
lição. E, sendo assim, é merecedor de um final feliz, resgatando seu filho e
voltando ao seu coral como um pai muito melhor.”
Quando ele parou de
falar, eu fiquei quieto. Rapidamente pensei numa lição que a vida poderia
querer me ensinar. E algo posto no meu caminho para que eu me mobilizasse para
aprender. E também nas pessoas que conheci na minha trajetória. O Mestrão
estava certo, eu não tinha aprendido a lição.
Não pude deixar de
rir. Eu, que vivi três meses na estrada contando histórias, me julgava ser um
storyteller completo. E em um simples gole de cerveja o cara na minha frente me
mostrou que eu ainda tenho muito a aprender.
Eu ainda não aprendi a
lição que me escapou em Londres. Muito pelo contrário. Acho que preciso de uma
aventura completamente nova para aprendê-la. Mas, pelo menos, essa nova lição
de storytelling eu absorvi para criar minhas próximas histórias.
Enquanto a história
acaba, a vida continua. E eu vou atrás do final que eu quero. E você, o que aprendeu ultimamente?
Comecei meu dia ontem
vendo uma maratona de Star Wars. Os três primeiros episódios da série que foram
os três últimos a serem produzidos.
Ironicamente, na
metade do segundo, recebi uma mensagem de uma namoradinha de infância com quem
tenho falado muito ultimamente. A mensagem dizia mais ou menos o seguinte: “Ando
muito cri-cri para tudo. Festa, trabalho, namoro. Queria ter a inocência de
quando a gente namorava, porque
tudo era mais simples e divertido”.
A mensagem caiu como
uma luva. Quando eu era moleque tinha adorado aqueles três filmes. Mas ontem de
manhã não entendia como. Acho que eu virei cri-cri.
O começo de “A Ameaça
Fantasma” é bom... até o Jar Jar Binks aparecer e começar a arruinar tudo, pisando
em merda, tendo um bicho peidando na frente dele, lambendo o motor de um pod
racer e ficando com a língua dormente, e por aí vai. Quando minha opinião
estava completamente dividida, o Senado Galáctico cuidou do resto e me fez
dizer as seguintes palavras: “nossa, que merda”. O filme não tem uma espinha
dorsal. Ele é o monte de coisa e nada ao mesmo tempo. Você não sabe se ele é
sobre política, sobre a Força, sobre o Anakin, sobre o retorno dos Sith.
Simplesmente não tem foco. E, de certa forma, nem mesmo um protagonista e um
antagonista.
O Ataque dos Clones
foi um pouco melhor. Menos aparições de Jar Jar Binks e politicagem. E a
porrada comeu. Entretanto, as três palavras mágicas saíram da minha boca quando
Anakin e Padme começaram a rolar na grama. No manual do Jedi deve estar escrito
em algum lugar que para se conquistar uma mulher deve-se ser obsessivo,
agressivo e estranhamente desesperado. Assista o Ataque dos Clones, vá para a
balada ou saia para um encontro e escreva aqui o que aconteceu. Acho que nem em
uma galáxia muito distante dá para um cara forçar a barra daquele jeito, sair
da friend zone, ganhar bitoquinha na varanda e ouvir um “eu te amo” de um modo
tão medíocre e rápido. Detalhe que o cara era segurança da “gatinha”, então só
faltou a música da Whitney Huston para completar a trama. Isso tudo sem falar na
atuação magnifica do Hayden Christensen. Sério, vai no Colégio Dante Alighieri
em São Paulo durante a madrugada que dá para encontrar alguma opção melhor de
Darth Vader.
Por último, A Vingança
dos Sith, o “menos” pior. Porém com o maior problema que essa segunda trilogia
da série apresentou, na minha opinião: a constante necessidade de transformar
Anakin em um Jedi fodão e fazê-lo se converter para o lado negro. É muito
forçado. Parece que o cara tá numa bad trip de algum coisa pela paranoia e as contradições
do final. E forçada também é a luta do Darth Sidious contra os Jedi,
coreografada de uma forma pífia e tosca.
Eu resolvi resumir e
enxugar bem esse começo da minha manhã com Star Wars nesse post por uma simples
razão: apenas para poder descer o cacete melhor no filme novo.
AVISO DE SPOILERS
Depois dessa maratona,
tomei uma decisão. Resolvi ir ver Star Wars – O Despertar da Força no cinema.
Naquela tarde eu me
sentei na poltrona relaxado, pois muitos dos meus amigos elogiaram ao filme. A
musiquinha começou. Pan, pan, panpanpanpan pan... E veio a historinha. Um
começo muito bom. As sombras do império ressurgindo, Luke desaparecido, Leia
liderando uma nova aliança rebelde e procurando pelo irmão desaparecido.
Realmente, nada mal.
A história e os
elementos me lembravam muito os três primeiros filmes. Muito mesmo. Muito até
demais. E foi aí que eu percebi que eu não estava vendo uma continuação, mas
uma remake.
Eu sou noveleiro, não
tenho problemas com repetecos. Mas o repeteco de Star Wars começou a me
incomodar. E começou a me incomodar pelo fato da Disney ter cagado para o
universo expandido de livros e quadrinhos que ocorre depois de O Retorno de
Jedi. E também por ter criado um bando de personagem escroto para vender
boneco.
Eu não gostei do Finn.
Achei ele covarde, sem nenhuma habilidade especial e bobo. Mas também achei ele
um personagem cômico melhor que o Jar Jar Binks, então vou poupá-lo.
Entretanto, que porra é aquela de Kylo Ren?
O cara usa uma máscara
com uma voz estranha por nenhum motivo aparente além de ser feio pra cacete. Meio
que uma versão Disney do Darth Vader, avô do personagem. Mas enquanto a
transformação de Anakin para Darth Vader tem motivos psicológicos e físicos (Anakin
foi escravo, perdeu a mãe de um jeito bárbaro e estava prestes a perder a
mulher que amava), ao que parece, Kylo Ren apenas dá chiliques como um
adolescente mimado que fugiu de casa para chamar atenção. Isso sem falar no
sabre de luz escroto que não tem funcionalidade prática nenhuma. E que no final
ele, tão fodão que consegue parar um disparo de blaster com a Força, toma um cacete de uma
menina que era catadora de lixo poucos dias antes.
A catadora de lixo que
dá um pau nem Kylo Ren é a Rey. E ela é linda S2. Sério, estou querendo construir
uma nave espacial e ir para puta que pariu pedir ela em casamento. Tirando esse
fato, e todo o carisma e habilidade da atriz, o personagem é muito mal
construído. Ela é abandonada no deserto e não quer sair de lá por nada no
mundo. Depois se descobre uma Jedi e
piloto fodástica do nada. Tipo eu quando escutei Wesley Safadão pela primeira vez
e dei uma aula de dança na balada, sqn. É muito forçado o jeito que as
habilidades dela aparecem e se desenvolvem. Na minha opinião, Rey é uma
personagem que poderia ter sido tão melhor construída por ter sido abandonada no deserto e crescer em um ambiente hostil, mas acabou ficando no bonitinha e
carismática. Pegue um Peter Quill dos Guardiões da Galáxia e faça um
comparativo, para se ter uma ideia melhor do que eu estou falando. Como o
personagem evoluí e muda a partir de elementos da história, e não simplesmente
do nada.
Quanto aos velhos
personagens da série, isso não tenho nada a declarar. Han Solo, Chewbacca,
Princesa Leia, C-3PO e R2-D2 estão sensacionais. Se encaixaram perfeitamente.
Já o Luke, não tenho como falar mal, mas também não tenho como falar bem. Em
seus trinta segundos de filme, fiquei na dúvida se ele iria pedir crack ou não
para Rey. Mas só poderei afirmar no episódio seguinte.
Eu defendo muito que
histórias são como relacionamentos amorosos. É melhor terminar de um modo
digno. Sem brigas, conflitos hediondos ou traições. Terminar de um jeito que os
dois sejam felizes para sempre ou que pelo menos possam ser amigos no futuro. E
não persistir no erro até que não dê mais para um elemento do casal olhar para
a cara do outro.
Os episódios I, II e
III da série apresentam falhas nos roteiros, péssimos diálogos, falta de
protagonismo, falta de antagonismo, falta de uma história sólida e coesa e
ritmo confuso. O Despertar da Força
não é tão falho quanto os prequels da trilogia. A história inicial é boa, existe
um protagonista e um antagonista, e o ritmo é envolvente. Entretanto o
desenvolvimento da história é falho, os personagens são mal construídos e a
repetição do modelo original já está muito manjada. Fica evidente a exploração
da “Jornada do Herói” de Joseph Campbell, que funciona, mas poderia ter sido
melhor mascarado ou mais surpreendente.
Se “O Despertar da
Força” fosse uma menina com quem eu estivesse saindo, diria que houveram partes
boas nesse primeiro momento da relação, mas que ela deu algumas mancadas que me
deixaram com o pé atrás. Mancadas que podem ser facilmente remediadas no
futuro, mas que também podem se agravar. Ou seja, mesmo com um pé atrás (põe
atrás nisso), eu vou dar um voto de confiança, mais pelo sentimento do que pela
razão, e vou ver a continuação de Star Wars no cinema. Mas, para o próximo
filme, já estou prevendo um término de relação.
A Força despertou, mas
ainda não saiu da cama. Quem sabe no próximo filme já seja hora do café da
manhã?
Peter Quill é um aventureiro interestelar que foi raptado da Terra quando ainda era bem jovem. Ele, aparentemente é o líder dos Guardiões da Galáxia, filme inspirado no grupo homónimo criado pela Marvel nas histórias em quadrinhos.
A primeira cena do filme serve para apresentar uma característica importante do personagem, seu gosto musical. Ele está sentando no hospital, com um walkman (nem me lembro a última vez que precisei escrever esse termo) recheado de músicas dos anos 60/70/80.
Essa sua peculiaridade praticamente segura o tom da narrativa, proporcionando sequências muito interessantes, como a primeira que ele invade um planeta para roubar a orbe - acarretando em todo desenrolar do enredo. Se você ainda não assistiu este filme, faça. Agora! Creio que já compreenda que uma das revoluções que Stan lee trouxe para o mundo dos heróis foi a dimensão dramática, pautada em seus conflitos.
Todavia, não é muito perceptível para escritores menos experientes o impacto desses conflitos na vida do seu personagem: ele conseguirá um tipo de muleta psicológica, vai desenvolver raiva ou trauma de algo? Se sim, há como criar um indício desse trauma como um traço de personalidade ou gosto peculiar?
Mostrar essas características na narrativa pode dar mais personalidade para sua história. E pensar sobre elas pode ser um exercício de criação de personagens. Mude as dimensões dele, aprofunde e experimente novas perspectivas.