Recentemente a rede Globo começou a transmitir em um péssimo horário a série The Blacklist, que narra a saga do misterioso Raymond Reddington ou Red (James Spader), um dos fugitivos mais procurados do FBI, que decide se entregar e se oferece para ajudar a caçar os vários nomes de terroristas e criminosos tão eficazes que não constam em nenhuma lista do governo.



Quando vi o trailer da série na TV, corri para o Netflix e passei a assistir toda a primeira temporada em alguns dias. Raymond Reddington é um personagem fantástico e de cara você é agarrado pela pergunta que vai servir como um imã, te atraindo a cada episódio de volta para a série: Quais são as motivações que levaram Red a se entregar para o FBI? 




Com o tempo fica claro que ele é um daqueles criminosos líderes de algum cartel internacional, que mantem relações com o mundo todo e detém uma fortuna sem fim


Aliás, em alguns diálogos ele chega a declarar que poderia desaparecer a qualquer momento, afinal é o que ele vende para seus "clientes"... poderia,  não fosse Elizabeth "Liz" Keen (Megan Boone), uma agente que em seu primeiro dia de trabalho no FBI é convocada para uma força tarefa secreta, porque Red só aceita falar com o governo através dela.  - isso cria toda uma investigação da vida de Liz, tanto para os agentes quanto para a audiência que fica tentando estabelecer relações entre os dois, por um tempo.



Red não é o único mistério na vida de Liz, seu marido e seus colegas de trabalho vão desenvolver histórias bem interessantes. Um deles, agente Ressler me chamou bastante a atenção, começou a série como um policial sem graça e após uma morte sua personalidade ganha força. 


A série segue o estilo "caso do dia" aonde a cada episódio a Força Tarefa recebe informações de Red para estabelecer ligações entre crimes até algum nome, seja de algum grupo terrorista ou de um assassino de aluguel que usa métodos totalmente diferentes.  Esse é um ponto alto da série, os criminosos não podem aparecer no radar do FBI, então usam todo tipo de método para seus resultados, como o Alquimista, um especialista em manipulação de DNA na cena do crime que consegue trocar as identidades de pessoas em acidentes, forjando a morte de centenas de mafiosos.




Cada vez que surge um novo mistério ele está bem amarrado com um maior. Red passa a ser caçado, por um nome que ele desconhece e isso revela suas ligações com o governo através de um Senador.  Quando encontra o cara que está o caçando, descobre que ele foi ludibriado para acreditar que eram inimigos.  Mas não posso deixar de ressaltar a atuação fenomenal de James Spader, ele da vida para um anti-herói que sem dúvida tem potencial para sentar ao lado de Hannibal como um dos vilões queridos da cultura Pop.  Alguém com um senso de humor inigualável, que pode usar a ironia para fazer uma cena de tortura em algo tarantinesco.





Quem acompanha as notícias da TV aberta se deparou uma hora ou outra com o lançamento da série Miste Brau, com Lázaro Ramos e sua esposa, Taís Araújo interpretando a dançarina e empresária Michele.

O programa abordará as vicissitudes da ascensão social e o preconceito com os novos ricos. O enredo deixará claro que, algumas vezes, quem tem dinheiro faz o que quer e não está nem aí para o vizinho. O Brau vai dar festas barulhentas, incomodará os outros. Lima, um solteirão, não vai morar no lugar, mas estará sempre por perto do parceiro, usufruindo de toda a mordomia. Haverá até um jet-ski na piscina.  - Mauricio Chícharo Farias, que interpreta Lima na série. 


A produção extrapola o meio, sob a alcunha de Brau Lázaro Ramos gravou vários singles, que terão clipes no site do Gshow com a intenção de viralizar nas redes sociais. Além disso sites reportam entrevistas "reais" com o personagem... assim como o seu primeiro aparecimento público, no Domingão do Faustão.  Na ocasião, Fausto apresentou Brau e Michele - com certo desconforto, parece que ele não engoliu a ficção. 




No primeiro episódio o enredo me levou pra algum lugar que eu já havia visitado em filmes do Leandro Hassum e, claro, com esse plot sobre a ascensão de um cantor eu não pude tirar a série "Os Suburbanos" da cabeça. Nela Rodrigo Sant'Anna faz Jefferson, ou Jeffinho do Pagode após gravar o clipe de Xavasca Guerreira - que diga-se de passagem é ilário. - e virar celebridade.

Aliás, a forma que o programa foi lançado é parecida, com uma ativação do clipe na grade da emissora.  Entretanto "Os Suburbanos" não tenta ser realista, eles abraçam o humor sem se preocupar como ele interage no mundo real. Particularmente acho difícil trazer esse humor caricato para o outro lado da membrana lúdica.  





Se essa fórmula vai funcionar em Brau, e se o conteúdo será capaz de preencher todos os meios de forma a tornar a produção um case a ser seguido, só o tempo dirá. Façam suas apostas storytellers!





A concorrência estava forte, Mad Men, House of Cards e mais de 400 séries produzidas atualmente para a TV Americana.  Dentre ela uma merece reconhecimento e é Got, carinhosamente chamada por fãs.

Segundo o elpais, no domingo, levou quatro troféus (melhor série dramática, melhor direção, melhor roteiro e melhor ator coadjuvante, Peter Dinklage), além de outros oito nas categorias mais técnicas, entregues na semana passada. Game of Thrones empata agora com The West Wing e Hill Street Blues como a série mais premiada na história do Emmy.


Isso só reforça o gás que a série tem, a academia teve que reconhecer que ela se infiltrou na cultura pop de uma maneira intensa. Cada início de temporada é um evento mundial e quem acompanha o twitter pode ver a febre que é. Em todas as redes pessoas fogem, brigam e se desentendem por conta de spoilers, mesmo artifício usado por alguns professores mais astutos... pois é, Game of thrones está entrando na categoria "mito moderno". Que venham as novas temporadas!




Ser crível ou não é mais do que uma questão de um personagem se parecer com o mundo real, é fazer ele parecer real nas condições dramáticas em que a fantasia criada no seu texto proporciona.  Isso pode conferir a ele o que Stan Lee chama de Identidade Humana.

O termo não poderia ser mais adequado para o autor, que ganhou a vida e os fãs construindo identidades superpoderosas. Basicamente essa identidade é conquistada quando o personagem está enraizado em vários conflitos sociais, relacionados a grupos como a família, a escola, o clube (de xadrez, de atletismo..), ou seja, quando o personagem tem uma vida ao seu redor que está tão impregnada a ele, que transborda de alguma forma para a audiência.


Quando Fernando Palacios diz "todas histórias são sobre humanos" é exatamente sobre isso que ele está falando. Você pode escrever uma história sobre duas caixas de leite, mas de certa forma vai precisar colocar assuntos relacionados a nossa humanidade. De repente o amor, e elas se apaixonam... pronto, está a dois passos de criar empatia com o público.

Vale muito a pena assistir este vídeo aonde o criador de vários heróis lendários explica um pouco sobre como ele pensaram nos problemas que estariam na vida de cada um deles, em especial o Daredevil (o Demolidor).


 



No último final de semana a Storytellers marcou presença no World RPG Fest, evento dedicado a quem curte Role Playing Game com convidado internacional palestrando sobre seus games.  Nossa palestra foi sobre RPG & Transmídia e fez muita gente ficar interessada sobre essa visão de mesclar entretenimento e negócios.

Durante o evento algumas editoras se destacaram pela produção e outras pela empolgação que tem com o seu público, mas é interessante perceber que quando estão no mesmo ambiente todas se comunicam da mesma maneira.  A produção indie de RPG se destacou por apresentar um movimento rumo ao narrativismo - quando a mecânica valoriza mais a contação de histórias.  Porém teve RPG de tudo quanto é tipo lá no evento... e eu não poderia sair do evento sem conhecer um novo escritor, vejam alguns tuítes.







Pelo menos essa é a história que contam sobre o dente do siso. O lado bom da coisa ruim foi aproveitar a barba de molho para listar o que o semestre reserva. Esse post é uma espécie de pedido de desculpas por não ter dado atenção por aqui

Ontem eu e a Martha Terenzzo tivemos o prazer de treinar o pessoal do Google sobre como transformar dados em narrativas. Aliás, esse é o mesmo assunto que vou tratar no IT Forum da América Latina em Miami. O maior desafio vai ser explicar em espanhol para CIOs das maiores empresas LATAM.

Hoje estive com a turma do Unicef. Essa foi diferente, por ser um curso online com pessoas de diversos estados. Uma continuação transmidiática do curso presencial em Brasília para falar justamente de transmídia. Diferente, mas funcionou.

Amanhã é a vez do curso para jornalistas na sede da Imprensa Editorial com parceria do Adnews. Uma tarde de escrita criativa, com a mão na massa.

Segunda que vem começa a quinta edição do curso Inovação em Branded Content na ESPM-SP. Seguimos a recomendação dos alunos nos feedbacks, fizemos uma turma mais reduzida, intimista e com ares de oficina. Um experimento para próximas edições.

Falando no tema, fui entrevistado pelo jornal Meio & Mensagem sobre um especial de Branded Content. A conversa durou mais de uma hora. A matéria deve sair ainda nesse mês. Postarei por aqui.

Ainda na semana que vem, teremos o lançamento de um livro para o qual escrevi um capítulo. O título é "Comunicação com Empregados". Falei de Storytelling, já propondo o termo Endotelling como sendo a vertente especializada de técnicas de Storytelling voltadas para dentro da empresa. São 24 autores e 3 organizadores. Todos convidados para o evento de lançamento, dia 17 às 19h na Casper Libero.

Falando em lançamentos editoriais, o momento mais esperado do semestre é a publicação do livro de Storytelling que escrevi com a Martha Terenzzo, resultado de dois anos de escrita e oito anos de estudos de centenas de livros e realização de dezenas de projetos com grandes empresas. Uma obra digna do tema.

Outra novidade do semestre é o lançamento de cursos online. Finalmente, depois de anos de demanda, consegui pensar em formatos interessantes que pudessem conversar com as atividades presenciais. Os primeiros cursos disponíveis serão "Transmídia que Transborda" e "Storytelling para Não-Criativos". Muito peculiar a experiência de passar horas ensinando para uma câmera...

Ah, e também prometi levar o curso de Branded Content para BH e também uma edição de Storytelling para Florianópolis. Sem falar em diversos cursos e palestras in-company...

Falando em planos futuros, já estou reunido com um pessoal bacana demais para montar um curso de Brandtelling e outro pessoal fantástico para desenvolver um método de Gametelling. Esses são para 2016, mas prometem!

Indo para o lado mais prático do Storytelling, dois projetos fabulosos estão em andamento. Um tem a ver com as histórias de uma cidade histórica. O outro tem a ver com transformar todos os eventos e as revistas de uma grupo de mídia em uma grande experiência narrativa e transmidiática no melhor estilo Tomorrowland.

Bom, agora some tudo isso com as questões burocráticas da vida e dá para entender por que estou sumido das redes sociais. Buenas, melhor corrido que parado.

Então, se estou devendo responder alguma mensagem para alguém, não é nada pessoal. Talvez seja falta de juízo. Afinal, agora estou sem um siso. O pior é que a foto mostra que estava com ele no táxi, mas ele caiu na hora que desembarquei. Se alguém encontrou um dente perdido por aí, é meu!



Eles nem sempre são grandes produções, mas tem as melhores coreografias de luta que o cinema mundial pode produzir. Os filmes de lutas orientais, tanto chineses como japoneses movimentam fãs pelo mundo todo, eu mesmo sou um deles e resolvi compartilhar alguns motivos para vocês gostarem também:

Eles são carregados de história sobre seus países 


Filmes como "O Grande mestre" contam histórias de personagens épicos que viveram e lutaram por uma boa causa.  Neste exemplo, é  Yip Man, mentor do astro Bruce Lee. - Isso já daria uma bela história por sí, mas o filme vai mais além e leva o espectador a uma trama entre desafios de lutas contra japoneses, conflitos militares e perseguição antes da segunda guerra mundial.




Orientais se orgulham das guerras heroicas de seu povo, você sempre vai encontrar coisas do tipo entre algumas cenas.  Outro filme que indico nesse quesito é "The Warlords", O filme é ambientado na China na década de 1860, durante a Rebelião Taiping. Ele é baseado no assassinato de Ma Xinyi em 1870 e tem Jet Li como protagonista. 


Eles Narram uma jornada da redenção




Isso não é muito comum no ocidente, aonde a religião cristã instaurou o pensamento de que nem todo o mal será redimido. Alguns filmes orientais tem seu plot baseados em supervilões que foram verdadeiros demônios, mas decidiram se redimir.  Os Live Action de Samurai-X (Rurouni kenshin) são bons exemplos de uma ótima história de redenção.  Ele era um dos melhores assassinos do governo que resolveu valorizar a vida e usa uma espada com lâmina invertida para não libertar sua face mortífera em batalha.  E, claro, há cenas fantásticas de lutas com espadas. 


Por falar em lutas, as cenas são de tirar o fôlego  


Só os melhores coreógrafos de luta do mundo poderiam produzir uma cena de luta em plano sequência como esta abaixo (do filme The Protector) :




Você vai conhecer um pouco das mitologias asiáticas (bônus, com Chan e Li) 




Além da história real, os filmes orientais valorizam a religião e lendas nativas.  Como "O Reino proibido"  filme baseado no romance Jornada ao Oeste de Wu Chengen, que é quase como um Lusiadas, narra uma das lendas do deus macaco, que inspirou um personagem de sucesso na cultura pop: Goku.  Ah sim, o filme ainda reuniu no mesmo set, Jackie Chan e Jet Li, quer mais? aha




Narcos estreou recentemente no Netflix e as críticas surgiram por todos os lados. A série é realmente explosiva e quem embarca na sua narrativa não consegue se desligar até o episódio final. Pela internet a fora é possível encontrar pessoas que assistiram tudo em poucos dias ou mesmo em um só, eu mesmo fiquei amarrado na trama de Sexta para Sábado e resolvi trazer para nossos leitores algumas características interessantes da narrativa.


Personagens fortes


Uma série que retrata a vida do maior narcotraficante do mundo não poderia ter menos. A começar pelo próprio Pablo Escobar, vivido de forma maravilhosa pelo Wagner Moura que se entregou completamente ao papel. - muita gente criticou o seu sotaque, dizendo que não era parecido com o nativo, ora... o próprio ator respondeu "claro que não é". Mas isso não atrapalha em nada a série, depois de um ou outro episódio você se acostuma com o que foi criado e entra no clima.

Há um ou outro personagem que não se destaca pela atuação, Steve Murphy por exemplo, que é o narrador de toda história, particularmente se mostrou fraco, mas evoluiu com os episódios. Em muitos momentos a atuação de Pedro Pascal, como seu parceiro, Javier Peña rouba a cena.  Vocês também irão se deparar com políticos corajosos e temerosos neste seriado.





Um pouco de tropa de elite


José Padilha fez algumas escolhas bem parecidas com Tropa de Elite em sua direção. A começar pela figura do narrador em primeira pessoas que surge em vários momentos explicando fatos, apresentando personagens e elementos chaves da cena. A violência policial também está presente, afinal é uma guerra.


História documentada


Por vezes os episódios tomam um ar de documentário, apresentando gravações e fotos originais dos fatos históricos que foram dramatizados na série.  É muita informação relevante, nada que interfere na narrativa de forma massante, pelo contrário, cria ligações importantes para a continuidade da narrativa.





Conflitos com bastante intensidade


Escobar sabia o que queria e sabia que poderia conseguir aquilo com Prata ou chumbo. Nos dois casos isso colocava os personagens em situações extremas. Você vai encontrar conflitos intensos aonde o presidente do país precisará tomar decisões que influenciam a paz do seu povo ou os agentes do DEA (Drug Enforcement Administration)  precisarão escolher entre as relações diplomáticas do seu país (EUA) e o crescimento do poder de Escobar na Colômbia, tendo que agir sem o apoio dos dois em muitas ocasiões.


Um grande gancho no final


Mas eu seria um estraga prazeres se contasse. Vejam abaixo o trailer e depois corram para o Netflix para assistirem a série.


O Facebook já está testando  num novo formato de post, o modo "história", onde o usuário poderá criar apresentações de Slides que serão semelhantes aquelas que a rede social cria no fim do ano para lembrar os melhores momentos dos usuários.

Porém, ao contrário das apresentações de fim de ano que são automáticas, o usuário escolheria as imagens e os textos a serem apresentados.

Ou seja, neste novo formato de postagem, o usuário poderá criar narrativas usando sequências de fotos e textos! Ano entanto, a novidade ainda não tem data para ser disponibilizada para os usuários.

E aí, Storyteller, já consegue imaginar as possibilidades narrativas para esta nova ferramenta oferecida pelo Facebook?


Sempre que se tem dúvida sobre um assunto, o mais natural é recorrer a exemplos. Não é por acaso que se estudam os cases de sucesso. Com Storytelling não é diferente. Existem vários cases nesse sentido, as pessoas adoram citar grandes marcas como Coca-Cola e Apple, mas prefiro recorrer a exemplos um pouco mais inusitados, que ajudam a compreender um aspecto mais amplo do assunto. Entra em cena, Woody Allen.

Se formos sair à rua para perguntar "Você sabe quem é Woody Allen?" a maior parte das pessoas vai responder "cineasta" ou "diretor". Algumas pessoas vão considerar o termo "autor". Poucos vão dizer   "roteirista". Provavelmente ninguém vai dizer "Storyteller". 

Por definição, Storyteller é a pessoa que sabe engendrar o funcionamento de uma história. Da mesma forma como o mecânico conserta motores, um Storyteller consegue colocar narrativas em movimento, de forma que prendam a atenção da audiência logo de cara. Da mesma forma que um arquiteto pode ser contratado para pensar em edifícios que atendam determinados padrões, um Storyteller pode ser contratado para pensar em histórias que atendam certas características. 

Woody Allen entendeu algo que passou despercebido pela maior parte dos cineastas. Enquanto todos pensam apenas em realizar o seu projeto e a sua visão, Woody Allen consegue fazer isso enquanto responde um projeto encomendado por uma marca. Pelo menos, foi exatamente isso que ele passou há fazer há exatos dez anos. 

Apesar de conseguir realizar ao menos um filme por ano, Woody sempre teve dificuldades em financiar suas produções. Até que, em 2005, ele recebeu um grande apoio da BBC. Mas tinha um complicador: o filme teria que se passar em Londres. Apesar de nunca ter ambientado um filme na Inglaterra, Woody arrumou as malas e reescreveu o roteiro que iria se passar. Foi assim que Match Point deixou de acontecer em Hamptons.


A marca patrocinadora vem no título

De uma década para cá, Woody Allen passou a financiado pelos governos de cidades ou países onde seus filmes ocorrem: Barcelona, Paris, Roma...


Viver viajando e fazendo filmes.... Você acha que é sorte?

Pode parecer simples, mas não é fácil. Escrever a partir de um briefing - mesmo que seja simples como "a história tem que se passar em Londres" - é uma tarefa das mais difíceis e só pode ser atingida por quem entende os mecanismos do Storytelling.


Viver viajando e fazendo filmes... é pra qualquer um... que entenda de Storytelling.