Jogos não são filmes. A sua proposição é outra e a experiência que tentam transmitir também.  Mesmo assim alguns ainda pretendem se aproximar da intensidade do drama existente no cinema.  O drama é um outro possível mundo real, na tela da TV vemos ele acontecer sem nos envolver, apenas sentindo a empatia pelos personagens.

Entre os gêneros de games o que mai se aproxima disso, sem dúvida é o FPS: Firts Person Shooter. É o que diz Lucien Soulban Lead Writer, Ubisoft Montreal (FC 3: Blood Dragon, Far Cry 3, Deus Ex: Human Revolution, Rainbow 6: Vegas, Dawn of War) em um dos livros da IGDA

Todos os jogos permitem controlar e manipular o ambiente em diferentes graus, mas quase nenhum outro gênero de jogos de vídeo você cai mais perto da ação do que um FPS. FPS é mais do que colocar o jogador dentro da cabeça do protagonista... Sua adrenalina é adrenalina do personagem, seu coração dispara como o do personagem. E, às vezes , até mesmo o inverso é verdadeiro .


Isso porque na maioria dos casos você está em meio a uma guerra, balas voando por todos os lados - você pode ouvi-las recocheteando ou raspando sua orelha.  Explosões surgem e em meio a tudo você tem uma missão.  Escrever para um FPS necessita relevar todos os aspectos que envolvem o gênero, nele o meio é a mensagem - como uma narrativa integrada. 

Lucien ainda afirma que "Gêneros tem certas regras a serem seguidas , e o sucesso da história não é somente o quão bem você entender essas regras, mas o quão bem você pode jogar com elas." 

Pra quem ainda não tem ideia de tudo isso, basta assistir algum gameplay. Vou indicar um bem bacana. Apreciem!


O storyteller deve sempre estar consumindo histórias e exercitando sua arte para se aprimorar cada vez mais.

Um excelente exercício é identificar estruturas narrativas dentro das histórias ao consumí-las. Recentemente o Netflix disponibilizou no catálogo brasileiro o curta "Toy Story of Terror" uma pequena história sobre os brinquedos mais amados da Disney que passam por uma situação aterrorizante durante uma viagem na companhia de sua nova dona.

Além de apresentar estruturas básicas da narrativa clássica em pouco mais de 20min, o que torna mais fácil do espectador identificá-las, temos um personagem que fica pontuando a todo momento algumas ferramentas-chave do cinema de terror.

Uma ótima oportunidade para se exercitar e consumir entretenimento de qualidade ao mesmo tempo! o/



“O que é ser um Storyteller?” – Essa é uma das poucas questões capazes de me fazer parar no meu ofício diário de costurar histórias. Como uma legítima questão existencial para mim, é uma questão difícil de responder, assim, de pronto.


É claro que existe uma série de respostas prontas para questões como essa. Mas as medidas prontas nunca vestiram muito bem um Storyteller acostumado a cortar e costurar as tramas, como eu. Isso porque o Storytelling, esse que se escreve com o S capitular, está muito mais para a alta-costura do que para uma produção têxtil industrial.





Quando falamos de estrutura de narrativas a primeira e mais famosa que vem a nossa  mente é sem dúvida a Jornada do herói do norte-americano Joseph Campbell.  Apesar de funcionar bem conectando os conflitos do personagem ao leitor ela não é a única que existe.

Em 1928 o teórico russo Vladimir Propp, publicou "A Morfologia dos Contos de Fadas", na qual estabelecia os elementos narrativos básicos que ele havia identificado nos contos folclóricos russos.

Basicamente, Propp identificou 7 classes de personagens ("agentes"), 6 estágios de evolução da narrativa e 31 funções narrativas das situações dramáticas.

 As classes de personagens arquetípicas e podem ser a base para construção desses contos. Também podemos fazer um paralelo entre eles e algumas figuras importantes da jornada descrita por Campbell como o mentor. Veja as 7 classes de “agentes”:

Os personagem são divididos segundo sua esfera de ação:
1ª Esfera – O Agressor – o que faz mal;
2ª Esfera – O Doador – o que dá o objeto mágico ao herói;
3ª Esfera – O Auxiliar – que ajuda o herói no seu percurso;
4ª Esfera – A Princesa e o Pai – não tem de ser obrigatoriamente o Rei;
5ª Esfera – O Mandador – aquele que manda;
6ª Esfera – O Herói;
7ª Esfera – O Falso Herói.

Já as 31 funções narrativas das situações dramáticas podem ser vistas nesta tabela (em inglês) abaixo:




Pra saber mais, sugiro que procurem a obra original conhecida no Brasil como "A morfologia do conto maravilhoso" - mas aviso que não é uma edição tão fácil assim de encontrar nas livrarias.

Vasillisa and the Baba Yaga by Biffno



Abaixo trecho da matéria publicada na Revista da Administração. 

Contar histórias é uma aptidão inata do ser humano, desde que começamos a passar adiante nossas experiências em caçadas e a buscar explicações para o que nos acontecia. Seja no boca a boca ou pintando pessoas e animais em paredes de cavernas, criar narrativas faz parte de nossa natureza enquanto indivíduos. Com a evolução da comunicação e dos relacionamentos, tornou-se necessário aprimorar tal habilidade. Dentro do universo corporativo, essa prática tem o nome de storytelling. Os enredos, personagens e conflitos presentes em nossos cotidianos ganham força com uma narrativa apropriada e pensada com antecedência.

As nuances e a influência direta do ambiente corporativo sobre a vida das pessoas proporcionam conteúdo inesgotável de acontecimentos e vivências dignas de “causos”. “Dentro do público interno e através das próprias experiências na corporação, os líderes conseguem inspirar e fazer com que as pessoas não repitam erros, analisar o que deu certo ou mesmo ajudar os analistas a tornar tangíveis os projetos atuais”, afirma o professor da ESPM Fernando Palacios.

Para ter acesso ao conteúdo completo, acesse aqui







Desvendando o Storytelling
Como utilizar a habilidade de contar histórias para inovar?

O que é?

Contar histórias não é algo novo. Fazemos isso desde as eras mais remotas e ao longo desse período, pela experiência, aprendemos: histórias agradam, entretêm e tornam-se inesquecíveis (as boas, claro). 

Quer que um fato seja lembrado? Embale-o numa história. Você terá 20 vezes mais chance de ter sucesso. Palavra do grande psicólogo norte-americano Jerome Bruner.

Ok, e por que eu deveria fazer o curso? Porque você vai aprender a contar história com quem entende disso: a indústria que vive de contá-las. E nesse marzão de informação que vivemos, quem precisa ser mais atraente e eficaz ao transmitir uma ideia, fazer uma apresentação, vender um produto ou serviço? Eu, você, a startup, a grande empresa e qualquer outra pessoa ou instituição que você quiser inserir aqui __________.

Se você precisa de mais algum motivo, lá vai: esse curso, com esse formato, já foi apresentado em universidades internacionais como a PUC do Peru e a Universidade da Beira Interior em Portugal, e nas maiores empresas e agências de publicidade do Brasil.

Como vai ser?
O curso é dividido em 7 módulos + LAB:

1. Storytelling, a grande inovação: De onde veio, por que surgiu, o que é e como usar Storytelling. Por que se tornou uma tendência no mundo corporativo e como empresas e agências podem se beneficiar disso.

2. Storytelling em apresentações: como transformar um .ppt em uma performance inesquecível.

3. Storytelling corporativo: a evolução possível do storytelling dentro das organizações e como tem ajudado os executivos a otimizarem seus principais atributos: liderança, engajamento e viralização. 

4. Storytelling e Branding: como as marcas podem ganhar personalidade a ponto de se tornarem verdadeiros personagens.

5. O Story do Storytelling: como compor uma história realista capaz de englobar tudo aquilo que se quer e que se precisa dizer.

6. O Telling do Storytelling: como contar a sua história da forma mais intrigante possível e fazer com que seja adotada por uma cultura.

7. Transmídia Branded Content: como planejar a distribuição da história em diferentes veículos de forma orquestrada e harmônica.

LAB: hora de colocar a mão na massa e mostrar que aprendeu.

Quem é o mentor?

Fernando Palacios é um dos pioneiros de advertelling e branded content no Brasil. Co-fundador do primeiro escritório de Storytelling no Brasil. Inovou implementando o primeiro portal de conteúdos de marca e o primeiro curso universitário de Transmídia Storytelling na ESPM. É formado na USP, onde defendeu o primeiro estudo acadêmico sobre o tema Storytelling. Desde então ministra palestras e cursos no Brasil e internacionalmente. Atualmente é professor de Storytelling na ESPM e Diretor da Storytellers Brand´n´Fiction. Como um laboratório de conteúdos, seu projeto pessoal narra a busca de um personagem pela Próxima Maravilha da Humanidade e já conta com mais de 90 mil seguidores no Facebook.

Carga horária?
7 horas

Quando?
29 de Novembro. Das 10h às 18h30.

Quanto vou investir?
Até dia 14/11 – R$380
A partir do dia 15/11 – R$430

E a forma de pagamento?
Transferência bancária, boleto ou cartão de crédito.

Ficou alguma dúvida?
Estamos aqui: cursos@coolhow.com.br

Fechou, quero fazer. Qual é o próximo passo?
Vamos lá. Basta fazer sua inscrição aqui:http://www.coolhow.com.br/cursos/storytelling/


"O diálogo é a arena do Drama." - Newton Cannito 

Falar de diálogos é falar de drama. No cinema é através dele que a narrativa corre e vai revelando as ações e reações que envolvem os personagens.  Muitas vezes temos apenas um ponto de vista: o de espectador. 

Dentro desse ponto de vista o que escutamos pode estar carregado de paixão, ódio, ironia ou qualquer outro sentimento que vai fazer nos apegarmos a trama.  Mas vamos falar agora de narrativas interativas, as presentes em jogos.  Dentro delas é possível desconsiderar totalmente o papo com aqueles personagens não jogadores (NPCs)  e passar uma vida, talvez duas, se aventurando em busca de conquistas, ranks e coisas mais voltadas para o gameplay. 

Então quando você está uns níveis acima, resolve por acaso interagir com aquele cara que estava a frente do castelo desde que iniciou sua jornada e ele solta uma resposta como: Olá jovem, vejo que está muito mais forte do que a primeira vez que te encontrei... logo será um grande guerreiro.

Pronto! Sua experiência foi amplificada (mesmo que minimamente), porque o jogo criou com isso a sensação de quem alguém acompanha sua evolução e te valoriza por isso.
Esses diálogos, quando bem feitos, ajudam a dar consistência ao seu game world e poderão transferir para os jogadores a sua mesa a sensação de que estão realmente construindo um herói. Isso pode acontecer da forma mais simples possível como aquele guarda da torre que nunca falou uma palavra e sempre te olhou com desprezo depois que você retorna como paladino da cidade te dá uma saudação esperançosa.  As dicas pra criar diálogos proveitosos são simples:

  • Faça com que a reputação e a história dos personagens tenha influência em como os NPCs tratam ele ;
  • Modifique os diálogos dos mesmos NPCs a medida que o personagem evoluir ou não (quando retorna pra sua cidade após uma ou duas aventuras quem sabe aquele garoto franzino não seja considerado um pouco agora, mas só um pouco afinal ainda não se tornou um herói);
  • Sempre que puder planeje mais de uma resposta para a mesma situação e apresente-as de acordo com as ações do jogador; 
  • Escreva realmente os diálogos (pode parecer chato ou que ninguém vai ler, mas são importantes)
  • Conheça seus NPCs, eles tem história também e origens... apenas conhecendo a sua personalidade seus diálogos ganharão veracidade. 
A série Dragon Age é um belo exemplo de bons diálogos. É possível acompanhar papos engraçados ou tensos com os seus companheiros de viagens. 

Há algum tempo preparei aqui uma série de postagens sobre telenovela. Entre críticas, elogios e análises, uma máxima permaneceu por todos os capítulos da minha série: Gostemos ou não, o formato de história que é a cara do Brasil ainda é a telenovela. Assim como no futebol – onde não será um sete-a-um que tirará a essência criativa do nosso futebol da rua e dos pés descalços – é inviável pensar que a novela vai deixar de ser a cara do Brasil.

“A novela para o público brasileiro tem a mesma importância que Hollywood tem para o público americano.” – Euclydes Marinho


A tevê chegou ao Brasil em 1950. Não demorou muito, no ano seguinte, a primeira novela estreiava nas telinhas brasileiras: “A sua vida me pertence”, de Walter Foster. Se naquela época a novela era encenada ao vivo, de lá para cá muita coisa mudou no principal gênero da teledramaturgia brasileira, mas a sua essência inspirada nos folhetins de jornais e nas rádionovelas perdura até hoje.
Mas onde o mundo corporativo e publicitário entra nisso?

“O teatro é a arte, principalmente, do ator, o cinema é do diretor e a televisão do patrocinador.” – Paulo Autran

Fazer uma telenovela é, sem dúvidas, um grande desafio. Se produzir um longa-metragem de 90 minutos por ano, à la Woody Allen, já é trabalho árduo, que dirá então produzir um capítulo de 45 a 60 minutos por dia, à la novela das nove. Em meio a tudo isso é que entra quem sustenta todo esse modelo: os patrocinadores.

Quando o assunto é inserção de marcas em novelas a gente logo pensa no “merchã” da Globo. É o protagonista que pausa o desenvolvimento da sua história para tirar um extrato no Itaú. É a personagem que dá a dica do novo creme da Dove para a amiga. Cenas que, se cortadas do roteiro, pouco fazem diferença para a história.

É verdade que, de uns tempos para cá, tanto pelo lado da emissora quanto pelo lado dos anunciantes, esforços tem sido feitos para inserir melhor as marcas nas tramas. É o caso de brilhantes inserções como a do Sr. Bauducco em Jóia Rara, ou a de Lupo em Avenida Brasil.

Entretanto, se o Brasil é de fato a referência no gênero de telenovela, “a arte do patrocinador”, para o mundo; muito ainda falta para que suas inserções também sejam referência Brasil afora. E isso passa, com certeza, pela abertura dos diretores e autores de novela e pela audácia dos anunciantes que patrocinam. Esse é o caminho para que o merchandising evolua para o legítimo storytelling na telenovela brasileira.


*O conteúdo desse post agradece a dois cursos: a palestra do Fernando Sahb no curso de Inovação em Branded Content da ESPM; e ao curso de Memória Televisiva e História da Telenovela Brasileira, ministrado pelo professor Julio Cesar Fernandes, no MIS.


Post publicado primeiramente no portal da AmCham
Entre inúmeras cenas polêmicas, a série de TV Game of Thrones, produzida pela HBO, tem muito para ensinar às empresas sobre estratégias de marca. Para Fernando Palacios, diretor da Storytellers Brand’n’Fiction e palestrante no comitê estratégico de Marketing da Amcham, em 29/10, a série inspirada na saga As crônicas de gelo e fogo, de George Martin, é um exemplo de narrativa para engajar o público.
“Sua capacidade de fidelizar o público é impressionante. Isso acontece porque há uma boa história por trás. George Martin criou 13 mil anos de história e sabe exatamente o que é importante contar. Assim que tem que ser uma boa história: tem que ter uma parte escondida, que você não vê”, diz.
Para ele, outra obra que tem ensinamentos para as empresas é o romance O velho e o mar, de Ernest Hemingway. Ele conta que muitos críticos questionaram o reconhecimento do livro com o Prêmio Novel de Literatura de 1954 por ter pouco mais de 120 páginas. “Hemingway rebateu as críticas, dizendo que ganhou justamente por ser uma história curta. Ele pensou no que aconteceu com cada morador da vila, mas selecionou e publicou apenas as melhores partes da história. É um exemplo de boa narrativa para chamar atenção ao que se quer relatar”, explica.
Com uma história bem contada, qualquer empresa pode ir longe, segundo Palacios. O storytelling, estratégia de marketing que consiste em contar histórias da companhia de uma maneira mais palpável e lúdica, vem apresentando resultados positivos às empresas que a incorporam em suas ações. Além de maior engajamento do público, transformação de stakeholders em embaixadores, expansão do mercado, a estratégia contribui para a diferenciação da marca e o estabelecimento de conexão emocional com clientes.
Storytelling no setor público
storytelling também vem sendo utilizado pelo setor público. Em setembro, a Prefeitura do Rio de Janeiro chamou a atenção de vários internautas em sua página do Facebook com um pedido de casamento para a Prefeitura de Curitiba. A brincadeira institucional nas redes sociais virou uma campanha para doação de sangue nas duas capitais.
“Esse é um bom case de storytelling no setor público. As páginas das prefeituras nas redes sociais têm uma voz própria, que não é corporativa, política nem institucional. É uma voz pessoal, que permitiu uma aproximação e interação maior com os cidadãos que queriam atingir”, conta Palacios.
Vale inventar história?
De acordo com Palacios, vale inventar uma história sim, desde que esteja claro para o público que se trata de uma ficção. “As pessoas podem gostar de uma mentira bem contada, desde que elas saibam que é uma mentira. Existe uma ética no storytelling”, afirma.
Palacios destaca o caso da marca de sorvetes Diletto, fundada por Leandro Scabin, que diz ter se inspirado em seu suposto avô, Vittorio Scabin, sorveteiro italiano da região do Vêneto, para abrir a empresa. A história real, que é contada nas embalagens e no site da companhia, foi revelada na semana passada pela revista Exame, que publicou um artigo contando que o tal Vittorio nunca existiu nem produziu sorvetes: é apenas uma estratégia de marketing.
“É um problema apresentar a ficção como verdade, sem explicar que aquela história não é real”, diz. “Mais cedo ou mais tarde, alguém vai descobrir e pode pegar mal para a marca.”


Uma das características principais da transmídia storytelling é a possibilidade de hospedar fãs em seus mundos de histórias. - e, acredito que deva ser um ideal bem interessante para uma marca.

Porém, não é só criar qualquer conteúdo para que pessoas sejam convertidas em fãs. É preciso de profundidade, principalmente no storyworld. A descrição do que é um fã, por Henry Jenkys pode ajudar a compreender a complexividade disso:

Fãs são pessoas inspiradas por histórias que circulam através da mídia de massa, que pegam elementos dessas histórias e os usam como material bruto para sua própria expressão criativa, e que se aproximam devido à sua devoção a esses materiais culturais ricos. Não chamo de "faça você mesmo" e sim de "façamos nós mesmos", por causa da natureza profundamente colaborativa dessas formas de produção cultural. 


Isso nos remete a ideia de que dentro da variedade de pessoas que consomem conteúdo é possível identificar aqueles que apenas curtem, se divertem, mas não se envolvem totalmente e aqueles que se dedicam a entender e reproduzir histórias a partir daquele storyworld, os fãs. 

Os fãs de histórias estão em fóruns, tentando descobrir os mistérios ou imaginando o final de um livro. Ou escrevendo suas versões "melhoradas", assim como estão fazendo gameplays para seus canais do youtube.  Então voltamos ao ponto em que escrevi: É preciso de profundidade, principalmente no storyworld.

Isso quer dizer que você precisa investir no Story. E também na economia divertida.  Já é redundante para nós dizer que histórias são capazes de agrupar pessoas há milênios, mas pensem bem: porque uma pessoa se torna fã de um time ou de uma marca? Com certeza ou é por conta da sua história  ou pela história que ela conta.